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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 18 de Janeiro de 2017
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Política
     
16 de Janeiro, 2017 - 14:05
Governador tem encontro com presidente Temer e recebe novos prefeitos

O governador Pedro Taques participa na próxima quarta-feira (18.01) da reunião do Fórum de Governadores do Brasil e com o presidente da República, Michel Temer. Em pauta, está o Plano Nacional de Segurança Pública, apresentado pelo Governo Federal neste mês. Taques também recebe novos prefeitos para tratar de convênios entre o Estado e os municípios.

Nesta segunda-feira (16.01) o primeiro compromisso do governador é às 9h. Taques tem reunião interna com secretários durante toda a manhã. No período vespertino, o governador recebe em seu gabinete a reitora da Unemat, Ana Maria di Renzo, que vai apresentar o resultado do planejamento estratégico participativo. A reunião ocorre às 14h.

Em seguida, o governador recebe o prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Silmar Souza, acompanhado dos vereadores do município. Depois, o governador recebe o prefeito de Nova Guarita, Zeca Zamoner, juntamente com os vereadores da cidade.

Terça-feira

Pela manhã, o governador fará despacho interno e às 10h, Taques tem reunião com o prefeito de Diamantino, Eduardo Capistrano, acompanhado dos vereadores do município. Às 15h, o governador recebe o líder do governo na Assembleia Legislativa, Dilmar Dal Bosco. Em seguida, recebe o secretário de Estado de Gestão, Júlio Modesto e os adjuntos da pasta.


Quarta-feira


Nesta quarta-feira (18.01), Taques segue para Brasília, onde participa pela manhã da reunião do Fórum dos Governadores, na Residência Oficial de Águas Claras e depois segue para reunião com o presidente da República, Michel Temer, no Palácio do Planalto.


Depois, o governador segue para reuniões em outros ministérios.


Quinta-feira


Na quinta-feira (19.01) pela manhã está prevista a participação do governador no Dia de Negócio e Tecnologia (Dinetec), em Canarana (823 km ao Leste). Depois, o governador almoça com a diretoria da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), na sede da federação.


No período vespertino, o governador visita a sede da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar e Assuntos Fundiários (Seaf), localizada na Avenida Jornalista Arquimedes Pereira Lima Nº 1000 - Jd. Itália, em Cuiabá.


De volta ao gabinete, o governador recebe o deputado Saturnino Masson e o prefeito de Tangará da Serra, Fábio Junqueira. Depois, participa da abertura da exposição "O olhar vertical Tuca Reinés", às 19h, no Palácio da Instrução, em Cuiabá.


Sexta-feira


Nesta sexta-feira (20.01), o governador tem reunião com o prefeito de Campo Verde, Fábio Schroeter e com os vereadores do município. Depois, a reunião é com o prefeito de Paranatinga, Marquinhos do Dedé e os vereadores da cidade.


No período vespertino, o governador entrega 28 veículos do Indea. A entrega será às 14h, na sede da Seaf, localizada na Avenida Jornalista Arquimedes Pereira Lima Nº 1000 - Jd. Itália, em Cuiabá.


Da Assessoria


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Política
     
16 de Janeiro, 2017 - 10:08
Defaz: cheques foram para contas de pessoas ligadas a deputados

Relatório elaborado pela Delegacia Fazendária (Defaz) aponta que assessores e até parentes de três deputados estaduais foram alguns dos beneficiários finais dos valores pagos a título de propina no suposto esquema que teria desviado R$ 15,8 milhões na desapropriação de uma área de 55 hectares no Bairro Jardim Liberdade, em Cuiabá.

A investigação do destino e origem dos cheques é realizada na 4ª fase da Operação Sodoma.

Conforme a Defaz, a assessora parlamentar no gabinete do deputado Mauro Savi (PSB), Adriana Rosa Garcia de Souza, foi uma das beneficiárias dos cheques emitidos pelo advogado Levi Machado – um dos investigados na operação.

O relatório apontou que dois cheques totalizando R$ 190 mil (R$ 95 mil cada) foram depositados nas contas da empresa Gonçalo de Souza e Cia., da qual Adriana Rosa é sócia, no dia 10 de novembro de 2014.

Ainda de acordo com a Defaz, outro assessor parlamentar que atua no gabinete do deputado Mauro Savi também recebeu cheques movimentados no suposto esquema.

Segundo o relatório, no dia 4 de novembro de 2014, Victor Francisco de Miranda Leite descontou, na boca do caixa, um cheque de Levi Machado, no valor de R$ 95 mil.

Este valor, conforme a Defaz, foi depositado em outras cinco contas.

As investigações identificaram que R$ 10,1 mil foram para a empresa M. C. Tonhá e R$ 21,9 mil para Cleber Antônio Cini, assessor parlamentar da presidência da Assembleia Legislativa, atualmente comandada pelo deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB).

Os três depósitos restantes foram: R$ 26,4 mil para a empresa Cini e Fonseca Viagens e Turismo Ltda; R$ 27 mil para a empresa Abelha Táxi Aéreo e Manutenção Ltda.; e R$ 10 mil para Josuel Vieira.

A Defaz também identificou que a esposa do deputado Wagner Ramos (PSD), Kelen Simone Nunes Fernandes Ramos, foi uma das beneficiárias finais dos cheques.

O relatório diz que ela recebeu um cheque emitido por Levi Machado no dia 29 de outubro de 2014, no valor de R$ 95 mil.

A Defaz disse ainda que um cheque de R$ 95 mil foi destinado ao empresário Denilson Deungaro, dono da empresa do ramo de restaurante e churrascaria, Denilson Deungaro ME., no município de Sinop.

O cheque de Levi Machado foi recebido por Denilson no dia 29 de outubro de 2014.

No lotacionograma disponibilizado no site da Assembleia Legislativa, consta que, até novembro de 2016, o empresário trabalhava como assessor parlamentar no gabinete do deputado Wagner Ramos (PR).

Filho de deputado

O relatório da Defaz traz ainda a afirmação de que dois cheques de R$ 95 mil, endossados por Levi Machado, foram sacados por um homem de 28 anos, chamado Wellinton Genésio Alves.

Após o saque dos cheques, no dia 23 de outubro de 2014, ele depositou R$ 95 mil em uma conta jurídica (Engetech Empreendimentos Imobiliários Ltda.) e outros R$ 95 mil em duas contas distintas, sendo que uma delas é do filho do deputado Romoaldo Júnior (PMDB), Paulo André Marques Boraczynski.

O filho de Romoaldo recebeu a quantia de R$ 45 mil. O restante (R$ 50 mil) foi depositado na conta de Classe C.V. Eireli-ME.

Depósitos a advogado

Conforme as investigações da Defaz, no decorrer das análises de extratos bancários, verificou-se que os créditos realizados pelo Estado para a desapropriação da área foram depositados nas contas do advogado Levi Machado, que, por sua vez, repassou 50% dos R$ 31,75 milhões para as contas dos beneficiários da empresa que representava, a Santorini Empreendimentos -, que possuía o direito para expropriar a área desde 1997.

Os 50% restantes foram destinados à SF Assessoria, como pagamento de propina aos envolvidos no suposto esquema, segundo a Defaz.

Os cheques recebidos pelos assessores e parentes dos deputados, segundo a delegacia, são referentes à 6ª e 7ª parcelas, “que juntas totalizam o valor de R$ 3,9 milhões”.

Eles foram repassados ao delator da operação, Filinto Muller, de forma nominal, “os quais foram em seguida endossados e repassados aos integrantes da organização criminosa”.

Outro lado

A redação entrou em contato direto com os beneficiários finais dos cheques de Levi Machado.

A esposa de Wagner Ramos, Kelen Simone, não atendeu as ligações e nem respondeu a mensagem enviada ao seu número de celular.

Já as ligações feitas nos telefones dos servidores da Assembleia Victor Francisco e Denilson Deungaro não completaram.

A servidora Adriana Rosa também não foi encontrada para se posicionar sobre o fato.

A assessoria do deputado Romoaldo Júnior também foi procurada, no entanto as ligações não foram atendidas.

Sodoma 4

Segundo as investigações, o empresário e delator Filinto Muller foi procurado pelo então procurador do Estado Francisco Andrade Lima Filho, o “Chico Lima”, que teria lhe pedido para criar uma empresa, em nome de laranja, a fim de possibilitar a lavagem de dinheiro da organização.

Esta empresa, segundo a Polícia, recebeu várias transferências bancárias da Santorini Empreendimentos, por meio do advogado Levi Machado de Oliveira, no intuito de “lavar” a propina.

A Polícia ressaltou que a Santorini tinha autorização para expropriar a área desde 1997, mas só em 2011, por meio do sócio Antônio Rodrigues de Carvalho, pediu que o Estado adquirisse a área pelo valor de R$ 37,1 milhões.

Porém, apenas no final de 2013, o então chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa, Sílvio Araújo, encaminhou o pedido a Chico Lima para que este elaborasse um parecer.

Segundo a Polícia, apenas 55 hectares (no valor de R$ 17,8 milhões) estavam aptos a serem desapropriados, mas o grupo aumentou para 97,5 hectares, “a fim de obter lucro”.

O delator e sócio da Santorini, Antônio Rodrigues de Carvalho, contou que, em janeiro de 2014, foi a uma reunião agendada com Chico Lima e o então secretário de Estado de Fazenda, Marcel de Cursi, na sede da Sefaz. Nesta reunião, segundo ele, Cursi exigiu que 50% do valor pago pela desapropriação retornasse para o grupo.

Dias depois, de acordo com a representação, o à época chefe da Casa Civil, Pedro Nadaf, editou o decreto que autorizou a desapropriação da área, subscrito por Silval Barbosa.

Para legalizar o futuro pagamento da indenização, o então presidente do Intermat, Afonso Dalberto, solicitou que a Sefaz agilizasse recursos para garantir o repasse

Entretanto, como na época o Intermat não possuía o recurso para fazer o pagamento, o secretário de Planejamento Arnaldo Alves teria ajustado dotação orçamentária suficiente para atender a demanda da indenização.

O próximo passo da organização, conforme a Polícia, foi a abertura de decretos orçamentários que viabilizaram créditos suplementares para a regularização fundiária.

Assim, entre maio e outubro de 2014, foram publicados sete decretos que possibilitaram que os R$ 31,7 milhões fossem pagos pela área. Pedro Nadaf detalhou como foi feita a lavagem de dinheiro do esquema, durante depoimento em que confessou os crimes, trazendo cheques da empresa SF Assessoria emitidos a pessoas próximas.

No esquema, Afonso Dalberto disse que se beneficiou de R$ 606,4 mil. Já o delator Filinto Muller relatou que Chico Lima ajustou com ele que os R$ 15,8 milhões do “retorno” seriam lavados por meio da empresa dele, a SF Assessoria.

As investigações também apontaram que o advogado Levi Machado de Oliveira recebeu uma “comissão” de 3% do montante (R$ 474 mil) para colaborar nas tratativas.

Ainda segundo a Polícia, era Chico Lima o responsável por definir quais membros receberiam as propinas oriundas dos desvios. Além dele próprio, também seriam beneficiários: Silval Barbosa, Pedro Nadaf, Marcel de Cursi, Arnaldo Alves e Afonso Dalberto.

Segundo a denúncia, a propina recebida por Nadaf e Arnaldo, por outro lado, teria sido lavada com a ajuda do empresário Alan Malouf, sócio do Buffet Leila Malouf.

Já a parcela de Silval Barbosa, no valor de R$ 10 milhões, teria sido integralmente repassada ao empresário de factoring Valdir Piran, a título de pagamento de dívidas de campanha.


Fonte: Midia News
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COMENTÁRIOS
  Nome: Cidadão
  E-mail: cidadaobrasileiro@hotmail.com
  Publicado às: 16/01/2017 - 11:27:38
  Cidade: Sinop

O povo espera que a justiça seja feita. O que mais de lê é reportagens. Triste saber que o dinheiro dos impostos viram propinas e muita gente morre por falta de recursos. Esse "câncer" tem que ser curado urgente.
Política
     
16 de Janeiro, 2017 - 08:42
Taques inicia aproximação com PP e Neri pode assumir comando da Seaf

O presidente estadual do PP em Mato Grosso, deputado federal Ezequiel Fonseca, admitiu que o partido pode ocupar alguma pasta  Governo Pedro Taques (PSDB). O tucano teria feito o convite durante um reunião política na última quinta (12), no Palácio Paiáguas com a presença do secretário nacional de Política Agricola do Ministério da Agricultura,  Neri Geller.

“O governador  nos ofereceu um espaço  na composição do governo e vamos analisar com toda cúpula do PP se participamos ou não.  Ele  também colocou que o partido  poderia assumir alguma  pasta, mas  não  disse que qual secretária”, disse ao RD News

Nos bastidores, Neri Geller, anda sendo cotado para assumir a  Secretaria Estadual de Agricultura Familiar e Regularização Fundiária (Seaf), hoje comandada por Suelme Evangelista (PSB).  Ezequiel não descarta a possibilidade, tendo em vista que o partido tem  Blairo Maggi como ministro da Agricultura,  mas assegura que não tem nada definido

“Primeiro,  é uma questão  pessoal. Ele (Neri), está muito bem no Ministério da Agricultura.  Conjecturando, Neri seria um bom nome para assumir a Seaf. Só que não ficou claro qual pasta um filiado ao PP poderia assumir, mas a de agricultura seria a ideal”, disse.

Nesta linha,  Ezequiel  comenta que  diferente  de cargo no staff de Taques, a sigla vai ajudar o Governo. "Vamos continuar ajudando o governo por meio de emendas e o que for preciso", disse.

O PP era o partido do vice-governador  Carlos Fávaro. A sigla  se afastou de Taques quando Fávaro migrou pro PSD. Mas tudo indica uma reaproximação está em andamento.

Blairo  já havia declarado  que o partido não tem deputados na Assembleia como base. Na sua avaliação, isso dificulta a aproximação e obtenção de cargos na administração estadual. 


Fonte: RDNews
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Política
     
14 de Janeiro, 2017 - 18:56
Dirigente do PSB evita bater de frente com PSD e deixa avaliação para governador

O presidente estadual do PSB, deputado federal Fábio Garcia, rebateu as comparações que outros partidos da base aliada do governo Pedro Taques (PSDB) estão fazendo em relação aos cargos que a legenda vem assumindo no Executivo Estadual.

"Essa comparação não cabe ao PSB e a nenhum outro partido fazer. Nós não vamos nos comparar com nenhum partido. Essa avaliação é o governo que tem que fazer", disse o presidente do PSB em Mato Grosso.

As declarações seriam uma resposta à insatisfação do PSD, que também busca ampliar o seu espaço no governo. A legenda tem a maior bancada na Assembleia Legislativa.

De acordo com o suplente de deputado federal, José Augusto Curvo, o Tampinha (PSD), o partido tem mais força que o PSB e mesmo assim não está sendo aproveitado.

"Nós temos seis deputados estaduais, um senador, o vice-governador e um suplente de deputado federal e mesmo assim temos menos cargos que o PSB. Não é só questão de espaço, nós queremos participar das tomadas de decisões", disse Tampinha ao Hipernoticias.

Em resposta, Fábio Garcia disse que cargos nunca foram critérios para apoiar Pedro Taques. "Eu não quero comentar as declarações de outros, mas deixo claro que o PSB sempre esteve à disposição para ajudar o governador, independente de espaço. O governo Pedro Taques tem dois anos e o PSB nunca fez comparação com outros partidos. E sempre ajudamos e vamos ajudar sem olhar cargos ou espaço", avaliou.

Fábio Garcia também disse que algumas informações de que o PSB estaria indicando pessoas no governo não são verdadeiras.

Ele diz que alguns ex-secretários que participaram da gestão Mauro Mendes em Cuiabá estão no governo por competência e não indicação do PSB.

A executiva estadual do PSD se reúne nesta segunda-feira (16) às 18 horas para reavaliar o apoio ao governo Taques. 

Fonte: hiper noticias
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Política
     
14 de Janeiro, 2017 - 18:51
Blairo desabafa no Facebook, afirma reviver pesadelo e cita até a bíblia

Em desabafo no facebook, o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP), relata que “revive um pesadelo” após a repercussão de uma decisão liminar do juiz da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular, Luiz Aparecido Bertolucci Júnior, que resultou no bloquei de até R$ 4 milhões dele e  de mais oito por suposta compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Blairo classifica a decisão como inusitada, uma vez que  ele teria sido inocentado pelo Procurador-Geral da República,  Rodrigo Janot, no âmbito das investigações da Operação Ararath. Nesta linha,  comenta achar curioso torna-se   réu em uma ação civil, que tem como origem os mesmos fatos,  já que as investigações criminais contra ele  foram arquivadas pelo Superior Tribunal Federal (STF).


“Isso me fez reviver um pesadelo. Afinal, como posso ser inocente de um crime e culpado pelos seus danos? Decidi me recolher, meditar e não permitir que sentimentos ruins me envenenassem”, escreveu em seu Facebook. 


Blairo Maggi ainda afirmou estar sereno  diante de tal situação, ressaltando as ações que vem fazendo como ministro. “Quem me conhece sabe que tenho dedicado o melhor da minha energia para trabalhar pelo Brasil, aumentando a oferta de alimentos baratos e de qualidade para cada brasileiro e abrindo novas oportunidades no mercado internacional”, escreveu.


Indignado com a decisão judicial desfavorável, cita até  a bíblia, em outro trecho da postagem. “ Foi então que me veio à mente a frase de São Paulo na carta a Timóteo: “combati o bom combate com fé e boa consciência; pois alguns, rejeitando a boa consciência, naufragaram na fé”.


Decisão


A  decisão profetida na segunda (09),  pede o bloqueio  de bens do ex-conselheiro do TCE Alencar Soares Filho; de Blairo Maggi; do ex-secretário Eder Morais; de Gércio Marcelino Mendonça Junior, conselheiro aposentado do TCE, Humberto Bosaipo; do ex-deputado José Riva; de Leandro Valoes Soares; do ex-governador Silval Barbosa, além de Sérgio Ricardo, cuja decisão determinou o afastamento do cargo. De acordo com a Justiça, ele, em conluio com os outros citados, teriam realizado a compra no cadeira de conselheiro da vaga que era ocupada por Alencar Soares.


O juiz Bertolucci aponta, em sua decisão, suposta improbidade de cada réu no esquema: Alencar Soares Filho foi responsabilizado por vender sua cadeira no TCE através de recebimento de propina; Blairo Maggi teria forçado a aposentadoria de Alencar Soares (para que Sérgio pudesse entrar na vaga); Éder Moraes foi o mentor e articulador de todo o esquema na esperança de que fosse arranjada outra vaga para atendê-lo; Gércio Júnior foi o operador da compra, tendo efetuado os depósitos referente aos pagamentos das propinas e Humberto Bosaipo utilizou e foi beneficiado com empréstimos que foram chamados de “agrados” do esquema que desviava recursos públicos dos cofres de Mato Grosso.

Fonte: G1MT
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Política
     
14 de Janeiro, 2017 - 10:47
Prefeito é investigado por contratar empresa gaúcha por R$ 1,8 milhão

O prefeito de Tangará da Serra (a 242 km de Cuiabá), Fábio Junqueira (PMDB), pode ser multado por cometer irregularidades na contratação de empresa para fornecer 600 camas ao município, pelo valor R$ 1,8 milhão.

De acordo Representação de Natureza Externa proposta pela Controladoria Geral da União (CGU) em desfavor da Prefeitura Municipal de Tangará da Serra, existem indícios de irregularidades no processo de Adesão 03/2015 da Prefeitura que formalizou carona no item 142 da Ata de Registro de Preços n.º 11058/2014, do Pregão Eletrônico 038/2014, da Prefeitura Municipal de Cuiabá.

O referido item trata-se da aquisição de 600 camas empilháveis a serem usadas em creches. A empresa WTEC Móveis e Equipamentos Técnicos Ltda, com sede na cidade Erechim - Estado do Rio Grande do Sul -, venceu o lote pelo valor de R$ 1.800.000,00 milhão.

Conforme denúncia da CGU, durante o processo de adesão ocorreu irregularidades, porém, as ilegalidades não foram descritas.

O relator do processo, conselheiro substituto Moises Maciel, encaminhou ofício ao prefeito de Tangará, Fábio Martins Junqueira, para se manifestar nos autos. Porém, o mesmo não apresentou defesa.

O processo foi concluso, e será analisado nos próximos dias pelo relator, que pode aplicar sanções ao gestor, como a aplicação de multa e até a suspensão da contratação da empresa.


Fonte: VG Notícias
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Política
     
14 de Janeiro, 2017 - 10:16
PSDB crê em fim da crise e aposta em reeleição de Taques

Presidente do diretório estadual do PSDB, o deputado federal Nilson Leitão acredita que o governador Pedro Taques (PSDB) tem plenas condições de chegar em 2018 para disputar a reeleição com chances de vitória

Ainda que reconheça as dificuldades da administração pública motivadas pela recessão da economia, o que levou Mato Grosso a perder somente em 2016 com o Fundo de Participação dos Estados (FPE) a quantia de R$ 750 milhões comprometendo assim sua capacidade de investimentos, Leitão avalia que Taques tem condições e habilidades políticas para superá-las e assim inserir o Estado novamente no caminho do desenvolvimento.

“O governador só vai atingir uma boa condição para a reeleição trabalhando. Tem que se concentrar de fato na gestão estadual e depois pensar em política. E isso está sendo feito. O governador Pedro Taques pensa nas próximas gerações e não em eleição futura. Por isso, adotou as medidas impopulares necessárias para garantir o equilíbrio das contas públicas”, disse.

De acordo com Leitão, o PSDB também vai discutir a gestão estadual com o governador a respeito do que pode ser feito principalmente em auxílio aos municípios.

Questionado a respeito da possibilidade de candidatura do ex-prefeito Mauro Mendes (PSB) ao governo do Estado nas eleições de 2018, uma vez que deixou a Prefeitura de Cuiabá com aprovação superior a 70%, Leitão avalia que Mendes e Taques poderão caminhar juntos nas eleições gerais.

“O Mauro Mendes é muito importante ao nosso grupo político e desejamos que seja nosso aliado. O PSDB mantém uma boa relação com o PSB e creio que o governador Pedro Taques será nosso candidato porque tem tudo para fazer uma boa gestão”.

Fonte: Gazeta Digital
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Política
     
13 de Janeiro, 2017 - 16:52
TSE defere candidatura e irmão de deputado assume prefeitura em MT

O presidente em exercício do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Napoleão Nunes Maia Filho, deferiu o registro de candidatura do empresário Getúlio Viana (PSB) a prefeitura de Primavera do Leste. Com isso, ele será empossado prefeito, uma vez que foi o mais votado na eleição de outubro.

Ex-prefeito do município, Getúlio Viana teve o registro indeferido pela Justiça Eleitoral de Primavera e também pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). No entanto, recorreu ao TSE e concorreu “sub júdice”, obtendo mais de 50% dos votos válidos.

Como os votos ficaram congelados, a Justiça Eleitoral determinou que o presidente da Câmara assumisse o comando do município até a definição do imbróglio pelo TSE. Desde 1º de janeiro, a prefeitura é comandada pelo vereador Leonardo Bortolin (PMDB).


Fonte: folha max
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Política
     
13 de Janeiro, 2017 - 10:02
Governador recebe demandas de prefeitos em início de mandato

Prefeitos recém-empossados de três municípios estiveram reunidos com o governador Pedro Taques na tarde desta quinta-feira (12) para uma visita de cortesia, e para tratar de futuros investimentos. Os chefes do Executivo municipal de Alto Araguaia (Gustavo Melo), Nova Marilândia (Juvenal Alexandre da Silva); e de Santo Afonso (Joabe de Almeida), além de vereadores e secretários municipais.

Para o prefeito de Santo Afonso (266 km da Capital), Joabe de Almeida, é de extrema importância ser recebido para tratar de melhorias para o pequeno município, que tem pouco mais de 4 mil habitantes. Almeida relembrou sua trajetória política incomum ao governador, onde conta que é conhecido por já ter sido secretário de Infraestrutura do município, e depois, por conta de desavenças políticas foi nomeado gari e coveiro na cidade.

“Eu creio que o governador do Estado será amigo de Santo Afonso, e eu estarei sempre aqui no gabinete procurando parcerias. Nosso município precisa de atenção, de um olhar com carinho para o saneamento e pra geração de empregos,” avalia o prefeito.

Ele citou também o compromisso do Governo com o asfaltamento da MT-240, que liga Santo Afonso a Tangará da Serra. Conforme o prefeito, o asfalto nessa rodovia deve beneficiar também as cidades vizinhas, como Arenápolis, Nortelândia, Alto Paraguaia, Diamantino, Nova Marilândia e Tangará da Serra.

O governador agradeceu a visita dos prefeitos que compareceram para buscar recursos e fazer pedidos para os municípios, e deu os encaminhamentos necessários para que os pleitos sejam analisados pelas secretarias de governo.

“Isso será feito na medida da possibilidade do Estado, sabemos que vivemos um momento de crise. Mas Alto Araguaia, por exemplo, é um município muito importante. Infelizmente tem tido um decréscimo na arrecadação. Mas o senhor tem um companheiro para ajudar Alto Araguaia a se desenvolver”, falou Taques ao prefeito Gustavo Melo.

Ele conta que a recuperação da MT-100, no sentido Sul do estado, foi encaminhada ao secretario adjunto de Obras - que está respondendo pela pasta de Infraestrutura (Sinfra) - Marcos Catalano, que responderá ao prefeito a respeito.

“Conversamos também sobre manter os cursos de Direito, não como uma turma especial, mas de forma permanente. E também outros cursos como Engenharia, Agronomia e Medicina Veterinária”, explica Taques. Os cursos são oferecidos hoje pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

O prefeito de Nova Marilândia (220 km de Cuiabá), Juvenal, não veio de uma reeleição, mas conta que já foi prefeito do município. Para ele, os principais fatores que demandam uma parceria com o Estado são a Segurança Pública e a Infraestrutura.

“Pedimos ao governador, pelo menos, mais dois policiais para atender a Segurança Pública do município, pois estamos com um déficit grande de policiais. É muito importante pra nós também uma ponte de concreto na saída da cidade pela MT-160, pois lá existe uma grande indústria de abatimento de aves, que abate cerca de 180 mil aves ao dia, e é importante também para termos um acesso à BR-364”, afirma.


Da Assessoria


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Política
     
13 de Janeiro, 2017 - 08:58
Grupo de Maggi queria se perpetuar no poder de MT, alerta juiz

O juiz da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular, Luís Aparecido Bortolussi Júnior, afirmou que a compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE) tinha como objetivo a perpetuação do poder do grupo político envolvido no esquema. Ele ainda classificou o desvio de verbas públicas como uma “prática persistente adotada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso”.

Na decisão em que decretou o afastamento do conselheiro Sérgio Ricardo e o bloqueio de até R$ 4 milhões dos réus na ação referente à suposta compra de vagas no TCE, o magistrado pontuou que o grupo que teria participado da fraude tinha como principal objetivo permanecer no poder do Estado. "E, ao que parece, a finalidade era estratégica para a perpetuação no poder do grupo político que financiava e apoiava o acusado, fato que é público e notório nesse Estado de Mato Grosso", assinalou o juíz.

Para Luís Aparecido Bortolussi, a prática de crime contra o dinheiro público é recorrente na AL-MT. Para justificar o histórico de crimes praticados na entidade, ele destacou o passado de Riva e Humberto Bosaipo, também acusados de participarem do esquema fraudulento no TCE. “A gravidade do ato pode ser considerada, por acréscimo, como resultado de uma prática política persistente adotada na Assembleia Legislativa do Estado nas últimas décadas, de onde os corréus José Geraldo Rica e Humberto Bosaipo, já condenados em 04 (quatro) ações de improbidade por este juízo e confirmadas em segundo grau de jurisdição, desviaram vários milhões de reais dos cofres públicos e por isso respondem a aproximadamente uma centena de ações civis públicas”.

Bortolussi comentou sobre o apoio que Sérgio Ricardo teria recebido de Bosaipo e Riva para realizar a suposta prática criminosa no Tribunal de Contas. “O réu Sérgio Ricardo, que se alternava na presidência e primeira secretaria daquela Casa de Leis, de acordo com a inicial, contou com o apoio incondicional de ambos para a negociata que teria culminado na compra do cargo público que se fala”, detalhou a decisão judicial.

O magistrado mencionou que, durante o período em que foi houve a suposta compra de cadeira no Tribunal de Contas, Riva era presidente da Assembleia Legislativa e Sérgio Ricardo era 1º secretário da entidade. Já Bosaipo era conselheiro do Tribunal de Contas. O juiz explicou como os acusados utilizaram os cargos para conseguir a cadeira no TCE.

"E foi nessa condição privilegiada que, de acordo com o depoimento do colaborador na Justiça Federal e corréu nesta ação, Gércio Marcelino Mendonça Junior, os deputados sacaram, no início de 2009, R$ 2 milhões cada um da conta corrente mantida junto à factoring por ele controlada, dinheiro provavelmente utilizado para a compra do cargo".

Em meio às justificativas para qualificar a suposta fraude praticada no TCE, Bortolussi relatou que a compra de um cargo público deve ser considerada um crime gravíssimo. "Se uma simples investidura fraudulenta em cargo público é grave ato de improbidade, a compra de um cargo público é improbidade gravíssima. E se o cargo comprado é o de Conselheiro do Tribunal de Contas e foi adquirido com dinheiro público desviado por agentes públicos que estão na posição mais privilegiada de poder na esfera estatal, o ato ímprobo não tem qualificação possível na esfera da imoralidade", asseverou.

BENS BLOQUEADOS

Em decisão proferida na última segunda-feira (9), o juiz Luiz Bortolussi Júnior pediu o afastamento do conselheiro Sérgio Ricardo e o bloqueio de bens em até R$ 4 milhões dele e de outros sete réus na ação, por conta da suposta compra de vaga no TCE. Os outros alvos da decisão judicial foram o ex-conselheiro Alencar Soares Filho, o ministro Blairo Maggi, o ex-secretário Eder Moraes, o empresário Gercio Marcelino Mendonça Júnior, o ex-conselheiro Humberto Bosaipo, o ex-deputado José Riva, o empresário Leandro Soares e o ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

Apesar de ter solicitado o bloqueio dos bens dos acusados, a Justiça conseguiu localizar somente R$ 479.513,28 mil nas contas dos réus, na quarta-feira (11). Os valores bloqueados estavam nas contas do ministro da Agricultura e do conselheiro afastado, Sérgio Ricardo.

A Justiça não localizou nenhum valor nas contas de Silval Barbosa (PMDB), Éder Moraes Dias e do filho de Alencar Soares, Leandro Valoes Soares. Silval e Éder já têm as contas bloqueadas, em razão de outros processos que respondem. Já dos demais réus, foram encontrados valores “insignificantes”, o que fez com que o Judiciário liberasse o bloqueio.

Conforme a decisão, caso não fossem localizados nas contas dos réus o montante de R$ 4 milhões, deveria ocorrer o bloqueio de carros e imóveis. Porém, foram encontrados veículos apenas em nome do ministro da Agricultura e "Junior Mendonça". Já em relação aos imóveis, o Judiciário aguarda o envio de informações dos cartórios.


Fonte: folha max
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