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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 23 de Agosto de 2017
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Política
     
18 de Agosto, 2017 - 09:20
PSD garante espaço para Maggi em chapa e descarta enfrentar Taques em 2018

O vice-governador Carlos Fávaro (PSD) espera que o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi (PP), faça parte do grupo político encabeçado pelo governador Pedro Taques (PSDB) nas eleições de 2018. Inclusive, Maggi já teria espaço “cativo” como um dos candidatos ao Senado na chapa onde Taques deve buscar a reeleição ao Governo.

“Torço que sim [que Blairo Maggi faça parte da base aliada]. O PP vai estar junto a base aliada e Blairo Maggi será um dos candidatos ao Senado”, disse o vice-governador em entrevista ao programa Jornal do Meio Dia (TV Record).

Fávaro também comentou a possível ida do senador José Medeiros, que atualmente é do PSD, ao PR, partido do também senador Wellington Fagundes, adversário do grupo político de Pedro Taques. Porém, o vice-governador minimizou o fato, dizendo que Medeiros é uma “novidade brilhante na política” e que o partido “está a sua disposição”.

“O senador Medeiros faz um grande papel, está sendo uma novidade brilhante na politica. Está fazendo seu papel no Senado, buscando seu espaço. É legítimo, mas ele cogita a possibilidade de sair do partido. O partido está sempre a sua disposição e ficaríamos muito contentes se ele ficasse”, disse Fávaro.

Já em clima para as eleições de 2018, o vice-governador também exaltou a importância do PSD em Mato Grosso, sugerindo que o partido trabalha por uma das vagas na chapa majoritária. Questionado, porém, sobre outros nomes de “peso” que também fazem parte da base aliada de Pedro Taques – como o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (PSB), o ex-senador Jayme Campos (DEM), além do deputado federal Nilson Leitão (PSDB)  -, o vice-governador acredita ser possível “achar um espaço para cada um”.

“O PSD é um grande partido no Estado. O partido está nos 141 municípios. Será fundamental dentro da base aliada na composição majoritária para as eleições 2018. Vamos achar um espaço para cada um. Nós temos vários pré-candidatos dentro do nosso grupo político”, assinalou.

Fávaro falou que, até o momento, a única definição, tanto do PSD quanto dos partidos da base, é sobre a candidatura a reeleição do governador Pedro Taques.  “O que é fato é que temos um candidato a governador, Pedro Taques. Agora, temos que ter a maturidade de formar a melhor chapa”, ponderou ele.

Sobre seu próprio papel nas eleições, Fávaro também não deu detalhes sobre suas pretensões. Indagado se aceitaria novamente ser vice-governador, ele limitou-se a dizer que a decisão depende do entendimento do “grupo político”.

AGRONEGÓCIO

Carlos Fávaro compôs a chapa encabeçada pelo governador Pedro Taques nas eleições de 2014 como forma de colocar um representante do agronegócio na estrutura do Governo. Produtor de soja e milho, além de pecuarista e piscicultor, o vice-governador foi questionado na entrevista se o setor estava satisfeito com a gestão do Poder Executivo.

Fávaro respondeu, no entanto, que é preciso “separar as coisas” e sugeriu que o governador Pedro Taques exija “um pouco mais” do agronegócio. “Nós temos que separar as coisas. O setor tem suas pautas. Muitas vezes o governo atende, outras vezes é impossível. O governo apoia a maioria das reivindicações. O agronegócio é a grande vocação do Estado, mas o Governo tem que ter postura de Governo e exigir um pouco mais desse setor”.


Fonte: folha max
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Política
     
18 de Agosto, 2017 - 08:24
Medeiros está de saída do PSD e diz que pode ser candidato ao governo em 2018

Sem espaço no PSD para o seu projeto político e eleitoral, o senador José Medeiros está de malas prontas para ir para o Podemos (antigo PTN) e poderá até mesmo disputar o governo de Mato Grosso em 2018. O convite foi feito pelos senadores Romário (Pod-RJ)  e Alvaro Dias (Pod-PR), que é o presidenciável da “nova” sigla. De acordo com Medeiros, a filiação “está 85% certa”. “Só preciso comunicar e conversar com o meu grupo político”, diz o senador.

“Recebi o convite do Podemos e devemos definir até o início do ano que vem. Eu preciso de uma sigla para disputar um cargo majoritário em 2018, como a minha reeleição. E eles precisam de alguém no estado para fazer o palanque do Álvaro Dias para presidente. Está tudo certo com o Podemos, só preciso comunicar e conversar com o meu grupo político”, disse Medeiros.

Vice-líder do presidente Michel Temer (PMDB) no Senado Federal, ele explica que vem encontrando dificuldades no PSD para disputar um cargo majoritário em 2018. “Estou buscando construir um projeto para disputar a reeleição. Um projeto de grupo e que possa ajudar o Estado. Eu vim para o PSD para isso. Mas existem fatores que pode barrar esse projeto. E o Podemos tem uma proposta boa para o país, uma construção diferente e por isso estamos finalizando a conversa”, explicou. “Estou 85% já dentro do Podemos”, brincou.

José Medeiros já vem reclamando há algum tempo da cúpula do PSD, que, segundo ele, vem ignorando o seu projeto eleitoral para 2018. Nos bastidores, o PSD diz que a única candidatura majoritária do partido será a do vice-governador Carlos Fávaro (PSD), tanto para seguir como vice-governador quanto para disputar uma das duas vagas do Senado. Por outro lado, o próprio Carlos Fávaro, que preside o PSD, negou qualquer tipo de boicote contra Medeiros e vem tentando convencê-lo a permanecer no partido.

Apadrinhado político do ex-prefeito de Rondonópolis, Percival Muniz (PPS), o senador assumiu o cargo federal quando o então titular, Pedro Taques (à época pelo PDT e agora filiado ao PSDB), foi eleito governador de Mato Grosso. Antes disso, a vaga na suplência passou por uma guerra judicial liderada pelo empresário Paulo Pereira Fiuza Filho (hoje PV), que apontava fraude na ata da eleição de 2010, por isso a a vaga de primeiro suplente deveria ser sua. A ação, no entanto, extinta pela Justiça eleitoral em outubro de 2014.

Podemos em MT

Outro nome que vem organizando o Podemos no Estado é do ex-senador Antero Paes de Barros, que foi convidado oficialmente pelo senador Álvaro Dias para voltar à vida política partidária já em 2018. Segundo as informações, Antero já vem articulando novos filiados no estado.

O atual presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Antônio Joaquim pode ser outro reforço da legenda, já que o conselheiro já comunicou que aposenta no fim do ano para disputar um cargo majoritário em 2018.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
17 de Agosto, 2017 - 19:12
Deputado "fotografado" na Convescote vira réu em ação por contratação de empresas fantasmas na Unemat

O deputado estadual Adriano Aparecido, ex-reitor da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), se tornou réu recentemente por suspeita de corrupção na instutuição.

Adriano foi fotografado ao se encontrar com o diretor-geral da Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual - Faespe - (instituição vinculada a Unemat), Marcelo Geraldo Coutinho Horn, no dia seguinte à deflagração da Operação Convescote, que investiga um desvio de aproximadamente R$ 3 milhões. Na Convescote, nada foi imputado formalmente ao parlamentar.

Adriano foi intimado nesta quinta-feira (17) pela Justiça para responder a uma ação por improbidade administrativa. Ele e mais 13 pessoas são acusadas de contratarem empresas fantasmas para prestar serviços à Unemat.

A denúncia contra os servidores foi recebida pela juíza Joseane Carla Viana Quinto da Comarca de Cáceres em maio deste ano

De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público Estadual (MPE) em 2015, alguns servidores da Unemat teriam feito “montagem de propostas” de algumas empresas por outras entre 2008 e 2009.

Consta na denúncia que a Promotoria recebeu por meio de “representação” documentos e fotografias que apontavam destinação de licitação, além de outras fraudes nas aquisições de materiais para a universidade.

A defesa do deputado já se manifestou preliminarmente sobre o caso e alegou, em síntese, que não foi ele o ordenador das despesas. O parlamentar também negou que houve desvio de finalidade nos serviços contratados por ele.

Na época dos fatos Adriano ocupava o cargo de coordenador do Câmpus de Cáceres. No mesmo período, o reitor da Unemat era Taisir Mahmudo Karin. Somente após a gestão de Karin, a partir de 2010, é que Adriano Silva passou a comandar a reitoria, de onde se desvinculou em 2014 para disputar e vencer a eleição para deputado estadual.

Na Convescote, o Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), denunciou 22 pessoas em consequência da referida operação.

Foram denunciados por crime de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro em continuidade delitiva.: Claúdio Roberto Borges Sassioto, Marcos Moreno Miranda, Luiz Benvenuti Castelo Branco de Oliveira, José Carias da Silva Neto , Karinny Emanuelle Campos Muzzi de Oliveira, João Paulo Silva Queiroz,Jose Antonio Pita Sassioto ,Hallan Gonçalves de Freitas, Marcos José da Silva, Jocilene Rodrigues de Assunção, Marcos Antonio de Souza e Elizabeth Aparecida Ugolini,

Já Marcos José da Silva e Jocilene Rodrigues de Assunção além de responderem por todos os crimes acima, foram apontados no curso das investigações como os líderes da organização criminosa e também denunciados por falsidade ideológica. Já Eder Gomes de Moura responderá por corrupção ativa.

Foram acusados pelo crime de falsidade ideológica em continuidade delitiva: Lázaro Romualdo Gonçalves de Amorim, Alison Luis Bernardi,Nerci Adriano Denardi, Márcio José da Silva, Tschales Franciel Tschá, Drieli Azeredo Ribas, Marcelo Catalano Correa, Sued Luz e Odenil Rodrigues de Almeida. 


Fonte: Olhar Jurico
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Política
     
17 de Agosto, 2017 - 17:59
Diretor da Santa Casa admite que não há obrigação do Estado repassar recursos aos Hospitais Filantrópicos

O diretor da Santa Casa de Cuiabá, Antônio D´Oliveira Gonçalves Preza, admitiu que os Hospitais Filantrópicos não têm contrato com governo do Estado de Mato Grosso. Segundo o diretor, o objetivo dos hospitais é buscar ajuda para continuar o atendimento.

“Os Hospitais Filantrópicos não têm contrato com o governo do Estado, isso é fato. Obrigação legal de fazer eles não têm, quando procuramos esse movimento, sempre procuramos através das Prefeituras municipais, realmente nós não somos contratualizados com o Estado, obrigação legal eles não têm, agora nós viemos pedir ajuda”, esclareceu o diretor, durante entrevista à imprensa nessa quarta-feira (16.08).

Na ocasião os representantes dos hospitais se reuniram na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), em busca de soluções para déficit de R$ 12,7 milhões, que prejudicam atendimento em cinco Hospitais filantrópicos em Mato Grosso.

Para o diretor da Santa Casa, sem ajuda do governo fica difícil manter atendimento nas unidades. “Sem o imposto fica difícil de a gente continuar tocando como deve ser tocado os hospitais, o hospital filantrópico para viver bem tem que ter 60% do seus leitos destinados ao SUS e 40% particular, os hospitais de Mato Grosso, nenhum tem essa proporcionalidade. A Santa Casa tem 18%, Hospital Geral tem 2%, então quer dizer, não tem praticamente leitos particulares envolvidos que esse 40% o lucro que em tese poderia vir daí, cobriria o déficit do SUS” destacou.

Preza afirmou que as unidades já paralisaram os atendimentos nas cirurgias que não são urgência e emergência, e também a UTI (Unidade de Tratamento Intensivo). A próxima paralisação, segundo o diretor, será nas maternidades do Hospital Geral e a pediatria da Santa Casa.

Por outro lado, o governador afirmou à imprensa, no período da manhã também de quarta-feira (16), em Várzea Grande, que a ameaça de fechar as portas impede o governo de negociar. Taques afirmou que os hospitais estavam ameaçando fechar as portas e com "ameaças, o governo não trabalha".

Ele ainda foi taxativo, que o Estado não tem obrigação legal de repassar recursos aos Hospitais Filantrópicos e deixar de atender as demandas dos Hospitais do Estado. Segundo o governador, não há, inclusive, amparo constitucional para este repasse de recursos às entidades filantrópicas. le disse ainda, que é preciso ques estes hospitais abram as planilhas de custos para a sociedade.

Apesar dos desentendimentos, o governador Pedro Taques (PSDB) vai receber os representantes dos hospitais filantrópicos nesta quinta-feira (17), às 18 horas, no Palácio Paiaguás.


Fonte: VG Notícias
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Política
     
17 de Agosto, 2017 - 17:02
Senador de MT critica reforma política

O senador Cidinho Santos (PR/MT) se manifestou contra dois pontos do texto da reforma política prestes a ser votado pela Câmara dos Deputados: a possibilidade de eleição para mais de um cargo e a criação do fundo público para financiamento das eleições. “O que estamos assistindo é uma vergonha. Estão fazendo uma reforma para beneficiar a si mesmos. Em momento nenhum a discussão é sobre o que é melhor para o país”.

Para o parlamentar, a tentativa de incluir no texto a possibilidade que um candidato dispute para mais de um cargo é uma aberração. “Como um candidato vai apresentar ao mesmo tempo propostas para o Legislativo e para o Executivo? Mostrar o que pretende fazer como deputado e também como governador? É absurdo”, afirma.

Cidinho acredita que a proposta revela o medo dos políticos da rejeição da população, um artifício para não perder os cargos que já ocupam. “A solução é gastar sola de sapato para olhar nos olhos das pessoas e mostrar que é uma pessoa séria, honrada e que tem bons projetos”, protesta.

Na última segunda-feira, 14, Cidinho Santos escreveu artigo se posicionando contra a criação do fundo público para financiamento de campanha, com previsão de destinação de R$ 3,6 bilhões para as eleições do próximo ano. Para o senador, a melhor opção passa pelo barateamento das campanhas e na adoção de mecanismos de fiscalização das doações de pessoas físicas e jurídicas diretamente aos partidos.

“Melhor que obrigar todos a doar para um fundo público é permitir que as pessoas doem voluntariamente e garantir que esse dinheiro será bem empregado. Não existem garantias que com o fundo público o caixa dois será extinto”, ressalta.


Fonte: Folha Max
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POLÍTICA:
     
17 de Agosto, 2017 - 14:25
Verbas para custeio individual de gabinetes de deputados é ilegal

É ilegal a instituição de verba para custear, individualmente, a manutenção de gabinetes dos parlamentares estaduais. Este é o entendimento do Pleno do Tribunal de Contas do Estado manifesto em resposta à consulta formulada à Corte de Contas pelo presidente da Assembleia legislativa, deputado Eduardo Botelho.

Em sessão ordinária realizada nesta terça-feira (15.08), o pleno do TCE-MT julgou o processo nº10.834-0/2017, referente a Consulta feita pelo presidente da Mesa Diretora do do Parlamento estadual quanto à possibilidade de cada Gabinete Parlamentar controlar os gastos relativos à aquisição de passagens aéreas e terrestres, ficando este também responsável,inclusive, pela guarda e conservação dos documentos comprobatórios da despesa para fins de eventual prestação de contas.

Na consulta, o parlamentar indagou ainda ao Tribunal se era legalmente possível que cada Gabinete Parlamentar controlasse os gastos relativos à aquisição de combustível, sempre respeitando o limite do art. 6º, inciso I, da Resolução nº 4.377/2016-ALMT, ficando este também responsável, inclusive, pela guarda e conservação dos documentos comprobatórios da despesa para fins de eventual prestação de contas.

O presidente da ALMT também questionou à Corte de Contas a possibilidade da Primeira Secretaria se responsabilizar apenas pela fiscalização da correta e pontual prestação de contas por intermédio de relatório simplificado a ser encaminhado pelo respectivo Gabinete Parlamentar de modo mensal.

Após analisar os autos da consulta e os pareceres da Consultoria Técnica e do Ministério Público de Contas, o relator do processo, conselheiro Domingos Neto, concluiu pelo acolhimento da mesma e apresentou proposta de Resolução de Consulta nos seguintes termos:

É ilegal a instituição de verba para custear, individualmente, a manutenção de gabinetes dos parlamentares estaduais, sendo que tais despesas, a exemplo de aquisição de combustíveis, passagens aéreas e terrestres, devem ser submetidas ao regular processo de planejamento, execução, controle e fiscalização direta da própria administração da Assembleia Legislativa, conforme pacífica jurisprudência deste Tribunal de Contas;

A responsabilidade direta pelo planejamento, execução, controle, fiscalização e prestação de contas das despesas incorridas pela Assembleia Legislativa, inclusive daquelas necessárias à manutenção dos gabinetes de parlamentares, é de sua Mesa Diretora, nos termos do art. 24 da CE/89.

A proposta de voto do conselheiro relator foi acolhida pela unanimidade dos membros do pleno do TCE-MT.


Da Assessoria


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CAOS NA SAÚDE:
     
17 de Agosto, 2017 - 10:19
Hospitais filantrópicos podem fechar as portas na 6ª; ministro aponta que solução depende do governo de MT

A situação caótica na saúde pública de Mato Grosso deverá continuar por mais algum tempo, e qualquer solução depende de entendimentos no próprio Estado.  Nesta quarta-feira, 17, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que tem cumprido com os repasses para Mato Grosso "rigorosamente em dia". O comunicado foi feito aos diretores de hospitais filantrópicos, que correm o risco de fechar as portas, e aos parlamentares da bancada federal, em audiência intermediada pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT) e pelo suplente José Augusto Curvo, "Tampinha", que também é médico.

Barros afirmou no encontro que o Ministério da Saúde não pode comprometer-se em aumentar o valor que já é destinado. "Eu preciso entender o que está acontecendo em Mato Grosso. Vou enviar um assessor técnico da Secretaria de Atenção à Saúde ao Estado amanhã (17.08), para que ele vá in loco e nos traga um relatório de toda a situação".

De acordo com a presidente da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas de Mato Grosso (Fehosmt), Maria Elisabeth Meurer, na próxima sexta-feira (18.08), quatro hospitais podem paralisar o atendimento de pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por conta da falta de repasse por parte do Governo do Estado. São eles: o Hospital Geral Universitário (HGU), Hospital Santa Helena (HSE), e as Santas Casas de Rondonópolis e Cuiabá, que juntos totalizam mais de 800 leitos, destes, 180 de UTIs. Os atrasos superam os R$ 10 milhões.

O líder da bancada de Mato Grosso, Victório Galli, destacou que em seis meses sem receber repasses, os hospitais filantrópicos estão sem remédios para os pacientes. "Essa é uma situação inadmissível, pois são essas instituições que realizam 86% dos atendimentos do SUS".

Para se ter uma ideia do prejuízo para a população, os centros de saúde realizam, juntos, mais de 2500 atendimentos por mês. O HGU, sozinho, é responsável pela realização de mais de 80 cirurgias cardíacas e neurológicas mensalmente. Já a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá realiza quase 800 partos no mesmo período.

Cobrança

Desde a última semana, o senador Wellington Fagundes tem feito duras críticas e se mostrado indignado com a situação dos hospitais filantrópicos em Mato Grosso. "Eu sempre tenho dito que governar é a arte de saber priorizar. E a vida das pessoas, eu acredito, é a maior de todas. Então, nós queremos cobrar do Governo do Estado que priorize esses recursos, principalmente para salvar vidas" - apelou.



Da assessoria

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Política
     
17 de Agosto, 2017 - 09:51
Deputado processa Facebook e exige retirada de perfis “fakes”

O deputado estadual Romoaldo Junior (PMDB) ingressou com uma ação contra o Facebook para que a Justiça mande excluir três perfis “fakes” (falsos) criados na rede social, que usam indevidamente seu nome e sua imagem.

A ação foi ingressada no último dia 9 e está sob a responsabilidade do juiz Emerson Cajango, da 4ª Vara Cível de Cuiabá.

No processo, o peemedebista relatou que, enquanto deputado, utiliza as redes sociais para dar publicidade aos atos praticados em seu mandato.

Ele contou que possui três páginas no Facebook: o grupo “Amigos do Deputado Romoaldo Junior” (
https://www.facebook.com/groups/romoaldojunior15151/); a página Deputado Romoaldo Junior – Mais por Mato Grosso (https://www.facebook.com/depromoaldojunior/); e sua fanpage RomoaldoMT.Oficial (https://www.facebook.com/RomoaldoMT.Oficial/).

Todavia, Romoaldo disse que descobriu três perfis falsos na rede social, criados por pessoas desconhecidas que utilizaram de forma indevida “o seu nome, a sua imagem, e informações de seu mandato de deputado estadual”.

“Em outras palavras, foram criados perfis com o nome de ‘Romoaldo Junior’ (este idêntico ao do autor), sem que o mesmo tenha autorizado”.

O deputado elencou os três perfis falsos: Deputado Estadual Romoaldo Junior (
https://www.facebook.com/romoaldo.junior.52); Romoaldo Junior (https://www.facebook.com/profile.php?id=100006924946281); e Romoaldo Junior (https://www.facebook.com/romoaldo.junior.9).

A redação verificou que, dos três perfis, apenas o primeiro já foi excluído.

“Oportunamente, cabe ressaltar que foram veiculadas indevidamente fotos do autor e informações relacionadas ao seu mandato, como resta comprovado nos documentos anexos”, disse Romoaldo.

De acordo com o parlamentar, o Facebook foi notificado extrajudicialmente para remover estes perfis.

“Contudo, a empresa requerida negou-se a realizar a exclusão dos perfis fakes por meio do pedido administrativo (DOC 04 ), situação essa que enseja a proposição da presente demanda, uma vez que não resta outra alternativa ao autor”.

Romoaldo reclamou que a situação viola claramente o seu direito de personalidade, garantido na Constituição Federal.

“Os documentos que instruem a petição inicial comprovam que o nome e a imagem do autor enquanto Deputado Estadual estão sendo utilizados indevidamente por terceiros desconhecidos, razão pela qual, a empresa requerida deve ser obrigada a excluir os perfis “fakes” indicados pelo autor”.

Segundo Romoaldo, o uso de seu nome e imagem pelos “fakes” o coloca em risco de ser responsabilizado por eventuais danos causados a terceiros.

Desta forma, ele pediu que a Justiça determine que o Facebook retire imediatamente os perfis do ar e, no julgamento do mérito do caso, mande excluir definitivamente tais perfis.

“A demora do processo pode causar ao autor um dano irreversível ou de difícil reversibilidade, pois os ‘perfis fakes’ existentes podem prejudicar a imagem do autor enquanto homem público”, disse.


Fonte: Midia News
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Política
     
17 de Agosto, 2017 - 09:21
Deputados vão tentar articular em Brasília a atualização da tabela SUS

Os deputados estaduais vão pleitear junto à bancada federal a revisão da tabela de pagamento de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), desatualizada há dez anos. A articulação é uma das alternativas encontradas para cobrir os custos dos hospitais filantrópicos de Cuiabá, que ameaçaram uma paralisação geral para reivindicar repasses por parte do governo do estado.

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (PSD), afirmou que a solução para suprir o déficit financeiro dos hospitais filantrópicos é a atualização da tabela do SUS e que os repasses feitos pelo governo estadual são medidas paliativas.

“A situação atinge muitos hospitais de todo o país e algumas unidades de Santas Casas em outros estados vão fechar.  A tabela atual não cobre os custos dos hospitais e por isso buscam o apoio de governos e prefeitura. Os valores estão defasados e precisam ser atualizados”, afirmou o presidente.

A articulação pela atualização dos valores também foi defendida pelo líder do governo na Assembleia, deputado Dilmar Dal Bosco (DEM). “Precisamos procurar os deputados federais para buscar uma forma de rever essa tabela. Sabemos que será uma luta, que o governo federal tenta estipular um teto, que anunciou um rombo de R$ 160 milhões nas contas, mas temos que buscar alternativas para suprir a necessidade. O governo do estado também vai contribuir, buscar uma fonte para a saúde e dar este auxílio neste momento”.

O presidente da Santa Casa de Cuiabá, Antônio Preza, explicou que para que um hospital filantrópico seja sustentável, é preciso que os atendimentos sejam 60% por meio do SUS e 40% particulares. Mas, segundo ele, essa proporção não acontece e o SUS chega a representar mais de 90%  em alguns filantrópicos.

“Sem essa contrapartida dos atendimentos particulares, os hospitais precisam recorrer a repasses dos governos estaduais e prefeituras como alternativas. Hoje, a Santa Casa está com a folha de pagamento atrasada, outros hospitais têm dificuldades para pagar fornecedores”, detalhou o presidente.

Solução imediata - Após receber os diretores de hospitais filantrópicos que reivindicam recursos do governo do estado, o deputado Eduardo Botelho buscou o Palácio Paiaguás para encontrar uma solução e evitar a paralisação total de atendimentos nas unidades. Nesta quinta-feira (17), os deputados e os diretores dos hospitais se reúnem com o governador Pedro Taques para estabelecer uma forma de amenizar o problema.

Atualmente, parte dos atendimentos dos hospitais filantrópicos estão paralisados porque desde março o governo não envia recursos públicos. Nesta semana, a Santa Casa, Hospital Geral Universitário, Santa Helena e Santa Casa de Rondonópolis ameaçaram parar totalmente os serviços.

Os repasses do governo estadual para hospitais filantrópicos não são obrigatórios, mas de acordo como deputado Eduardo Botelho, são necessários para garantir o atendimento à população. O deputado Dilmar Dal Bosco destacou que a paralisação poderia causar uma superlotação nos hospitais públicos e que é preciso encontrar uma nova fonte para a saúde no Estado, que atravessa dificuldades para se manter.


Da Assessoria


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TSUNAMI PANTANEIRO:
     
17 de Agosto, 2017 - 07:56
Ministro do STF cita que Silval delatou corrupção em todos níveis e critica Judiciário de MT

Em entrevista ao jornalista Roberto D“Ávila na Globonews na noite desta quarta-feira, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, considerou inaceitável o recebimento de salários astrônomicos por parte de juízes de Mato Grosso refrente ao mês de julho. Os altos valores como remuneração nesta semana causou indignação sendo que um dos magistrados recebeu um contracheque de mais de R$ 500 mil.

Segundo ministro, o Judiciário precisa respeitar o teto salarial de R$ 33,7 mil no serviço público. ""Eu tenho uma vontade, que vou realizar, de convocar o colégio de presidentes dos tribunais, porque eu acho que, se uma instituição deve dar exemplo, é a instituição da magistratura", criticou.

Sobre a limitação do mandato dos ministros do STF a dez anos, que consta no relatório da reforma política apresentado pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP) na Câmara, Fux diz não achar a ideia ruim. "É bastante razoável e gera oxigenação do Tribunal, da jurisprudência. Gera desapego ao cargo, porque estamos [no STF] não para nos servir, mas para servir o país", disse.

Luiz Fux disse achar ser possível se "repensar" a proibição do financiamento de campanhas eleitorais por parte de empresas privadas, desde que estas o façam de acordo com a sua "ideologia". "Eu, particularmente, muito embora tenha sido relator do financiamento de campanha, entendo que hoje seja possível repensar esse financiamento por pessoa jurídica de direito privado desde que ela o faça de acordo com a sua própria ideologia. Vetamos o financiamento de campanha por empresa privada porque elas não tinham ideologia nenhuma, doavam para todas os candidatos, e, o que é pior, exigiam contrapartida", afirmou o ministro.

O STF decretou o fim das doações de empresas em setembro de 2015, quando passou a ser permitido apenas o financiamento por pessoa física ou por recursos de fundo partidário (públicos, em sua maior parte). Atualmente, a Câmara disccute a criação de um fundo público no valor R$ 3,6 bilhão para financiar campanhas já a partir de 2018. "Algumas questões precisam ser efetivamente alteradas para terminar com esse caldo de cultura tão nefasto que nós temos assistido, que é absolutamente inaceitável. É preciso que haja uma purificação desse ambiente político, e em tdos os segmentos em geral, e isso se faz através de criação de mecanismos capazes de gerar uma política mais limpa do que se tem feito", disse o ministro, que assumirá a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em fevereiro de 2018.

DELAÇÃO DE SILVAL

Na entrevista, o ministro também reafirmou que a delação do ex-governador do Mato Grosso Silval Barbosa (PMDB), mantida por ele sob sigilo após homologação ocorrida em 9 de agosto, é "monstruosa". Ele disse ter, no início do mês, classificado a delação dessa forma em razão da quantidade de anexos e do número de infrações delatadas, "de todos os níveis". "Depois da quebra do sigilo, todos poderão concordar com minha afirmação" disse, em tom de mistério.

Barbosa, que governou o Estado do MT de 2010 a 2014, foi preso no âmbito da Operação Sodoma, acusado de liderar um esquema de recebimento de propina em troca de incentivos fiscais. Desde junho,  político cumpre pena em regime domiciliar, por ter pago multa de R$ 46,6 milhões e confessado uma série de crimes.


Fonte: UOL
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