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17 de Janeiro, 2021 - 20:21
Foragido da Justiça, ex-policial militar com diversas condenações é preso na Capital

Equipes da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) da Polícia Civil prenderam na última sexta-feira (15) mais duas pessoas que estavam foragidas da Justiça e com ordens de prisão em aberto.

Um dos presos é um ex-policial militar, que responde a diversos processos na Justiça de Mato Grosso. Ele foi localizado no bairro do Porto, próximo ao Comando Geral do Corpo de Bombeiros. O ex-policial, de 60 anos, estava com ordem de prisão expedida pela 2ª Vara Criminal de Cuiabá.

Em setembro de 2012, o Serviço de Inteligência da Polícia Militar e o Batalhão da Rotam realizaram a apreensão na residência do ex-policial de farto material bélico, como arma de fogo, munição para fuzil calibre 556 e outras munições de diversos calibres (9 milímetros, 12 mm, 38, 22, 380 e ponto quarenta).

O ex-cabo responde a vários processos na Justiça estadual e foi condenado por homicídio com sentença condenatória já transitada em julgado e pena de 19 anos de reclusão. Na Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado de Cuiabá ele responde pelo crime de roubo qualificado, com emprego de arma de fogo e concurso de pessoas, e foi condenado a nove anos de prisão.

Na 1ª Vara Criminal de Cuiabá, ele foi condenado a 12 anos de reclusão e em outra condenação, na Comarca de Juscimeira responde por roubo majorado, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo, tendo sido condenado a 12 anos de reclusão pelo roubo à agência do Sicredi daquela localidade. Ele possui outros antecedentes criminais com indiciamentos e autuações por delitos como roubo de veículos com restrição a liberdade da vítima, receptação, posse ou porte ilegal de arma de fogo e lesão corporal.

A outra prisão foi realizada no centro da Capital. Em uma agência bancária localizada na Rua Barão de Melgaço, os policiais da Polinter detiveram uma mulher de 27 anos no momento em que ia realizar uma transação financeira. Ela estava com mandado de prisão, com sentença condenatória, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul, onde responde a processo por tráfico de drogas na fronteira do Brasil com o Paraguai.

Após a prisão, os dois detidos foram submetidos a exame de corpo de delito e encaminhados às respectivas unidades prisionais, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário.


Fonte: agora mt
17 de Janeiro, 2021 - 19:26
Vigilante é preso por matar diretora de autarquia para vingar demissão da esposa

Uma denúncia anônima efetuada à Polícia Militar em Rondonópolis (212 km de Cuiabá) levou a corporação e prender, neste domingo (17), um homem suspeito de envolvimento no assassinato da servidora Terezinha Silva de Souza, que era presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear). A vítima foi executada com pelo menos 6 tiros na manhã da última sexta-feira (15) quando se deslocava para o trabalho.

O suspeito é vigilante do Hospital Regional de Rondonópolis e morador do bairro Dom Osório. Seu nome ainda não foi divulgado, mas uma das linhas de investigações em andamento apontam que a motivação para o assassinato pode ter sido a demissão da esposa do suspeito. A mulher trabalhava no Sanear há cerca de 5 anos e foi dispensada no dia 12 deste mês. No ato da demissão teria ocorrido uma certa tensão entre ela e Terezinha, então chefe da autarquia municipal.

Na casa do suspeito, que teria o hábito de andar armado e seria conhecido por sua agressividade, os policiais militares também apreenderam uma motocicleta Honda CB 300 cilindradas, de cor vermelha. Também foram recolhidos 2 capacetes pretos, um tênis e acessórios de motocicleta e levados para a delegacia. Esses objetos ligariam o suspeito diretamente ao assassinato.

Também neste domingo, equipes da Polícia Militar estão mobilizados tentando localizar o paradeiro de outros 2 homens que teriam atuado diretamente no assassinato. Ou seja, os executores que chegaram numa motocicleta e efetuados pelo menos 7 tiros contra o vidro do carro no lado do passageiro onde Terezinha estava sentada.

Por enquanto, não foi apreendida a arma usada no assassinato. Conforme as primeiras informações policiais, na delegacia o suspeito negou participação no homicídio. 

O CRIME

No dia do crime, uma dupla chegou numa motocicleta vermelha e usando capacetes presos e um deles sacou uma arma e atirou várias vezes contra a cabeça da vítima. No vidro do carro ficaram os buracos provocados pelos projéteis que atingiram a servidora na região da cabeça. O assassinato foi praticado por volta das 7h na rua Otávio Pitaluga. Em seguida fugiram tomando rumo desconhecido.  O motorista do carro não foi atingido pelos tiros.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e encaminhou Terezinha até a Santa Casa, mas ela morreu logo ao dar entrada na unidade.
 


Fonte: Folha max
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