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11 de Janeiro, 2017 - 09:07
Estou surpreso, pois chefe do MPF já arquivou o caso, diz ex-governador

O senador licenciado e ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), disse estar surpreso com a decisão do juiz Luiz Aparecido Bertolucci, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular, que determinou afastamento de Sérgio Ricardo da cadeira de conselheiro do TCE e também a indisponibilidade de bens, até o limite de R$ 4 milhões, de 9 pessoas, entre elas o próprio Blairo.

Segundo o ex-governador, desde abril do ano passado, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, determinou arquivamento de todas as acusações que pesavam contra ele na chamada Operação Ararath. O chefe do Ministério Público Federal entendeu que não haviam nos autos indícios suficientes de crimes praticados contra o ex-governador e nem vislumbrou outras diligências úteis à formação da justa causa para oferecimento de denúncia. "Por isso, me surpreendeu a decisão, ainda que provisória, do juiz de receber a denúncia contra mim".

Blairo Maggi, que comandou o Estado de 2003 a 2010, pondera ainda que "nada de novo foi acrescido ao processo". Entende que o juiz agiu na contramão do entendimento do Procurador-Geral da República, a quem coube apurar as denúncias. "Com a consciência tranquila, estou pronto para prestar todos os esclarecimentos à Justiça e, recorrer da medida, por entender não ter sido justa a decisão proferida, ainda que liminarmente".

Além de Blairo e Sérgio, vão ficar com bens bloqueados o conselheiro aposentado do TCE, Alencar Soares, acusado de ter vendido a cadeira vitalícia, o filho de Alencar, empresário Leandro Soares, o ex-secretário de Fazenda Eder Moraes, os ex-deputados Humberto Bosaipo e Geraldo Riva, o ex-governador Silval Barbosa e o empresário Gercio Marcelino Mendonça Júnior.

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, Sérgio comprou a vaga de Alencar por R$ 8 milhões. No esquema fraudulento foram usados recursos públicos e operados por Júnior Mendonça. O MPE sustenta que Blairo, governador na época, estimulou e permitiu a utilização de factoring como forma de levantar recursos e, assim, cumprir "despesas políticas". Esse procedimento avançou sob Silval, que assumiu a cadeira de governador a partir de abril de 2010. Júnior Mendonça foi quem abriu a boca. Citou reuniões para discutir o assunto e até depósitos bancários milionários.


Fonte: RDNews
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