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30 de Setembro, 2020 - 10:26
Polícia Civil prende acusados da morte de agrônomo em MT

Nove meses após o crime que tirou a vida de Vinícius Augusto de Souza, 26 anos no município de Colíder, a Polícia Civil conseguiu prender os autores do crime.

Conforme investigação conduzida pelo delegado Eugênio Rudy, os suspeitos foram contratados para cometer o crime. Duas equipes da Delegacia de Colíder deflagraram ontem, terça-feira (29), a "Operação Sicarius" e cumpriram dois mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra os suspeitos.


Um dos suspeitos foi detido em Colíder e outro em Itanhangá, este era considerado foragido, pois após o depoimento evadiu-se da cidade de Matupá, onde residia. Ambos tem 22 anos.


Conforme investigação a princípio os dois presos são executores mediante pagamento ou promessa de recompensa.


Os suspeitos já têm passagens pela Polícia por tráfico de drogas e homicídio qualificado. Diligências continuam sendo realizadas e outras pessoas serão ouvidas. Armas apreendidas pela Polícia passaram pela perícia e é aguardado o resultado da confrontação balística.


O Crime


O engenheiro agrônomo Vinícius Augusto foi morto em dezembro de 2019 em uma lanchonete. Duas pessoas chegaram em uma moto. Um dos assassinos, portava arma em punho e atirou várias vezes contra a vítima.


Apesar de ferido, Vinícius tentou sair do local, mas acabou caindo dentro de um estabelecimento, onde voltou a ser alvejado.


Nome da Operação


O nome dado a operação tem origem do latim "Sicarius" ou "Sicário" que também é usada para designar assassinos contratados, numa referência às pessoas que matam em troca de dinheiro ou mesmo de promessas de grande recompensas. Hoje esta palavra é empregada para designar o homicida.

Fonte: noticia exta
30 de Setembro, 2020 - 09:59
Prefeito é preso por suposto crime de corrupção em MT

O Grupo Operacional do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco – Criminal), com auxílio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), prendeu na manhã desta quarta-feira (30), o prefeito do município de Rondolândia, Agnaldo Rodrigues de Carvalho.

A ordem de prisão preventiva foi do desembargador Marcos Machado, atendendo ao pedido formulado pelo coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, com base nas provas colhidas em inquérito policial que apura suposto crime de corrupção cometido pelo prefeito e, também, pela ex-secretária de Saúde do município, Katia Monteiro

Segundo apurado, ambos receberam propina do empresário Nélio de Matos Júnior em contrato celebrado entre a empresa F.M. da S. Santos com a prefeitura de Rondolândia, visando o fornecimento de serviços de plantão médico. O empresário estaria pagando aos médicos vinculados à empresa um valor menor do previsto no contrato e a diferença ele repassava ao prefeito e à ex-secretária de Saúde.

No mês de agosto, durante cumprimento de mandados de busca e apreensão policiais do Naco e do Gaeco conseguiram apreender com Nélio de Matos Júnior, uma agenda e anotações constando a "contabilidade" da propina que era paga, bem como comprovantes de depósitos feitos em contas correntes de terceiros indicados pelo prefeito e pela ex-secretária.

Segundo o delegado Rodrigo Azem, que comanda o Grupo Operacional do Naco, depois de ser apreendido todo esse material o empresário resolveu confessar o esquema criminoso. "Ele não teve como negar que pagava a propina desde o início do contrato que foi firmado entre a empresa dele e a prefeitura, embora, muita coisa ele deixou de revelar, porém estamos apurando tudo", afirmou.

Na ocasião em que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos, segundo ele, o prefeito Agnaldo Rodrigues de Carvalho fugiu da cidade ao perceber a movimentação dos policiais em Rondolândia. Na sua casa foram apreendidos não apenas documentos, mas, também armas e munições irregulares.

MOTIVOS DA PRISÃO: De acordo com a ordem judicial, a prisão preventiva ocorrida nesta quarta feira busca garantir a ordem pública, evitar a reiteração criminosa, assegurar a aplicação da lei penal e, também, por conveniência da instrução criminal.

Segundo o coordenador do Naco, procurador de Justiça Domingos Sávio de Barros Arruda, o inquérito policial deverá ser encerrado com a prisão e o interrogatório do prefeito e de outras pessoas envolvidas no esquema. Depois disso, no prazo máximo de quinze dias, será apresentada a denúncia criminal contra os envolvidos perante o Tribunal de Justiça.


Fonte: Assessoria
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