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22 de Agosto, 2019 - 20:09
“Como guerrear contra seus próprios filhos?”, pergunta Flordelis

A deputada federal Flordelis (PSD-RJ) emitiu uma nota na tarde desta quinta-feira (22) na qual rebateu pontos da investigação da Polícia Civil, lamentou a morte de seu marido, Anderson do Carmo, e questionou se alguém saberia lutar contra seus filhos.

“Não responderei mais nada para imprensa, a menos que meu advogado me diga que é extremamente necessário. Eu não sei e se alguém sabe, me ensine, por favor, como guerrear contra sues próprios filhos?”, disse a parlamentar.

Flordelis afirma estar doente e diz que vai para o trabalho se “arrastando”, pois precisa “honrar os votos” que recebeu e cuidar de sua família. De acordo com a deputada, ninguém pode destruir o que ela e Anderson construíram juntos.

A parlamentar também ironizou as suspeitas da Polícia Civil sobre a motivação do crime. Segundo a delegada Bárbara Lomba, da DHNSGI (Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí), questões financeiras da família podem ter sido uma das razões para a morte de Anderson.

“Falam que foi por dinheiro. Que dinheiro? As contas dele [Anderson] estão no vermelho, nem a casa em que moramos ainda não é nossa, pagamos o financiamento”, contou Flordelis em nota.

Depoimentos obtidos com exclusividade pela Record TV Rio declaram que cinco filhos de Flordelis teriam dito que a deputada teve participação na morte de Anderson. “O que eu ganhei com a morte do meu marido? Eu só perdi. Todos do nosso relacionamento sabem que estou falando a verdade”, disse.

Flordelis também revelou que seu marido gerenciava sua carreira musical, política e que ambos almejavam cargos políticos em um futuro próximo.

“Nós estávamos fazendo projetos políticos, estávamos sonhando, eu um dia seria senadora e, ele, deputado federal. Nós iriamos juntos fazer tudo que sempre lutamos para fazer pelo nosso povo [...]”, afirmou a deputada.


Fonte: R7
22 de Agosto, 2019 - 15:42
MP da Liberdade Econômica permite que bancos abram aos sábados

texto da MP da Liberdade Econômica aprovado na quarta-feira (21), no Senado, preservou os pontos originais da Medida Provisória enviada pelo governo, como o fim da necessidade de licenças e alvarás para negócios de baixo risco, e a proibição do "abuso regulatório", como a criação de regras para leis para reserva de mercado ou controle de preço. A MP (Medida Provisória) também permite que bancos abram aos sábados.

Permaneceram ainda a previsão de que o eSocial será substituído por outro programa em até 120 dias e a criação da carteira de trabalho eletrônica.

Trabalho aos domingos

O Senado derrubou a autorização para o trabalho aos domingos e feriados. Essa permissão, que havia sido aprovada na Câmara, era defendida pelo governo, mas causou polêmica no Senado.

Como a MP perderia a validade na próxima terça-feira (27), se não fosse votada, o governo preferiu recuar e concordar com a retirada da autorização de trabalho aos domingos para garantir a votação a tempo.

O artigo foi considerado um "jabuti", ou uma matéria estranha à medida, e retirado do texto aprovado sem novas alterações, o que evitou que a medida tivesse que ser novamente analisada pela Câmara.

Projeto de lei

O governo, no entanto, deve enviar um projeto de lei retomando a autorização de trabalho nesses dias, assim como outros pontos que ficaram de fora do texto final aprovado.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) na semana passada, ainda na votação da Câmara, parlamentares e a equipe econômica já costuravam um "projeto das sobras", com pontos que foram retirados, como a previsão para que quem ganha mais do que R$ 30 mil não esteja mais protegido pela legislação trabalhista.

"A votação da MP da Liberdade Econômica é boa, mas não foi o ideal", disse o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho.

O texto aprovado na Câmara autorizava o trabalho aos domingos e feriados irrestritamente e previa uma folga aos domingos por mês. Hoje, o trabalho aos domingos depende de acordos e convenções de cada categoria. No comércio, por exemplo, há em algumas localidades permissão para o trabalho, desde que haja uma folga a cada três domingos.

Com o risco de perda da validade da MP, os parlamentares governistas trabalharam ontem durante todo o dia para que fosse aprovado o texto conforme veio da Câmara, que ratificou a medida na semana passada.

No plenário, os senadores reclamavam do pouco tempo para analisar a medida e de que a Casa acaba funcionando como "carimbador" de medidas.

A relatora do projeto no Senado, Soraya Thronicke (PSL-MS) disse que o próprio Senado tinha parcela de culpa por ter demorado a indicar senadores para compor a comissão especial que analisou a medida. "É um projeto de Estado, não do presidente Jair Bolsonaro", apelou.

Além do trabalho aos domingos, a movimentação de representantes de cartórios também levou a discussões sobre a retirada do texto aprovado na Câmara da previsão de que o registro de regulamentos de fundos de investimento não precisa mais ser feito em cartórios, valendo apenas o registro da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Esse trecho foi mantido e aprovado.

De acordo com dados da equipe econômica, isso é importante para reduzir os custos de investimento no Brasil, já que o custo de registro de regulamentos é significativo para o mercado brasileiro, que despende anualmente R$ 3,8 milhões na constituição de fundos.


Fonte: R7
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