Anuncie Aqui    |    Denuncie    |    Contato    
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   
Bem Vindo ao Nortão Notícias, 19 de Setembro de 2017
Pesquisar no site
OPINIÕES
     
14/07/2017
Perigo a vista, seca e incêndio florestais
Prevenir é bem melhor do que remediar, assim sendo o aceiramento preventivo contra fogo florestal nas margens de vias públicas deveria ser uma prioridade dos poderes constituídos para evitar desastres previsíveis e evitáveis.

Não fazê-lo, é cometer crime ambiental, uma vez que, ele dizima a vida e causa prejuízos incalculáveis ao meio ambiente, a vida e aos proprietários rurais limítrofes a essas vias públicas!

No entanto o estado brasileiro - união - estados - municípios insistem em praticar essa infração, não aceirando esses ambientes determinados por lei. Desde 1998, a legislação ambiental, lei nº. 9605/98; decreto federal. nº.2661/98; portaria federal nº. 94/98 e especialmente o artigo 40 do código florestal brasileiro lei n.12.651/12, determina responsabilização ao poder público sobre a questão em foco.

Dados divulgados pela National Aeronautics and Space Administration =NASA e pelo, National Oceanic ande Atmospheric Adminitration =NOAA, mostram que 2015 foi o ano mais quente já registrado no planeta desde 1880, quando iniciaram os primeiros registros do clima no mundo, ou seja, a 137 anos de canícula.

No entanto o fogo continua a pipocar sistematicamente todos os anos em mato grosso e no país no período da estiagem que vai de Maio a Outubro, sem que o poder público dê a devida atenção para solucionar esse mal desnecessariamente rotineiro.

Diuturnamente as margens de vias públicas, entorno de unidades de conservação, áreas indígenas sofrem as consequências com esse vazio não corrigido pelas autoridades competentes para minimizar impactos ambientais nos ecossistemas do país.

Por outro lado órgãos e instituições ambientais continuam com a mesma política praticada em décadas passadas, que já não surte mais efeito para a realidade atual, com visão apenas repressiva de multar produtores rurais, madeireiros, empresários e não com ações educativas informativas que pudesse contribuir com raciocínio lógico de que prevenir e bem melhor que remediar.

Penso sinceramente que agindo dessa maneira não irá resolver as questões ambientais como questão nacional! Penso também que o correto seria primeiro o estado cumprir seu papel como orientador normalizador que lhe cabe, ou seja, aceirando vias e logradouros públicos.

Cientificamente sabemos que de 50% a 60% dos incêndios florestais ocorrentes no país tem sua origem nas margens de vias públicas e entorno desses ambientes, cuja a responsabilidade pela limpeza e manutenção cabe ao próprio poder público.

A política nacional de meio ambiente lei federal n. 6938/81- responsabiliza proprietário ou público pelo controle do fogo, quando esse for o causador. O não cumprimento obrigações, como gestor gerindo e gestando políticas públicas para o setor incapacita a prevenção e controle de sinistros ambientais no meio ambiente natural ou antropisados.

Sabemos que no período de estiagem criam-se condições ambientais propícias para ocorrência de fogo na vegetação, seja ele sob a forma de queima controlada ou incêndio florestal propriamente dito.

Chamar a atenção das autoridades para evitar a repetição de tais fatos é o primeiro passo para evitar o previsível e evitável. Especialmente quando o poder público diálogo com o cidadão e cumprir seu dever constitucional.
Por: Romildo Gonçalves
 0 Comentários  |  Comente esta matéria!
OPINIÕES
 menos  1   2   3   4   5   6   7   mais 
ENQUETES
VARIEDADES
OPINIÕES
NOTÍCIAS
Copyright © 2010 - Nortão Notícias
Quem Somos  |  Denuncie  |  Contato

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player