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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 24 de Junho de 2017
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HONRADOS E PROBOS:
     
24 de Junho, 2017 - 08:04
Governo defende coronéis presos por ordem de Orlando Perri

O governo do Estado emitiu uma nota de esclarecimento onde fez a defesa do secretário da Casa Militar, coronel  Evandro Lesco, e seu adjunto, coronel Ronelson Barros, presos no final da tarde desta sexta-feira (23) por suposta participação no esquema das interceptações telefônicas ocorridos no âmbito da PM em Mato Grosso.

As ordens de prisão foram determinadas pelo desembargador Orlando de Almeida Perri,  decretadas com base nas investigações em andamento sobre o esquema de escutas telefônicas clandetinas na modalidade "barriga de aluguel”. Ainda não se sabe ao certo quantas pessoas entre políticos, magistrados, médicos, empresários e jornalistas foram grampeados, mas em uma decisão judicial sobre o assunto foi citado que teriam sido realizados pelo menos mil grampos.

O caso veio à tona por meio de denuncia formalizada pelo promotor de Justiça e ex-secretário de Segurança, Mauro Zaque.

Conforme a nota do Gabinete de Comunicação (GCom), o governo respeita a decisão judicial, porém, ressalta que os secretários são de "absoluta confiança" e não há “nenhum ato que desabone suas condutas de militares e agentes públicos honrados e probos”.

Apesar da confiança, diante das prisões, ambos serão afastados provisoriamente dos cargos que ocupam até que se esclareçam as investigações sobre ambos. Neste período, o atual Comandante Regional do CR 7, coronel Wesley de Castro Sodré passa a responder interinamente pela Chefia da Casa Militar.

Além de Lesco e Ronelson, foram presos o Comandante do 4º Batalhão em Várzea Grande, tenente coronel Januário Antônio Edwiges Batista e o Cabo Euclides Luiz Torezan, cedido Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) por participação nos grampos.

Já o Corregedor Geral da PM, coronel Alexandre Mendes, e o Diretor de Inteligência da PM, Victor Fortes, foram presos por vazarem informações sigilosas sobre estas prisões que tinham como alvos os membros do Estado.

Ainda conforme a nota, o governador Pedro Taques (PSDB) reforça que tomou as medidas cabíveis tão logo tomou conhecimento do vazamento das informações sigilosas e garantiu que acompanhará as investigações sobre suas atuações.

Taques ressalta ainda que acredita e que tem “convicção de que a verdade prevalecerá, e que ao final das investigações os verdadeiros culpados serão identificados e punidos na forma da lei”, encerrou.

Confira íntegra da nota

Diante da confirmação dos mandados de prisão expedidos nesta sexta-feira (23.06) pelo desembargador Orlando de Almeida Perri, do Tribunal de Justiça, o Governo do Estado de Mato Grosso vem a público esclarecer o que segue:

1. Que respeita a decisão judicial, mas ressalva que os coronéis PM Evandro Lesco e Ronelson Barros gozam da total confiança do Governo, e esclarece que, apesar da decretação das prisões, as investigações estão em fase inicial e não há, até onde seja do conhecimento do Governo, nenhum ato que desabone suas condutas de militares e agentes públicos honrados e probos.

2. Que diante das prisões preventivas do secretário e do secretário adjunto da Casa Militar, Lesco e Barros, respectivamente, o governador Pedro Taques determinou o afastamento provisório e não remunerado dos dois secretários, até que se esclareçam as investigações sobre ambos.

3. O governador anuncia a nomeação do Cel PM Wesley de Castro Sodré, atual Comandante Regional do CR 7 (Tangará da Serra e região) para responder interinamente pela Chefia da Casa Militar.

4. Quanto às prisões do Tenente Coronel Januário Antônio Edwiges Batista, atual Comandante do 4º Batalhão, em Várzea Grande, e do Cabo Torezan, cedido ao Gaeco (Grupo de Atuação e Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público Estadual, o Governo do Estado acompanhará as investigações sobre suas atuações.

5. O Governador Pedro Taques revela que, assim que tomou conhecimento de que dois oficiais militares do Alto Comando da PMMT (Cel Alexandre Mendes, Corregedor Geral da PMMT, e Victor Fortes, Diretor de Inteligência da PMMT) estiveram na Casa Militar na manhã desta sexta-feira para revelar a possibilidade de prisão de membros do Governo, inclusive recomendando que se “preparassem”, tomou a única medida que lhe competia, que foi a de comunicar o fato ao presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, uma vez que a atuação dos dois militares caracterizaria, em tese, crimes de violação de sigilo judicial e obstrução da Justiça, recomendando ao presidente do TJ, desembargador Rui Ramos, que tomasse as providências que julgasse apropriadas ao caso. Como autoridade pública e professor de Direito, o governador não poderia se omitir diante dos fatos supostamente ilegais trazidos ao seu conhecimento, sob pena de cometer o crime de prevaricação, pois não coaduna com vazamentos ilegais, em respeito às decisões judiciais. O governador também comunicou o fato ao secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, que já encaminhou a notícia do suposto crime ao Ministério Público da Auditoria Militar.

6. Por fim, o governador acredita na Justiça e nas instituições democráticas, reitera sua convicção de que a verdade prevalecerá, e que ao final das investigações os verdadeiros culpados serão identificados e punidos na forma da lei.

Cuiabá-MT, 23 de junho de 2017

GCOM – Secretaria do Gabinete de Comunicação do Governo de Mato Grosso.

Fonte: Gazeta Digital
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Política
     
23 de Junho, 2017 - 17:28
Comissão pede cassação de vereador suspeito de cobrar 'mensalinho' de servidores de gabinete em Sinop

Uma Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Vereadores de Sinop, a 503 km de Cuiabá, pediu a cassação do mandato do vereador Fernando Heliodoro Brandão (PR) por receber um “mensalinho“, arrecadando parte dos salários de funcionários lotados no gabinete dele. O relatório final da comissão, concluído no dia 12 de junho, deve ser votado em uma sessão extradionária que ainda não teve data marcada.

O relatório leva em consideração o depoimento de três ex-servidores do vereador, ouvidos pelos membros da comissão. Eles relataram que efetuavam repasses mensais dos próprios salários a uma assistente do parlamentar.

Uma servidora, contratada em julho de 2015, afirmou que combinou de repassar R$ 1,8 mil do salário de R$ 4 mil a assistente do vereador, supostamente a pedido dele. No entanto, depois de um acidente, ela não continuou a realizar os repasses e teria sido ameaçada pelo parlamentar.

Outro funcionário contou que chegou a entregar os valores integrais de dois salários a assistente do vereador. No entanto, depois de questionar a ordem, ele contou que foi ameaçado e mudou de cidade. Ainda segundo o servidor, o dinheiro da rescisão contratual dele foi sacado pela assistente do parlamentar.

Durante os depoimentos colhidos pela comissão, a defesa de Brandão negou todas as acusações.

No relatório final, a comissão entende a prática de "mensalinho" como "extorsão parcial ou total de valores proveniente de salários de subordinados"

"A conduta do vereador representado fere a probidade administrativa, pois está demonstrado no processo de investigação que este não exerce a função fiscalizadora inerente ao cargo eletivo que lhe fora confiado", diz trecho do documento.

De acordo com o presidente da comissão, o vereador Joacir Testa (PDT), o relatório deve ser lido e votado em uma sessão extraordinária, que não teve a data definida.

Na ocasião, os 15 parlamentares devem se posicionar sobre o documento e votar pela cassação ou absolvição do vereador. Na sessão, ele deve ter duas horas para apresentar defesa.


Fonte: G1MT
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Política
     
23 de Junho, 2017 - 14:10
Wellington considera que mudança no PSB influencia 2018 e favorece oposição

O senador Wellington Fagundes, presidente do PR estadual, acredita que a mudança ocorrida na presidência do PSB estadual, agora sob comando do deputado federal Valtenir Pereira, terá influência nas próximas eleições e vai favorecer a oposição. “O PSB estava na base do governador e passa a ser um aliado da oposição”, diz.

Já o governador Pedro Taques, embora afirme que não vai interferir, diz que não acredita que o PSB migre para oposição conforme o novo dirigente já anunciou.

Sobre a rebeldia dos deputados e prefeitos do PSB que afirmam permanecer na base de Taques, Wellington desconversa, mas diz que conversou com Valtenir sobre seu retorno à legenda para assumir a presidência. “Ele argumentou que deixou o partido com 14 mil filiados e hoje tem 16 mil”, diz.

O PR já está mobilizando lideranças para discutir, em reuniões, projeto da oposição para as eleições ao governo em 2018. Mas Wellington, que sonha viabilizar sua candidatura ao governo, afirma que ainda é cedo para discutir nomes. “Temos que definir um projeto de oposição. Hoje temos dificuldade de discutir isso em função do cenário nacional”, explica.

“Não dá para se falar em definição em função de um projeto nacional. Todas as conjecturas podem se viabilizar no futuro”, pontua. Como exemplo, ele cita PT e PMDB que foram aliados na disputa à Presidência da República e que, dificilmente, poderão caminhar juntos em 2018.

O senador afirma que o PR não quer ser um “partido grande nem pequeno” tanto no cenário nacional quanto no Estado, que não quer ser incômodo a nenhum partido, mas tem posição clara de oposição ao governo Taques desde o início. “Estivemos em palanques opostos”, lembra.

Para enfrentar Taques que deve disputar reeleição, Wellington cita nomes como o do presidente do Tribunal de Contas do Estado, Antonio Joaquim, do secretário Nacional de Políticas Agrícolas do Mapa, Neri Geller (PP), do senador correligionário Cidinho Santos e do vice-governador Carlos Fávaro (PSD). “No mínimo, teremos uns 4 ou 5 candidatos a governador. Podem surgir também nomes de empresários”, afirma.


Fonte: RDNews
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Política
     
23 de Junho, 2017 - 11:00
O deputado estadual Valdir Barranco será empossado presidente do partido em MT

A posse dos novos presidentes estadual e municipais do Partido dos Trabalhadores, em Mato Grosso, está marcada para a noite desta sexta-feira (23). O deputado estadual Valdir Barranco (PT), eleito em maio (7), por unanimidade, terá a missão de comandar o PT no estado pelos próximos dois anos. Ao todo, 79 novos presidentes municipais e 46 membros do diretório estadual serão empossados.

Barranco tem como principais metas buscar a unidade do partido em todo o estado e continuar lutando pela garantia dos direitos dos trabalhadores. "Vamos aproximar ainda mais o PT dos movimentos sociais e caminhar junto dos sindicatos e  de todos aqueles que lutam por emprego, pela terra, educação, por igualdade racial e de gêneros. Enfim, que privilegiam o cidadão sem olhar classe social e econômica  ou nível de escolaridade. O PT é forte porque  não discrimina ninguém."

A posse está marcada para às 19h na sede do Sintep/MT. Já confirmaram presença a senadora e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann; a ex-senadora e presidenta da Fundação Perseu Abramo, Fátima Cleide; o deputado federal Ságuas Moraes (PT) e o prefeito de Juína Altir Peruzzo (PT).


Da Assessoria


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Política
     
23 de Junho, 2017 - 10:42
PDT lança deputado ao Senado e apostará em "ficha limpa" ao Governo em 2018

Principal liderança do Partido Democrático Trabalhista (PDT) no país, o ex-ministro Ciro Gomes garantiu que o partido terá um candidato ao governo do Estado nas eleições de 2018, em chapa de oposição ao atual governo do estado. A afirmação foi feita durante sua passagem por Cuiabá na terça-feira. “Teremos uma candidatura majoritária com certeza. Estamos trabalhando. Vamos dar uma boa surpresa para Mato Grosso, podem esperar”, disse.

Questionado sobre quais seriam os nomes cotados pelos pedetistas para disputar a sucessão do Paiaguás na próxima eleição, Ciro disse que ainda é cedo para falar em nomes e que a hora é de estruturar o partido para a disputa. “Hoje não há candidatura posta. É tempo de organizar as bases. Mas é certo participar de chapas majoritárias em todos os Estados. Temos bons nomes no PDT e estamos trabalhando isso internamente”, explicou.

Presidente do PDT em Mato Grosso, o deputado Zeca Viana disse que está trabalhando no fortalecimento do partido para a disputa em 2018, buscando a filiação de lideranças renomadas e de “ficha-limpa”. “Acredito que o PDT será a terceira maior força do estado no final dessas eleições [2018]. Nós estamos trabalhando para isso. Aqui em Cuiabá, por exemplo, estamos fortalecendo com a entrada do Djalma Sabo Mendes Júnior e mais vários companheiros fortes”, disse.

Sobre sua própria situação, Zeca explicou que ainda não está definido o cargo que disputará em 2018. O deputado afirmou que seu nome está à disposição do partido e seguirá aquilo que for consenso entre a maioria dos militantes. “Eu continuo com meu projeto para o Senado, mas minha candidatura não é impositiva, depende de um consenso do partido. Se o partido quiser, estarei na luta. Se não, vamos estudar o que fazer”, detalhou.

OPOSIÇÃO

Defensor de uma limpeza ética na política, Ciro rechaçou qualquer possibilidade de o PDT compor com o partido do atual governador Pedro Taques (PSDB) e garantiu que seguirá na oposição ao regime tucano. “A nossa característica de um governo como o meu será empurrar essa gente para a oposição. E eu não vou deixar que eles fiquem na oposição nesse tamanhão não. Eu vou partir para destruí-los. Quem for sério me acompanha. Quem não for sério vai pegar o rumo da cadeia”, afirmou.


Fonte: folha max
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Política
     
22 de Junho, 2017 - 18:39
Taques diz que ida do PSB para oposição "não passa de fuxico"

O governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), acredita na lealdade dos membros da base governista que fazem parte do PSB e afirma que os rumores de que o partido pode passar para a oposição não passam de “mexerico, fuxico e fofoca”.

A sigla agora está sob o comando oficial do deputado federal Valtenir Pereira, ex-peemedebista que não descarta a mudança de postura com relação ao governo estadual. No entanto, o parlamentar enfrenta resistência interna dos outros nomes da sigla.

“Eu não vou colocar minha colher de pau nesse angu. Quem trata do PSB é o PSB. Eu quero dizer que os companheiros do PSB são leais e estão nos ajudando a administrar Mato Grosso. Os deputados estaduais, os quatros, estão conosco. Os deputado federais e Mauro Mendes também. Temos conversado bastante. No mais, é fuxico, mexerico e fofoca”.

A declaração foi feita nesta quinta-feira (22) em entrevista à imprensa no Palácio Paiaguás, Centro Político, em Cuiabá.

Diante da imposição feita pela Executiva nacional, os membros do PSB que ficaram descontentes com a nomeação de Valtenir Pereira para a presidência agora apostam em uma eleição interna para isolar o deputado federal.

“Nosso grupo político vai permanecer unido. Nós vamos brigar pelos nossos direitos dentro do partido. Vamos tentar aproveitar essa oportunidade para unir ainda mais o nosso grupo dentro do PSB. se for eleição, se for um processo democrático, obviamente a maioria dos filiados do PSB tem mais simpatia ao nosso grupo político e nós retomaremos em definitivo o diretório do partido”, avaliou o também deputado federal Fábio Garcia, membro que foi destituído da liderança da legenda.

Apesar do desgaste interno e da insatisfação generalizada, Garcia afirma que não há, entre os parlamentares estaduais e federais e também prefeitos do interior, qualquer interesse em deixar o PSB. Por isso, os líderes mandatários vão reunir na próxima segunda-feira (26) prefeitos e vereadores, para unificar o discurso e as estratégias.

“A gente vai fazer uma reunião na próxima segunda-feira, com os nossos prefeitos, com os vereadores, para explicar para eles a situação e para explicar para eles os caminhos e pedir que eles possam ficar unidos juntos conosco. Se for eleição, se for um processo democrático, obviamente a maioria dos filiados do PSB tem mais simpatia ao nosso grupo político e nós retomaremos em definitivo o diretório do partido”, finaliza Garcia.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
22 de Junho, 2017 - 16:54
TJ alega falta de provas e arquiva denúncia de corrupção contra deputado

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Rui Ramos Ribeiro, arquivou um procedimento que apurava suposta corrupção passiva praticada pelo deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) no período em que foi prefeito do município de Juara. O magistrado considerou que não havia provas que pudessem constatar o suposto crime praticado pelo parlamentar. A decisão foi proferida em 14 de junho.

De acordo com denúncia sigilosa apresentada à Corregedoria-Geral do Ministério Público Estadual, Oscar Bezerra teria cometido crime de corrupção passiva durante o período que foi prefeito de Juara, entre 2005 e 2008, cargo que atualmente é ocupado por sua mulher, Luciene Bezerra (PSB).

Conforme o denunciante, o então prefeito de Juara teria se apropriado de verbas públicas e contratado um escritório de advocacia para a cobrança de tributos como ISSQN e IPTU. A escolha do escritório, porém, teria ocorrido sem que houvesse processo de licitação. A denúncia relatou que Bezerra teria cometido o crime de corrupção passiva, em razão da contratação, pois ele teria recebido parte dos valores oriundos do acordo.

“A secretária do advogado contratado teria acompanhado todo o processo, efetuando os respectivos depósitos nas contas indicadas”, narrou a denúncia, que transformou-se em Procedimento Administrativo Investigatório.

Em análise sobre o caso, o Ministério Público Estadual relatou que não verificou indícios de crime. O órgão classificou a denúncia formulada como genérica, “e não delineou, ainda que minimamente, as circunstâncias da suposta prática criminosa e, muito menos, trouxe consigo algum elemento comprobatório”.

Conforme o MPE, Oscar Bezerra teria apresentado documentos que enfraqueceram as alegações de que ele tivesse cometido crime de corrupção ao contratar o escritório de advocacia.

“O membro do Parquet, titular da Ação Penal, não obteve êxito em coligir documentos mínimos necessários a eventual requerimento de instauração de inquérito policial, razão pela qual pugnou pelo arquivamento do presente procedimento”.

Em sua decisão, Rui Ramos mencionou jurisprudência do Tribunal de Justiça de São Paulo, em decisão proferida em 2012, na qual foi arquivado um procedimento contra um prefeito em razão da falta de provas sobre suposta conduta ilítica.

“Desse modo, acolho a promoção ministerial para o fim de determinar o arquivamento do presente feito, sem prejuízo do disposto no artigo 18 do Código de Processo Penal. Atendendo ao requerimento formulado pelo Promotor de Justiça, em respeito ao Princípio da Publicidade dos atos, dê-se ciência à parte interessada, Oscar Martins Bezerra, Deputado Estadual. Após, dê-se baixa e arquive-se”, assinalou.


Fonte: folha max
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Política
     
22 de Junho, 2017 - 16:00
Governo Federal revogará portaria que limita despesas de Institutos Federais de Educação

A portaria 28/2017 do Ministério do Planejamento, que limita despesas para custeio dos Institutos Federais de Educação (IFEs), será revogada pelo Governo Federal. A decisão foi tomada pelo Ministro do Planejamento Dyogo Oliveira, na noite desta quarta-feira (21), durante audiência com os senadores Wellington Fagundes (PR/MT) e Valdir Raupp (PMDB/RO), a deputada federal Marinha Raupp (PMDB/RO) e representantes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).

Relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2017, o senador Wellington Fagundes comemorou a revogação da portaria, pois a limitação imposta pelo documento estava prejudicando o funcionamento dos IFEs. A questão havia sido debatida em audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional do Senado.

"Fui procurado por alguns representantes dos Institutos Federais, que pediam apoio para a derrubada da portaria nº 28/2017. Muitos enfrentavam dificuldades para manter contratos de prestação de serviço terceirizado de limpeza e vigilância, por exemplo. Algumas instituições chegaram a diminuir o número de vagas aos alunos por conta dessas dificuldades impostas pelo texto, mas o ministro Dyogo foi muito sensível ao pleito e decidiu pela revogação" - observou o senador.

Outra solicitação tratada no encontro foi sobre os cortes do contingenciamento do orçamento de 2017, aos Institutos Federais. "A instituição cresceu de maneira muito significativa, são quase um milhão de alunos matriculados nas 640 unidades dos IFEs espalhadas pelo país, alunos esses em sua grande maioria do interior. Fizemos um apelo ao ministro Dyogo para que ele revisse algumas questões sobre esses cortes, e pedidos uma atenção especial na preparação do orçamento para 2018", destacou Maria Clara Schneider, diretora do Conif.

Nos últimos anos, os Institutos Federais têm contribuído de maneira fundamental para o aumento da empregabilidade dos jovens. Em Mato Grosso, o instituto é composto por 19 unidades, distribuídas em 17 municípios. Ela oferta educação profissional e tecnológica a aproximadamente 23 mil estudantes, distribuídos em 177 cursos, sendo 12 de pós-graduação, com especialização e mestrados, 119 Técnicos de nível médio e 46 superiores, entre bacharelados, licenciaturas e de tecnologias.

Nos últimos oito anos, o número de estudantes no IFMT cresceu 262%. A quantidade de unidades dobrou e o instituto investiu na capacitação dos seus técnicos-administrativos e professores. O resultado deste esforço foi confirmado pela última avaliação realizada pelo MEC: o IFMT conquistou uma das melhores notas dentre as Instituições de Ensino Superior de Mato Grosso, alcançando o Conceito 4, numa escala de 0 a 5; e na  avaliação do ENEM/2015, em que 9 das 10 melhores escolas públicas de Mato Grosso são do IFMT.


Da Assessoria


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R$ 1,8 MILHÃO:
     
22 de Junho, 2017 - 10:46
Justiça bloqueia 30% do salário de deputado de MT para pagar empresário

A juíza da Sexta Vara Cível, Tatiane Colombo, determinou que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) transfira mensalmente 30% do salário do deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) para a Conta Única do Poder Judiciário. O bloqueio tem o objetivo de saldar uma dívida do parlamentar, que teria assinado uma nota promissória em favor do empresário Ricardo Padilha Neves, em 2011.

O valor atualizado do débito é de R$ 1.806.685,98 milhão. O despacho foi proferido no último dia 13 de junho atendendo um pedido do advogado Flaviano Taques.

O salário bruto do deputado estadual é de R$ 25,3 mil segundo informações do Portal Transparência da AL-MT. Como a transferência mensal de 30% de seu salário foi determinada para saldar a dívida de R$ 1.806.685,98 milhão, Oscar Bezerra teria que trabalhar como parlamentar na Casa de Lei por 20 anos para quitar o débito – considerando que a decisão seja mantida até a última instância da Justiça e que Bezerra opte por não realizar o pagamento do passivo voluntariamente.

Uma decisão judicial desfavorável ao deputado já havia sido proferida no dia 18 de novembro de 2013, e determinava que ele realizasse o pagamento de R$ 1.108.994,28, que era o valor do débito a época no prazo de três dias, além das custas processuais e honorários advocatícios. A dívida, no entanto, não foi paga, fato que fez a Justiça determinar, no dia 1º de abril de 2014, o sequestro de alguns imóveis de Bezerra.

Mais de dois anos depois, no dia 26 de abril de 2016, a Justiça enviou um ofício ao Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso para que o órgão informasse se haviam os chamados “bens semoventes” numa propriedade de Bezerra que era alvo da execução do título extrajudicial (promissória). A decisão determinou ainda que caso fossem encontrados, os animais deveriam ser removidos com o objetivo de realização da penhora da área.

As sentenças não foram suficientes para o pagamento da dívida, tendo em vista que no dia 07 de fevereiro de 2017 a Justiça autorizou a penhora financeira de Oscar Bezerra por meio do Bacenjud - um sistema online que interliga o Poder Judiciário ao Banco Central (BC), utilizado para solicitação de informações e envio de ordens judiciais aos bancos privados e estatais que atuam no Brasil e que possuem suas atividades regulamentadas pelo BC. Na mesma data, a magistrado negou um recurso do deputado estadual, que pedia a suspensão da execução da dívida.

Outro recurso foi interposto por Oscar Bezerra, mas a Justiça também julgou improcedente a solicitação numa decisão do dia 23 de março de 2017. De acordo com Ricardo Padilha Neves, empresário que cobra a dívida na Justiça, Oscar Bezerra emitiu uma nota promissória no dia 6 de julho de 2011 no valor de R$ 816 mil com vencimento em um ano - 6 de julho de 2012. Ele falou que tentou receber o débito de várias maneiras, sem sucesso.


Fonte: folha max
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Política
     
22 de Junho, 2017 - 10:19
Botelho afirma que é difícil ser governo em MT e que só os que “mamavam nas tetas” no passado criticam Taques

Sem esconder a irritação por causa do bombardeio de críticas nas últimas sessões, o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (PSB), recorreu a um antigo ditado para explicar porque ocorre o recrudescimento dos ataques ao governador José Pedro Taques (PSDB).

“As críticas são daqueles que mamavam nas tetas do governo. E pararam de mamar. Aí tem que criticar mesmo! E vai jogar pedras sem motivo”, regaiu ele, ao participar de reunião de Taques com dezenas de dirigentes de entidades comunitárias da Região Metropolitana de Cuiabá, no Salão Garcia Neto do Palácio Paiaguás.

“Como é difícil ser governo. Não é fácil, mesmo. Vejam a qualidade das rodovias que estão sendo recuperadas. Vai para Chapada dos Guimarães checar. Antigamente só se fazia meia-boca, pois se tapava buracos. Hoje está se fazendo recapeamento de primeira qualidade, e também sinalizando”, ponderou o chefe do Poder Legisaltivo

Botelho lembrou que Cuiabá jamais teve um governador tão parceiro quanto Pedro Taques tem sido e lamentou que haja críticas até mesmo quanto à retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). “Várias obras que estão sendo feitas, em Cuiabá. Pensa bem: governo tem lutado para fazer o VLT. E como tem. Mas sofre críticas porque está fazendo todo esforço pelo VLT. Se não fizer nada pelo VLT, dizem que não fez nada. Correu atrás de financiamento, para ver se sai o recurso. Correu atrás dos entendimentos com a empresa [consórcio VLT] para ver se sai da Justiça. Vontade de acertar não falta”, sintetizou o presidente da Assembleia.

Eduardo Botelho revelou que sente orgulho do Governo Taques por conta de sua proximidade com as bases populares e organizações sociais. “O governo sofre críticas. É verdade! Sofre muitas críticas, mas nunca deixa de estar junto com a população. Uma das coisas que o governo  Pedro Taques tem me honrado muito é que eu dizia na campanha de 2014 que nós precisávamos de um govenro que tivesse  um olhar de carinho para o povo. O governador Pedro Taques tem feito isso”, complementou Botelho, citando ca Caravana da Transformação como exemplo de proximidade

“A Caravana da Transformação é um olhar do governo para aquelas pessoas que já não tinham mais esperança. E tem gente que ainda critica e considera um absurdo fazer isso [as cirurgias oftálmicas na caravana]. Quem está no governo é assim mesmo. Não tem jeito: vai levar pedradas até quando acerta”, conclui Botelho, ao lado do governador de Mato Grosso.


Fonte: Olhar Direto
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