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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 18 de Janeiro de 2017
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Política
     
17 de Janeiro, 2017 - 19:31
Após recuo de Geller, PP analisa indicação de outro nome para apresentar a Taques

Dirigentes do Partido Progressista (PP) devem se reunir com o governador Pedro Taques (PSDB) para apresentar um novo nome para compor a gestão tucana. Isso porque o secretário nacional de Agricultura do Ministério da Agricultura, Neri Geller (PP), recusou o convite do governo para assumir a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

"O partido terá que se reunir novamente para comunicar o governador que o Neri Geller decidiu permanecer no Ministério. Diante disso, nós no reuniremos novamente para saber se apresentaremos um novo nome para o governador", disse o presidente estadual do PP, deputado Ezequiel Fonseca.

O deputado explicou que outros nomes poderão ser levantados pela legenda, mas adiantou que não deixará a Câmara Federal para assumir qualquer cargo no governo tucano.

"Agora precisamos apresentar outros nomes, mas isso se o partido entender que deve entrar no governo. O meu nome está descartado porque sou o único deputado federal do partido", explicou Fonseca.

O progressista também deixou claro que independente da decisão do partido em indicar ou não, outros nomes para o governo Taques, o PP pretende ajudar o governador.

"O PP quer ajudar Mato Grosso independente de nomeações. Estamos fazendo isso desde 2015, seja comigo na Câmara, seja com o ministro Blairo Maggi e o Neri Geller no Ninistério da Agricultura, seja com as nossas lideranças. Então estamos tranquilos", afirmou.

Na última quinta-feira (12), Pedro Taques havia se reunido com Ezequiel Fonseca e Neri Geller, quando oficializou o convite para Geller compor o staff. Porém, Geller disse que ajudará muito mais em Brasília do que no Estado.

Desde que Taques decidiu mudar o seu secretariado para ganhar um perfil mais político, o governador vem dialogando com diversos partidos aliados, como PSB, PSD, PP e DEM. Desses, o PSB é o mais contemplado com diversos cargos no primeiro e segundo escalão do governo tucano.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
17 de Janeiro, 2017 - 19:17
Multinacional deve ampliar investimentos em Mato Grosso

Apesar da conjuntura adversa e crise econômica no país, Mato Grosso continua atraindo investimentos. Desta vez, por parte Companhia de Bebidas das Américas (Ambev). O interesse foi sinalizado nesta terça-feira (17) durante reunião entre os dirigentes da multinacional e o governador Pedro Taques.

De acordo com o presidente da Ambev, Bernardo Pinto Paiva, o setor continuará sendo uma das apostas de investimentos para 2017 com foco na retomada do crescimento do Estado.

“Mato Grosso é um Estado muito sério que trabalha sua gestão com uma liderança muito forte que o governador tem. Um sinal muito bom disso é o time sólido que ele formou e que dá confiança à Ambev, e para qualquer outro empresário que queira investir aqui”, disse.

Para que o investimento seja iniciado, a Ambev elaborará um projeto junto às secretarias de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Fazenda.

“Saímos com o dever de casa de preparar um plano forte de investimentos nesse Estado que não só está crescendo muito, mais é um Estado que tem um líder muito forte e uma pessoa que vai deixar um legado inesquecível para as pessoas que moram aqui. Isso dá uma segurança muito grande”, afirmou.

Em dois anos de gestão o governador tem feito um trabalho de articulação com as empresas interessadas em atuarem no Estado. Na semana passada o governador Pedro Taques e o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ricardo Tomczyk, receberam no Palácio Paiaguás representantes da empresa americana Summit e da empresa de Lucas do Rio Verde, Fiagril Participações.

Na ocasião, a multinacional anunciou que o Estado vai ganhar, ainda no primeiro semestre deste ano, sua primeira indústria de etanol produzido 100% com insumos do milho. Segundo Taques, é necessário gerar um ambiente cada vez mais favorável com ações como aquisição de matrizes e fomento.

“Temos buscado resolver os desafios de Mato Grosso. Precisamos criar uma ambiência propícia para que possamos receber investimentos, favorecendo a iniciativa privada para que ela possa pagar impostos. Não existe dinheiro público, o dinheiro é do cidadão, que cirscuntancialmente nós estamos administrando”, salientou o governador.


Da Assessoria


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Política
     
17 de Janeiro, 2017 - 15:02
Pedro Satélite cobra do governo melhorias na infraestrutura de Nova Guarita

O deputado Pedro Satélite (PSD) solicitou ao governador Pedro Taques,  melhorias na infraestrutura de estradas e pontes do município de Nova Guarita (697 km de Cuiabá). A formalização do pedido aconteceu no Palácio Paiaguás, e contou com a participação do Prefeito José Lair Zamoner, vice-prefeito Lima e dos vereadores;  Vienir, Heitor e Watty.

De acordo com o deputado a substituição de pontes de madeira por pontes de concreto é uma necessidade urgente, assim como a manutenção das MTs 208 e 210 que cortam o município.

"Com o crescimento da produção de grãos, se faz necessário a substituição de três pontes de madeira que não suportam o tráfego pesado e correm o risco de desabar. Assim como a recuperação do pavimento da MT-208", frizou.

O prefeito José Lair Zamoner pediu atenção especial para a pavimentação do trecho de quatro quilômentros da MT-210, no perímetro urbano do município. "Esse é um sonho antigo da nossa população, e esperamos que o governo do Estado possa realizar".

Os pedidos foram entregues ao secretário de Estado de Infraestrutura (Sinfra), Marcelo Duarte, que também participou da audiência, e ficou de elaborar os projetos para a execução das obras. 


Da Assessoria


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Política
     
17 de Janeiro, 2017 - 10:34
Governo precisa dar mais atenção à articulação política

O vice-governador Carlos Fávaro (PSD) afirmou que o governador Pedro Taques (PSDB) precisa dar mais atenção à articulação política do Executivo, inclusive com uma maior valorização aos deputados.

O assunto foi debatido em uma longa reunião da Executiva do PSD, realizada na última segunda-feira (16), em Cuiabá. Participaram do encontro deputados estaduais, o senador José Medeiros e demais integrantes da legenda.

O trato político do Governo foi uma das principais críticas pontuadas no encontro. Alguns deputados citaram, por exemplo, o fato de não participarem de eventos ou entregas de obras junto com o Governo nas cidades em que eles têm sua base eleitoral.

“Algumas questões são importantes para suas bases eleitorais, questões de trato político. Os deputados são totalmente leais ao Governo, votam assuntos difíceis, têm compromisso com a gestão desse Estado e gostariam de, no colher dos frutos, participar das inaugurações, das entregas, enfim, serem valorizados mais nas suas bases”, disse Fávaro.

“Isso será levado ao governador para que trabalhe mais essa articulação política, valorizando nossos deputados. A articulação política precisa ter um pouquinho mais de atenção a isso”, completou.

As declarações foram dadas na manhã desta terça-feira (17), em entrevista à Rádio Capital FM.

Na ocasião, o vice-governador afirmou que as insatisfações são legítimas e podem ser superadas por meio de diálogo.

“São questões normais, legítimas que o parlamentar exige. Esses assuntos foram pontuados de forma muito sincera e nós vamos levar isso ao governador, à Casa Civil, para não deixar que esses atos falhos aconteçam”, disse.

“O deputado é fiel, trabalha, vota junto com a base e o que ele quer de reconhecimento é mostrar para suas regiões que, no momento em que o Governo colhe os frutos, ele está participando também”, completou.


Fonte: Midia News
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Política
     
17 de Janeiro, 2017 - 09:29
Taques garante R$ 70 milhões para infraestrutura na Unemat

Ciente da importância da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) para o desenvolvimento regional, o governador Pedro Taques garantiu que não medirá esforços para atender, a curto prazo, a demanda por infraestrutura, orçada em R$ 70 milhões, reivindicada nesta segunda-feira (16) pela reitora Ana Maria Renzo durante a apresentação do relatório de planejamento para os próximos 10 anos da instituição.

A reunião foi realizada no auditório Garcia Neto, no Palácio Paiaguás, e contou com a presença da secretária de Ciência e Tecnologia, Luzia Helena Trovo, do deputado estadual Sebastião Rezende, da Frente Parlamentar da Unemat, e de todos os pró-reitores da Universidade.

"Diante da crise econômica, nós não podemos fabricar dinheiro, nós temos que criar oportunidades. Na crise, aquele que sobrevive não é o mais forte ou o mais inteligente, é aquele que consegue se adaptar à realidade", refletiu Taques.

A universidade tem um orçamento de R$ 300 milhões, quase 22 mil alunos, sendo 16 mil alunos em cursos presenciais. "A Unemat tem contribuído com o desenvolvimento de Mato Grosso, e precisamos de mais R$ 70 milhões para investimento em laboratório, sala de aula, biblioteca, intercâmbio", disse o governador após a explanação da reitora.

Do montante, Taques pretende liberar R$ 35 milhões neste ano e o restante em 2018. "É um compromisso que assumimos anteriormente e a reitora, junto com os pró-reitores, estão saldando este compromisso, fazendo esta programação, este plano de ação, e eu quero cada dia mais continuar ajudando a Unemat para que ela possa continuar se inserindo no contexto em que Mato Grosso vive".  

Além de solicitar ao governador R$ 70 milhões para obras de infraestrutura, como salas de aula, biblioteca digital e internet, a reitora também pediu a sensibilidade do governador para excepcionar a Unemat de alguns decretos emitidos pelo governo que prejudicam o trabalho da instituição, a realização de concurso para 150 técnicos.

Entusiasta da ideia de implantação do campus da Unemat em Rondonópolis, onde tem base eleitoral, Sebastião Rezende recebeu a garantia de que a equipe da Universidade fará um estudo de viabilidade técnica. A reitora ponderou que, no momento, a possibilidade mais concreta é a transferência de duas turmas dos cursos de Computação e Letras de Alto Araguaia para Rondonópolis.  

Taques agendou uma nova reunião com a reitora, a secretária de Estado Ciência e Tecnologia e com o deputado Sebastião Rezende no prazo de 30 dias.  


Da Assessoria


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Política
     
17 de Janeiro, 2017 - 07:53
MPE aponta que Maggi orientou 'acerto imoral' para vagas no TCE

O Ministério Público Estadual (MPE) denunciou o ministro Blairo Maggi (PP) por ter supostamente estimulado a compra da cadeira no Tribunal de Contas do Estado (TCE) para o conselheiro Sérgio Ricardo, na época em que era governador do Estado. Maggi também teria permitido a utilização de factoring para o levantamento de recursos para a suposta compra de vaga, que pode ter custado cerca de R$ 12 milhões.

De acordo com a denúncia encaminhada pelo MPE à Justiça, Maggi teria participado de uma reunião para o preenchimento de duas vagas para conselheiros do TCE, sendo que uma delas seria para Sérgio Ricardo e outra para Éder Moraes. Além do atual ministro e dos dois possíveis conselheiros, o encontro também teria tido a participação do então presidente da Assembleia Legislativa do Estado, José Geraldo Riva, o então vice-governador, Silval Barbosa, e o então conselheiro do TCE, Humberto Bosaipo.

Outras reuniões também teriam ocorrido entre o grupo e o conselheiro do TCE, Alencar Soares Filho, que teria deixado a cadeira no Tribunal de Contas para que fosse assumida por Sérgio Ricardo. O filho de Soares, Leandro Valoes, também teria participado de alguns encontros do grupo.

A denúncia do MPE ainda aponta que, em meados de 2009, Maggi se encontrou com o conselheiro Alencar Soares e o questionou sobre o porquê de ele ter decidido sair do TCE antes do tempo. Soares teria respondido que o então deputado estadual Sérgio Ricardo "já havia dado um adiantamento da quantia de R$ 2.500.000,00 (dois milhões e quinhentos mil reais) para ocupar sua vaga".

Depois do encontro, Maggi teria pedido que Éder Moraes providenciasse o pagamento de R$ 4 milhões ao então conselheiro Alencar Soares, para tentar adiar a aposentadoria dele, na expectativa de que isso facilitasse a entrada de Moraes na Corte de Contas. O valor seria utilizado para que o então membro do TCE devolvesse parte do dinheiro pago por Sérgio Ricardo, "servindo o restante para complementar o pagamento de uma das vagas que seriam abertas".

Desta forma, Maggi e o seu vice à época, o ex-governador Silval Barbosa, esperavam que Sérgio Ricardo fosse indicado ao TCE pela Assembleia, enquanto Moraes seria indicado pelo Executivo.

Para facilitar ainda mais a entrada do ex-secretário no Tribunal de Contas, eles contariam também com a ajuda de Humberto Bosaipo. "As circunstâncias indicam que provavelmente Humberto Bosaipo, então Conselheiro, respondendo a vários processos criminais e ações de improbidade administrativa, pediria aposentadoria para favorecer o grupo político que prometia apoio a Eder Moraes".

A "recompra" da cadeira teria ocorrido porque Maggi e o seu vice à época, o ex-governador Silval Barbosa, esperavam que o então deputado estadual Sérgio Ricardo fosse indicado ao TCE pela Assembleia, enquanto Moraes seria indicado pelo Executivo.

Para facilitar ainda mais a entrada do ex-secretário no Tribunal de Contas, eles contariam também com a ajuda de Humberto Bosaipo. "As circunstâncias indicam que provavelmente Humberto Bosaipo, então Conselheiro, respondendo a vários processos criminais e ações de improbidade administrativa, pediria aposentadoria para favorecer o grupo político que prometia apoio a Eder Moraes".

Conforme a denúncia, ainda a pedido do então governador Blairo Maggi, Éder Moraes e Junior Mendonça teriam ido ao gabinete de Alencar Soares para entregar um cheque de R$ 2,5 milhões, emitido em nome da Amazônia Petróleo. No entanto, o conselheiro teria pedido que o cheque fosse substituído por três transferências bancárias e depósito de vários cheques, em favor da empresa Paz Administradora de Ativos Ltda., que teria sido indicada por Soares. . O valor utilizado seria oriundo dos cofres públicos.

No início de 2010, uma nova reunião teria sido feita para selar a transação de vaga do Tribunal de Contas do Estado. O segundo repasse, com o valor que faltava, R$ 1,5 milhão, foi entregue a Soares em março do mesmo ano.

Conforme o MPE, as investigações revelam que "fica claro, também, que a vaga "cadeira" destinada ao requerido Sérgio Ricardo seria a do Conselheiro Alencar Soares".

Ao elencar as condutas de cada réu na suposta compra de vaga no TCE, o MPE cita que Maggi concordou com as pretensões ilegais de Sérgio Ricardo e Éder Moraes. "Ordenou a Éder Moraes resolução de acerto imoral, através de repasses extraídos da "conta corrente", ou seja, de conta alimentada e mantida com recursos públicos desviados, oriundos de "esquema" montado e alimentado com dinheiro público. "Concomitantemente, de forma livre e consciente (dolosamente) e com acentuada má-fé, atentou contra os princípios da administração pública, desejando ofender os deveres de moralidade, honestidade, legalidade e lealdade à instituição que pertencia, retardando aposentadoria comprada, providenciando a restituição de valores ao corruptor (Sérgio Ricardo), através de repasses ao corrompido Alencar Soares e depois aderindo e permitindo que fosse concretizada compra da vaga de Conselheiro do TCE, no escuso e ímprobo interesse próprio, de um protegido (Éder Moraes), bem como de um grupo de autoridades (requeridos) pertencentes ao Executivo e Legislativo Estaduais (SIC)”, relata trecho da denúncia encaminhada pelo MPE à Justiça.

No dia 9, em razão da denúncia do MPE, o juiz Luís Aparecido Bertolucci Júnior, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, determinou a indisponibilidades de bens de Maggi em até R$ 4 milhões. Além do ministro, também sofreram a mesma punição os outros réus na ação referente à compra de vaga no TCE.

Também foram alvo da determinação sobre os bens indisponíveis o ex-conselheiro Alencar Soares Filho, o ex-secretário Eder Moraes, o empresário Gercio Marcelino Mendonça Júnior, o ex-conselheiro Humberto Bosaipo, o ex-deputado José Riva, o empresário Leandro Soares e o ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

O conselheiro Sérgio Ricardo, além de sofrer a mesma sanção de indisponibilidade dos bens, foi afastado do cargo no TCE.

Apesar de ter solicitado o bloqueio dos bens dos acusados, a Justiça conseguiu localizar somente R$ 479.513,28 mil nas contas dos réus. Os valores bloqueados estavam nas contas do ministro da Agricultura e do conselheiro afastado, Sérgio Ricardo.

A Justiça não localizou nenhum valor nas contas de Silval Barbosa (PMDB), Éder Moraes Dias e do filho de Alencar Soares, Leandro Valoes Soares. Silval e Éder já têm as contas bloqueadas, em razão de outros processos que respondem. Já dos demais réus, foram encontrados valores “insignificantes”, o que fez com que o Judiciário liberasse o bloqueio.

Conforme a decisão , caso não fossem localizados nas contas dos réus o montante de R$ 4 milhões, deveria ocorrer o bloqueio de carros e imóveis. Porém, foram encontrados veículos apenas em nome do ministro da Agricultura e "Junior Mendonça". Já em relação aos imóveis, o Judiciário aguarda o envio de informações dos cartórios.


Fonte: folha max
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Política
     
16 de Janeiro, 2017 - 20:16
Deputado sugere taxação do agronegócio para garantir RGA aos servidores de MT

O deputado estadual recém-empossado, Allan Kardec (PT), garantiu que lutará para que o Estado pague a Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores públicos. O parlamentar, que pertence à oposição ao Governo, declarou que cobrará melhorias na gestão de Pedro Taques (PMDB) e comentou sobre a reforma tributária que deve ser adotada pelo Estado.

Allan Kardec foi empossado deputado estadual em 5 de janeiro e assumiu a cadeira da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) que pertencia a Emanuel Pinheiro (PMDB), que saiu do legislativo para assumir a prefeitura da Capital. Kardec era o segundo suplente da coligação PT-PR-PMDB.

Porém, Altir Peruzzo (PT), que ocupava a primeira suplência, foi eleito prefeito do município de Juína. O funcionalismo público deve ser uma das principais questões tratadas por Kardec durante os dois anos de mandato. "Sou servidor público de carreira, filho de professor, então vamos fazer defesa intransigente da RGA e o diálogo direto com o servidor público de Mato Grosso”, declarou o ex-vereador de Cuiabá, durante entrevista ao “Jornal do Meio Dia”, da TV Record, na última sexta-feirara (13). “A Prefeitura e o Estado, mais do que a União, é indutor de serviço, porque eles precisam oferecer serviços para a comunidade. O patrimônio maior de uma prefeitura municipal e de um Estado deve ser o servidor, então vamos trabalhar fortemente essa pauta”, disse.

Sobre a RGA não ter sido incluída na Lei Orçamentária Anual (LOA), Kardec explicou que novas medidas podem ser tomadas pela oposição. Ele mencionou uma emenda que ainda pode ser debatida pelos parlamentares. "O deputado Vanclei fez a emenda 12 na LOA, falando sobre a obrigatoriedade do pagamento da RGA. Pedimos uma votação separada para essa emenda, para fazer essa discussão com os pares. Somente quatro deputados votaram a favor dela. A gente não precisava nem fazer essa emenda, porque o pagamento da RGA já é constitucional, já é um direito do trabalhador”, comentou.

Outra medida que também pode ser adotada para que o Governo conceda a RGA aos servidores envolve a Reforma Tributária. “Vamos fazer acompanhamento da execução financeira do Governo do Estado. Vamos discutir a reforma tributária, que é uma possibilidade para melhorar a arrecadação do Estado e fazer o pagamento integral da RGA em 2017”, contou o parlamentar.

Em relação à reforma tributária, Kardec assegurou que haverá um estudo aprofundado sobre os impactos que ela poderá trazer ao Estado. "Queremos tranquilizar os empresários, pois sabemos que a classe produtiva é quem gera emprego, por isso não podemos arrochar todos os empresários. Mas precisamos ter um olhar diferenciado para o pequeno produtor, para o pequeno e médio empresário, em especial para o comércio na Baixada Cuiabana. A gente fica no foco apenas do agronegócio, na mão de meia dúzia de empresas, e o restante do empresariado?”, questionou.

O parlamentar comentou sobre as medidas da reforma que podem impactar o agronegócio. “O incentivo fiscal é para a produção de grãos, do agronegócio que é transformado, industrializado. Também temos que ter olhos para aqueles que são vendidos in natura e também não pode ter incentivo fiscal, por isso vamos trabalhar fortemente em cima disso”, disse.

O ex-vereador defendeu a taxação de mais produtos relacionados ao agronegócio do Estado. “Acho que a gente precisa entender quais produtos não são vendidos em transformação, mas in natura. Esses produtos precisam ser taxados. Precisamos analisar se o agronegócio consegue, de fato, contribuir conosco para melhorar a arrecadação no Estado”.

“Há uma discussão de que existe um reforço no caixa por meio da tributação das vendas de tratores, insumos agrícolas, entre outros itens. Mas a gente pode fazer um olhar diferente. Podem aumentar o imposto da carga tributária do servidor público de 11% para 14% e o agronegócio não vai contribuir conosco, para as melhorias do Estado, com nem 1%?”, questionou.

Por fim, o deputado estadual ponderou sobre as decisões que devem ser tomadas referentes à reforma tributária. “A gente vai fazer uma discussão madura e com tranquilidade, para que a gente possa encontrar soluções”.

Gestão de Taques

Oposição a Taques, Allan Kardec criticou a postura adotada pelo chefe do executivo estadual nos primeiros anos de mandato. "O governador Pedro Taques e os membros da sua equipe começaram o primeiro e segundo ano de mandato olhando muito para o retrovisor. Foi errado porque eles trabalharam muito naquilo, mas temos outros órgãos que devem fazer essa função de controle, como o Ministério Público e o Tribunal de Justiça”, enfatizou.

O parlamentar pretende cobrar novas atitudes do Governo e melhorias para poder reverter a situação da crise financeira. “É preciso fazer o Estado andar e desenvolver. A crise está instalada, mas só é possível fazer recuperação se o Estado andar. É necessário destravar obras e liberar financiamentos. Acho que isso deve ser feito. Vamos cobrar do Governador que o Estado se desenvolva em 2017 e 2018 e a população sinta menos a mão pesada do imposto”, garantiu.

Kardec destacou que fará críticas construtivas a Taques, com o objetivos de trazer melhorias. "Da minha parte, não haverá nenhum diálogo no sentido de “quanto pior, melhor”. A gente quer apontar os erros e melhorar a vida do povo de Mato Grosso. Se a gente fizer oposição cega, não vamos contribuir. Nesse caso, a gente vai fazer um Estado de caos. Meu mandato não está disponível para isso”, concluiu.

Fonte: folha max
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COMENTÁRIOS
  Nome: ednaldo colli
  E-mail: ednaldocolli@hotmail.com
  Publicado às: 17/01/2017 - 09:39:21
  Cidade: Sinop

Começe a dar exemplo deputado faça uma emenda e ponha em votação para reduzir o próprio salário em 60% e extinguir as verbas de gabinete, já ajudaria e muito a cubrir o rombo do RGA.
Política
     
16 de Janeiro, 2017 - 20:14
Deputada questiona TCE e vê 2 falhas graves nas contas de Taques

A deputada estadual Janaína Riva (PMDB) afirmou ter encontrado duas falhas graves nas contas do primeiro ano da gestão do governador Pedro Taques (PSDB). A parlamentar da oposição pediu vistas na última quarta-feira (11) e suspendeu a votação da prestação de contas de Taques na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT).

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) havia emitido parecer favorável às contas de Taques em junho passado. A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária da AL-MT também emitiu relatório favorável à aprovação das contas do governador.

No entanto, o pedido de vistas da deputada estadual acabou postergando a votação das contas do governador.

Conforme a peemedebista, durante análise inicial, foram encontrados dois erros graves nas contas do Estado em 2015. “Já encontrei duas faltas que considero muito graves. É o estouro da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e suplementações sem autorização da Assembleia Legislativa, que eu considero graves”, detalhou.

Apesar de ter iniciado a análise das contas de Taques, a deputada acredita que não finalizará o levantamento dentro do prazo de cinco dias, período pelo qual é concedido o pedido de vistas dos parlamentares. "Estamos debruçados em cima das contas, já faz alguns dias. São 16 mil páginas, não tem como analisá-las em cinco dias. Já adiantei isso a alguns colegas parlamentares, que respeitam essa minha posição, até porque não há motivos para ter tanta pressa”, disse.

Para Janaína Riva, um prazo maior é necessário para que possa fazer uma análise com os devidos cuidados. “Acho que isso tem que ser apurado com muita cautela. Até para se fazer um parecer, se necessário, contrário àquilo que foi encaminhado pelo Tribunal, precisa de mais tempo para poder analisar, com vigor, tudo aquilo que o Tribunal e a Assembleia analisaram”, pontuou.

A deputada garantiu que continuará analisando a prestação de contas do governador, porém não conseguirá terminar a apuração dos documentos nesta semana. “O que puder fazer para ser mais rápido possível, vou fazer. Mas óbvio que 16 mil páginas devem ser analisadas com cautela e vou devolver assim que possível”.

APROVAÇÃO DO TCE

Apesar de as contas de Taques em 2015 terem sido aprovadas pelo TCE, foram apontadas dez irregularidades, sendo nove de natureza grave e uma gravíssima. O relator do processo foi o conselheiro José Carlos Novelli.

A irregularidade gravíssima apontada pelo órgão foi referente justamente à LRF, pois o limite da Receita Corrente Líquida deveria ser de 49% com a folha de pagamento, mas o governo atingiu a marca de 50,2%.


Fonte: folha max
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ENCONTRO COM LIDERANÇAS:
     
16 de Janeiro, 2017 - 16:31
Prefeita de Sinop recebe deputados e vereadores

A prefeita de Sinop, Rosana Martinelli (PR), recebeu em seu gabinete nesta segunda-feira (16), o deputado federal Nilson Leitão (PSDB), o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM) e vereadores do PSDB e PDT. Durante o encontro, os parlamentares se colocaram à disposição do Município para debater demandas junto ao Governo do Estado, principalmente nas áreas de saúde, segurança pública e a duplicação da BR-163.

"Nesse momento não é hora de discutir partidos ou sigla partidária, o momento é de discutir o município de Sinop. Nós temos que nos unir e buscar recursos e os deputados federais e estaduais são os intermediadores, nada mais justo do que estarmos aqui discutindo Sinop", afirmou a prefeita.

Questionada pelo vereador Dilmair Callegaro sobre as reclamações da população em relação aos serviços de água e esgoto da empresa Águas de Sinop, a prefeita lembrou que na semana passada, notificou a concessionária para que sejam feitos reparos ou reconstrução em obras que foram identificadas falhas, e adiantou que determinou à Procuradoria Jurídica na primeira semana de gestão, que sejam adotadas as medidas cabíveis em relação ao tema, cumprindo uma de suas promessas de campanha, como a realização de auditoria independente.

O deputado federal Nilson Leitão (PSDB) foi quem solicitou a agenda com a prefeita. Segundo o tucano, foram discutidas questões pontuais para serem encaminhadas ao Governo do Estado como saúde, segurança pública, duplicação da BR-163 e ampliação do Aeroporto Municipal João Batista de Figueiredo.

"Vamos sentar com o governador, afinar os assuntos que estamos vendo dificuldades, como é o caso da saúde e da segurança. São temas que Sinop vem sofrendo. Queremos resolver os problemas que Sinop precisa para que a população se sinta representada", declarou o deputado.

O deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM), líder do governo na Assembleia Legislativa (ALMT), também participou do encontro. "Nós queremos achar a construção melhor pra Sinop, por isso nós viemos aqui procurar a prefeita Rosana para nos colocarmos à disposição".

O vice-prefeito Gilson de Oliveira (PMDB) disse aos deputados e vereadores que durante a reunião do secretariado na primeira semana de gestão, reforçou o pedido que os parlamentares, independente de partido sejam sempre atendidos e pediu que o PSDB, DEM e PDT deem um voto de confiança à gestão.

"É importante dar esse crédito no começo da administração para que a Prefeitura implemente as ações e depois os vereadores tomem a sua posição. Pedimos um prazo e a abertura de diálogo com todos está sendo dada, sabemos que a prefeita Rosana e toda a gestão tem as melhores das intenções", afirmou.  

Também participaram da reunião, os vereadores da bancada do PSDB na Câmara de Sinop Adenilson Rocha, Dilmair Callegaro, Ícaro Severo e Luciano Chitolina, bem como o vereador Joacir Testa do PDT, suplentes de vereador e dirigentes partidários.


Da Assessoria


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Política
     
16 de Janeiro, 2017 - 15:57
Neri recusa convite de Taques para assumir Seaf e prefere ficar no Mapa

O secretário nacional de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller (PP), recusou o convite feito pelo governador Pedro Taques (PSDB) para assumir a secretaria estadual de Agricultura Familiar (Seaf). “Analisei durante esse final de semana e tem 98% de possibilidade de que não vá. Sinto que posso ajudar mais no ministério”, explica o progressista RDNews

Taques lançou convite a Neri na semana passada, quando ambos se reuniram, juntamente com o presidente estadual do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca. Neri chegou até a mostrar um entusiasmo, no entanto, foi convencido a ficar no Mapa. “Não fechei as portas. Ainda vou conversar com Blairo”, explica o ex-ministro do Governo Dilma Rousseff (PT)

Nos bastidores, a informação é que o ministro Blairo Maggi (PP) é o principal empecilho de Neri para assumir a pasta estadual. Isso porque, Blairo é contra o PP ocupar cargo no governo Taques. Além disso, o secretário de Políticas Agrícolas é braço direito do senador licenciado no ministério.

Nessa mudança de perfil de secretariado, de técnico para político, Taques tem contemplado inúmeros partidos que o ajudaram a eleger em 2014. O PSB é um dos partidos mais favorecidos com as mudanças. Isso, inclusive, gerou “ciúmes” no PSD, do vice-governador Carlos Fávaro. Os deputados estaduais ameaçam, até, deixar a base, caso o partido não seja contemplado com mais espaço na administração.

Fonte: RDNews
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