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11 de Janeiro, 2017 - 08:04
"Já estamos olhando do outro lado do rio", diz Taques sobre crise de MT

O secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, garantiu que a Reforma Administrativa do Estado não irá extinguir cargos no funcionalismo público. Ele ainda explicou medidas que devem ser adotadas pelo Governo para tentar melhorar e dinamizar a administração de Mato Grosso.

Em entrevista à rádio Capital FM, na manhã desta terça-feira (10), Paulo Taques afirmou que a reforma administrativa do Estado não causará demissões. “Já disse e repito: nós não vamos extinguir cargos. Nessas questões, sempre me cerco de cautela para falar, porque se você fala algumas coisas que são incompreendidas, gera insegurança em muitos pais de família que têm cargo de confiança no nosso governo”, contou.

Segundo Taques, a reforma administrativa, que deveria ser encaminhada à Assembleia Legislativa no ano passado, sofreu atrasos por conta das análises que estão sendo feitas sobre o assunto. O documento deve ser finalizado em fevereiro, para que possa ser votado. “É um trabalho criterioso e isso fez com que aprimorássemos um pouco mais. Essa reforma está sendo finalizada para ser enviada à Assembleia Legislativa. Acredito que em fevereiro ela deva ser votada”, contou.

O secretário explicou que diversas alterações foram feitas no documento desde que tiveram início os estudos referentes à reforma. “Eu digo que a reforma administrativa é um processo dinâmico porque no início tínhamos a intenção de extinguir a Secretaria de Ciência e Tecnologia, mas hoje estamos convencidos de que a secretaria deve permanecer”, pontuou.

Algumas das medidas que devem ocorrer durante a reforma administrativa foram explicadas por Paulo Taques. Uma das novidades no Governo é a chegada do deputado estadual Max Russi (PSB). “O deputado Max está na Secretaria de Trabalho e Assistência Social, que vai receber uma parte da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos. O secretário Márcio Dorilêo volta para a Defensoria Pública, onde vai desempenhar uma missão especial para o governo”.

Mudanças no sistema prisional também devem ser adotadas durante as alterações feitas na administração do Estado. “O sistema prisional vai ser separado da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e vamos criar uma secretaria que vai cuidar do sistema prisional, que vai ser comandada pelo atual secretário Chefe da Casa Militar, o coronel Siqueira. A parte de Direitos Humanos vai para a Secretaria de Trabalho e Assistência Social, comandada pelo Márcio. Na Casa Militar, assume o secretário-adjunto, que é o Coronel Lesco”, contou.

O chefe da Casa Civil explicou que além de alterações para melhorar a administração pública, a reforma também trará medidas para contenção de gastos. "Estamos fazendo todas essas movimentações, contenções de gastos, vamos enviar ainda o novo projeto de Lei que trata da contenção de gastos do governo. Tudo isso para poder diminuir as despesas e enxugar o máximo possível e conter gastos com a folha e com o pessoal”, relatou.

Taques declarou que as medidas para reduzir os gastos servirão para que o Estado possa realizar mais investimentos. Ele ainda mencionou dificuldades encontradas na arrecadação de 2016. “Vamos economizar no custeio para que possamos ter uma folga maior na Lei de Responsabilidade Fiscal e aumentar nossa capacidade de investimento. No ano passado, em cada R$ 100 que arrecadamos, somente cerca de R$ 0,50 sobravam para os investimentos”, argumentou.

Para aumentar a arrecadação do Estado, o secretário detalhou que o Governo pretende buscar novos recursos. "Não podemos nos esquecer dos investimentos que advém do Fethab, nem que Mato Grosso já tem uma capacidade de contração de empréstimos. Temos a expectativa de finalizar um empréstimo do Banco do Brasil de cerca de R$ 700 milhões para investir em estradas e pontes. O Brasil passa por uma crise, mas nesses últimos dois anos, conseguimos fazer 1.430 quilômetros de asfalto. Conseguimos contratar três mil servidores para a área de segurança. Conseguimos renovar a frota da Polícia Militar com caminhonetes novas”, comentou.

O secretário mostrou-se otimista com a situação econômica do Estado nos próximos meses. "Tenho absoluta convicção de que já estamos começando a sair do outro lado dessa chuva, dessa crise. Se comparar a um rio, posso dizer que estamos enxergando o outro lado mais perto. Estamos passando por essa crise”, concluiu.


Fonte: folha max
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