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POLÍCIA
     
7 de Janeiro, 2017 - 19:52
PF intercepta ameaças de ataques em Mato Grosso

Interceptações telefônicas feita pelas polícias Federal (PF) e Civil apontam que detentos que fazem parte do Comando Vermelho (CV), lotados na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande (MS) e Penitenciária Central do Estado de Mato Grosso (PCE) estariam organizando explosões de unidades penitenciárias do Estado e também planejando a morte de agentes penitenciários que atuam na cidade de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá).

Na última quinta-feira (5), um reeducando natural de Cuiabá teve a morte filmada dentro do presídio de CG. No vídeo, outros presos que seriam do Primeiro Comando da Capital (PCC) riem daquele que eles intitulam de “CVzão”, apelido alusivo aos integrantes do Comando Vermelho.

Segundo o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Mato Grosso (Sindspen), João Batista, desde que um preso foi morto e teve o corpo esquartejado por outros detentos na Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa (730 km a leste), em novembro do ano passado, um clima de tensão domina o sistema prisional do Estado.

“Desde essa época, corre nos corredores dos presídios que o Comando Vermelho iria estourar a PCE para pegar os integrantes do PCC. Não sei informar se o detento fazia parte de alguma dessas facções, porém, o clima que já era pesado no sistema penitenciário, ficou ainda mais depois desse ocorrido”.

Por meio de interceptações telefônicas, o setor de Inteligência da Polícia Civil teria detectado a possibilidade de explosão do muro do presídio Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop (500 km ao norte).

“Podemos dizer que a suspeita se confirmou com a prisão de um homem, realizada esta semana naquele município. Ele estava nas redondezas da unidade, portando uma mochila “recheada” de explosivos. Provavelmente os usaria para explodir o muro do presídio”, diz Batista.

Também por meio de interceptação telefônica, a PF de Barra do Garças descobriu que os detentos planejavam a morte de três agentes penitenciários, como forma de exigência para a separação dos integrantes do PCC e CV. “A ligação foi feita da PCE e Penitenciária de Campo Grande. Os detentos falavam os nomes dos agentes e diziam que até mesmo que a família destes seriam atingidas. Isso seria uma forma de forçar o Estado a separar as facções”.

O sindicalista pontua que todos os agentes estão trabalhando no limite do estresse. “Já não bastasse a falta de efetivo, que por consequência gera sobrecarga laboral, e má qualidade da infraestrutura, estamos tendo que lidar com as ameaças de rebelião e morte”.


Fonte: Gazeta Digital
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