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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 27 de Abril de 2017
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Política
     
20 de Abril, 2017 - 16:29
Frente Parlamentar de Logística recebe adesão do Grupo "Transportando Idéias"

A Frente Parlamentar de Logística de Transporte e Armazenagem (Frenlog), liderada pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), recebeu a adesão do Grupo Transportando Idéias, movimento formado por entidades representativas do transporte rodoviário de cargas. Durante um café da manhã nas dependências do Interlegis (Senado) nesta quarta-feira, 19, dirigentes das entidades discutiram por mais de duas horas com deputados federais e senadores medidas para sanar os vários entraves que dificultam o desenvolvimento do setor.

De acordo com Cláudio Cavol, coordenador da entidade e presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística de Mato Grosso do Sul (SETLOG-MS), existem diversos gargalos que travam o setor e que precisam ser superados com a força da legislação. Ele pontuou a necessidade de o Brasil avançar nas reformas e pediu aperfeiçoamento da segurança jurídica.

"Não suportamos mais pagar tantos impostos e assistir a espoliação das riquezas do Brasil de braços cruzados -  protestou Cavol. O Grupo Transportando Ideias (TI) é considerado o maior fórum da América Latina de empresas de Transporte Rodoviário de Carga.

Deputados federais e senadores manifestaram preocupação com o momento de crise que o país enfrenta e se comprometeram em trabalhar a votação das reformas encaminhadas pelo Governo. Ponto de convergência, a reforma trabalhista também foi amplamente discutida. Parlamentares admitiram que se faz necessário trazer a legislação para os dias atuais, já que as leis trabalhistas do Brasil são arcaicas, contraproducentes e oneram tanto empresas quanto trabalhadores.

"O que precisamos é adequar às leis que foram criadas na década de 1940 e que não condizem mais com a realidade" – pediu o empresário.

O senador Wellington Fagundes explicou aos empresários e operadores de transportes rodoviários de cargas toda a dinâmica de funcionamento da Frenlog e destacou que uma das suas prioridades é a segurança jurídica para o setor. Somente dessa forma será possível assegurar, segundo ele, os investimentos que o Brasil precisa para avançar em logística, por meio dos modelos de concessão.

Fagundes é autor do Projeto de Emenda Constitucional 39/2015, que transforma o programa de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos em política de Estado. Se aprovada, a política de concessões passa a ser regida por uma lei complementar e não mais por leis ordinárias, que podem ser alteradas até mesmo por Medida provisória.

Após a reunião no Senado, o presidente da Frenlog participou de um almoço-palestra em um restaurante da Capital Federal, que contou com a presença do ministro do Yves Gandra Filho, do Tribunal Superior do Trabalho (TST).  "Tenho certeza de que vamos avançar muitos nas propostas discutidas com os transportadores de cargas, especialmente pela necessidade de o Brasil avançar e responder a essa crise" – disse Fagundes, ao dar boas-vindas aos transportadores.


Da Assessoria


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Política
     
20 de Abril, 2017 - 10:24
Maggi admite que ex-secretário morto fez pagamento a Odebrecht em MT

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que os ex-executivos da Odebrecht, João Antônio Pacífico Ferreira e Pedro Augusto Carneiro Leão Neto, passaram informações falsas ao Ministério Público Federal durante suas delações premiadas, ao mencionarem sobre suposta propina que teria sido entregue ao ex-governador do Estado. Em razão de ser mencionado pelos delatores, Maggi foi incluído nas investigações referentes à Operação Lava Jato.

De acordo com os delatores, o ex-governador teria recebido propina de R$ 12 milhões para sua campanha à reeleição ao Governo do Estado, em 2006. Conforme o Ministério Público Federal, o valor teria sido solicitado diretamente por Éder Moraes, em troca do pagamento de dívidas que o Estado teria com a empreiteira, em razão de obras que teriam sido realizadas no Estado nos anos 80, mas que não teriam sido pagas.

Além de Éder, o MPF também apontou que o ex-secretário de Estado de Infraestrutura, Luiz Antonio Pagot, também participou da negociata. Ele teria sido o interlocutor entre o então chefe do Executivo Estadual e a Odebrecht.

Por ter sido citado em delações premiadas de ex-executivos da empreiteira, Maggi teve seu nome inserido na lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, determinou que seja aberto inquérito para apurar as supostas irregularidades praticadas pelo ministro.

O ex-governador negou que tenha recebido qualquer valor indevido e contou que, desde que foi mencionado pelos delatores, tem buscado informações no Estado durante seus dois mandatos como chefe do Executivo Estadual. "Estou levantando alguns números e dados na contabilidade do Governo de Mato Grosso, porque uma coisa é um delator dizer algo e a outra é comprovar o que, efetivamente, aconteceu”, disse, na manhã de terça-feira (18), em entrevista à rádio Capital FM.

Maggi contou que teve acesso aos documentos referentes à dívida da Odebrecht com o Estado. Ele disse que os itens contradizem as afirmações dos delatores, de que a suposta propina teria sido entregue para arcar com custos da sua campanha eleitoral de 2006. “Ainda não tenho os dados de 2006 para trás. Mas nos dados e pagamentos aos quais tive acesso, há um documento assinado pelo então secretário Vilceu, já falecido, onde ele reconhece uma dívida de R$ 21.371.148 milhões dessa companhia [Odebrecht] e que seriam pagos em sete parcelas, a partir de dezembro de 2006. Portanto, bem fora da campanha. Esses pagamentos, que tenho conhecimento pelo Fiplan, ocorreram até 13 de abril de 2007, ou seja, fora do período de campanha. Bem longe dos números que estão dizendo hoje. Tenho na relação, reconhecimento de que foram pagos, pelo Governo do Estado, R$ 18,321 milhões. Agora, obviamente estou buscando outros números, outros dados, para saber o quanto, realmente, foi”, comentou numa referência ao ato do ex-secretário em 2014 numa fazenda em Santo Antônio de Leverger.

O ministro da Agricultura pontuou que o valor que consta como pago pelo Estado à Odebrecht demonstra que seria impossível a empreiteira ter entregue propina de R$ 12 milhões, pois, conforme os delatores, tal valor seria correspondente a 35% do total que havia sido pago pelo Estado, em razão das dívidas contraídas em obras que não teriam sido pagas. “Até agora, não foi encontrado nenhum outro pagamento, além desses. Então, é possível ver, na narrativa do delator, a confirmar os números, que os dados informados por ele não são verdadeiros, partem de números que não existiram. Então, como eu disse no início, estou procurando me municiar, conhecer os números, saber quando e onde foram os pagamentos. Mas, de início, não restam dúvidas de que esse dinheiro não chegou para a campanha eleitoral, já que foi pago em 2007. Os números e as datas não fecham. O delator tem a liberdade de falar o que quiser, mas nesse segundo momento, ele terá que ter números, provas, documentos e mostrar quem pegou dinheiro, quanto e onde foi. Enfim, vai ter que confrontar quem foi buscar os valores, quem fez isso ou aquilo”, asseverou.

ESQUECIMENTO

Em relação a reuniões que teria tido com o ex-executivo Pedro Augusto Carneiro Leão, Maggi informou que se recorda somente de um encontro com o delator. Ele afirmou não se lembrar de acordo para pagar as supostas dívidas com a Odebrecht, que, conforme os delatores, teriam sido quitadas por meio de recursos federais. "Já faz 11 anos que se passou isso, então talvez minha memória falhe um pouco em relação a reuniões e acordos. Mas ele disse na delação que houve reuniões comigo. Eu me lembro que conversamos uma vez sobre o pagamento, mas eu disse que não tinha condições e não iríamos fazer. Aí eu fui surpreendido agora, e isso preciso buscar na memória, de que havia a possibilidade de pagamento em função de recebimento de recursos do Governo Federal. Esses recursos federais sempre foram pleiteados pelo Estado, até antes da minha chegada, porque Mato Grosso sempre pagou os servidores públicos federais aposentados, até a divisão do Estado, e depois pagou o do Estado e o do Mato Grosso do Sul. Na época, se buscava esse ressarcimento. E o valor que veio da União, foi para o pagamento de aposentados e pensionistas. Parte dos recursos que vinham para Mato Grosso, era repartido com Mato Grosso do Sul, em função do acordo que foi feito. Não lembro, na época, desse acordo de vinculação de pagamento de previdenciários com os pagamentos de obras”, argumentou.

O senador licenciado negou que o Executivo Estadual tivesse informado à Odebrecht que somente faria o pagamento das dívidas se houvesse repasse da União. "Não foi nesses termos, não. Na minha memória, se não me engano, fizemos uma reunião com o governador de Campo Grande, para falar sobre as dívidas com a Odebrecht. Mas não me lembro da participação deles [delatores], nem dessa condicionante. Não fazia sentido, porque são déficits previdenciários e, penso eu, que se houvesse alguma ligação, deveria ser estrada com estrada e não com o previdenciário, porque é um dinheiro de caixa do Estado. Mas isso tudo vai ser esclarecido daqui pra frente. O fato é que não há qualquer inconveniente em mostrar o que foi feito lá atrás, até porque há um decreto federal e estadual para isso. Está tudo dentro do trâmite legal, que a gente vai ter que juntar ao processo, que vai correr daqui pra frente”, declarou.


Fonte: folha max
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VOTAÇÃO ÚNICA:
     
20 de Abril, 2017 - 08:16
Relatório da CPI da Sonegação Fiscal é aprovado na ALMT

Foi aprovado, por votação única, o Projeto de Resolução (PR) 438/2016 referente ao relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação fiscal. O relatório da CPI das Obras da Copa foi distribuído a todos os parlamentares e sua votação marcada para a sessão vespertina da próxima terça-feira (25).

A CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal identificou um prejuízo de R$ 1,7 bilhão aos cofres públicos em decorrência da sonegação de impostos e acordo firmados entre empresas e poder público para isenção fiscal. Foi mais de um ano de investigações e auditoria a mais de 160 empresas e cooperativas beneficiadas no Estado.

O relatório segue agora para o Ministério Público do Estado (MPE), Procuradoria Geral do Estado (PGE), Poder Executivo e Tribunal de Contas do Estado (TCE). A CPI foi presidida pelo então deputado José Carlos do Pátio (SD) e contou com a participação dos deputados Max Russi (PSB), Wancley Carvalho (PV), Gilmar Fabris (PSD), Emanuel Pinheiro (PMDB), Dr. Leonardo Albuquerque (PSD), Janaina Riva (PMDB), Saturnino Masson (PSDB), José Domingos Fraga (PSD), Silvano Amaral (PMDB), Zaca Viana (PDT), Nininho (PSD) e Wilson Santos (PSDB).

Ainda durante a sessão ordinária foi aprovado o requerimento do deputado Wilson Santos (PSDB) para a realização, em maio, de audiência pública em Vila Bela da Santíssima Trindade para debater a situação do Parque Serra Ricardo Franco. O requerimento é em conjunto com os deputados Professor Adriano (PSB), Wancley Carvalho (PV), José Domingos Fraga (PSD) e Dr. Leonardo (PSD).

“Queremos discutir com a população a situação dos produtores que estão na área transformada em parque. Lá estão pessoas que produzem riquezas e promovem o desenvolvimento da região e que agora estão sendo expulsas. Mas queremos a audiência para ouvir o clamor também daqueles que são contra a revisão da regulamentação desta área”, afirmou Wilson Santos.

O deputado José Domingo Fraga (PSD) sugeriu a discussão da redefinição do Parque, transformando-o de área de proteção, que não permite qualquer tipo de intervenção, para área de preservação, onde é possível o manejo sustentável. Para o Professor Adriano (PSB), também é possível discutir novos limites para área, de modo a proteger as áreas intacta, mas permitir a utilização nos espaços ocupados a mais de 50 anos.

Allan Kardec (PT), também signatário da audiência, disse contrário à revisão dos limites do parque e explicou que a instalação ocorreu há 20 anos, tempo suficiente para que os poucos produtores que estavam na região se adequassem à Lei.

Arquivos

Foram encaminhados ao arquivo, 11 projetos de lei que estavam em segunda votação e que receberam parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação. Dentre os que estavam em pauta, um teve o pedido de vista acatado, o PL 99/13, de autoria do deputado Romoaldo Júnior (PMDB), que dispõe sobre a divulgação de listagens de pacientes que aguardam por consultas com especialistas, exames e cirurgias na rede pública do Estado de Mato Grosso.  O pedido de vista, feito pelo autor da proposta, foi acatado e o projeto deve ser reapresentado na CCJR.

Projeto Arquivados

PL 540/11 do deputado. Emanuel Pinheiro - Institui o programa Mãe Legal no Estado de Mato Grosso.

PL 138/13 do deputado Walter Rabello -  Dispõe sobre isenção nas praças de pedágios das rodovias estaduais aos que menciona e dá outras providências.

PL 34/14 da deputada Luciane Bezerra - Dispõe sobre implantação de dispositivo eletrônico para monitoramento de condenados pelo crime de pedofilia e dá outras providências.

PL 248/14 do deputado Luiz Marinho - Dispõe sobre a implantação de balanços e brinquedos para crianças cadeirantes e portadoras de deficiência visual, físicas, motoras ou sensoriais nos playgrounds públicos do Estado de Mato Grosso.

PL73/15  do deputado Wilson Santos  - Dispõe sobre a obrigatoriedade da inscrição, nos uniformes dos alunos das escolas da rede pública estadual da seguinte frase: “Não use drogas”, bem como informação impressa nos livros escolares sobre os malefícios do consumo de álcool, tabaco e drogas.

PL 124/15 do deputado Silvano Amaral - Dispõe sobre a obrigatoriedade da realização do "Teste do Quadril" (exame para detectar a displasia do desenvolvimento dos quadris) em todos os recém-nascidos nos berçários das maternidades do Estado de Mato Grosso.

PL 188/15 do deputado Coronel Taborelli - As empresas que atuam no ramo de transporte coletivo de passageiros no âmbito do Estado de Mato Grosso ficam obrigadas a adaptar em todos os veículos rampa de acessibilidade as pessoas com deficiência.

PL 189/15 do deputado Coronel Taborelli - Fica proibido no âmbito do Estado de Mato Grosso da substância 2,4 – Dinitrofenol e da outras providências.

PL 260/15 do deputado Emanuel Pinheiro - Dispõe sobre a isenção do pagamento da taxa de renovação da carteira de habilitação aos idosos com a idade igual ou superior a sessenta e cinco anos e da outras providências.

PL 300/15 do deputado Saturnino Masson - Dispõe sobre a doação de bens e serviços e o estabelecimento de parcerias com a iniciativa privada.

PL 744/15 do deputado Gilmar Fabris - Obriga os hotéis, albergues e pousadas e assemelhados estabelecidos no Estado a adaptar suas instalações, a fim de garantir o acesso de pessoas portadoras de deficiência e dá outras providências.


Da Assessoria


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Política
     
20 de Abril, 2017 - 07:59
Chitolina nega controvérsia no relatório da Corregedoria da Câmara e confirma conversa comvereador denunciado

O vereador Luciano Chitolina (PSDB) confirmou a um blog ligado ao partido dele que conversou com o vereador Fernando Brandão, acusado de ter cobrado valores dos funcionários  nomeados através de indicações dele na Câmara de Vereadores de Sinop, antes da conclusão  do relatório apresentado por ele a mesa diretora.

"E ele negou as acusações, mas nós não podemos deixar de investigar", comentou Chitolina, reforçando que ouviu os denunciantes e que esta conversa teria motivado o pedido feito ao presidente da casa legislativa para investigar o colega de casa.

Chitolina não deu muitos detalhes da conversa que teve com os denunciantes. A alguns dias duas pessoas que foram demitidos da Câmara de Vereadores de Sinop denunciaram o vereador Fernando Brandão  de ter cobrado valores, diante dos salários deles, uma vez que eles só teriam sido nomeados devido a indicação do vereador diante da mesa diretora.

Chitolina e Brandão são de bancadas  opostas, enquanto o tucano e da oposição, Brandao faz parte do grupo de sustentação da prefeita Rosana Martinelli. Brandão disse por sua vez que conversou com uma das pessoas que teria denunciado ele é que os fatos narrados seriam diferentes daqueles que estão no pedido de Chitolina, que nega a controvérsia e ressalta que com a investigação será possível dar mais transparência aos atos da casa de leis Municipal.


Da redação


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Política
     
20 de Abril, 2017 - 07:56
Sobre investigação na Câmara de Sinop Brandão dispara: " Relatorio falta com a verdade"

O vereador Fernando Brandão (PR) não engoliu o resultado do relatório feito pela Corregedoria da Câmara Municipal de Vereadores de Sinop que foi encaminhado a mesa diretora da casa e fala que o mesmo teria cobrado valores dos salários daquelas pessoas nomeadas através de indicação dele.

O legislador disse que o relatório falta com a verdade e que ele teria conversado com um dos que fizeram a denúncia e a versão dita a ele seria diferente da que consta no relatório. Brandão  disse ainda que ele é alvo de um comitê da maldade porque o nome dele apareceria entre os cotados para disputar as eleições do ano que vem para o cargo de deputado estadual.

Brandão ainda não teve a oportunidade de se defender das acusações, isso vai acontecer agora na comissão formada para investigar o caso. A comissão tem trinta dias para apurar as denúncias e apresentar um resultado a mesa diretora da Câmara de Vereadores de Sinop.


Da redação


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Política
     
19 de Abril, 2017 - 18:29
Após pressão de Zeca Viana, governador regulamenta ‘Lei das Apaes’

As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Mato Grosso finalmente conseguiram a garantia de repasse de recursos públicos do governo, conforme estabelecido pela Lei Complementar 527/2014, que destina 10% da arrecadação do Fundo de Erradicação da Pobreza às entidades que cuidam da educação especial.

De autoria do deputado estadual Zeca Viana (PDT-MT), a lei foi aprovada em 2014, mas ainda não foi cumprida pelo Estado. Após muita pressão do parlamentar, o governador Pedro Taques (PSDB) publicou o decreto 931/2017 na última quinta-feira (13), regulamentando a LC 527/2014, ou seja, dando o primeiro passo para cumprir a legislação.

“É uma grande vitória das Apaes de Mato Grosso essa regulamentação. Nós lutamos muito para que essa lei fosse aprovada e, depois disso, para que fosse cumprida. Agora finalmente essas instituições vão ter o respaldo que merecem para continuar realizando seu trabalho”, avaliou Zeca, lembrando que lutou por quase três anos para que o governador regulamentasse a Lei das Apaes.

A regulamentação ocorreu quase um ano após o deputado Zeca Viana formalizar, no Ministério Público de Contas, uma representação por ato de improbidade administrativa contra o governador pelo descumprimento da Lei das Apaes.

“Por isso, quero agradecer ainda ao Ministério Público pela ajuda que nos deu, pois tivemos que chamá-lo para esta luta, para fazer o governador cumprir a lei, e eles trabalharam junto conosco”, disse Zeca.

Se a lei já estivesse em exercício desde a aprovação, em 2014, as Apaes de Mato Grosso já teriam recebido R$ 27,5 milhões. O valor é referente a 10% da arrecadação do Fundo Estadual de Erradicação da Pobreza nos anos 2014 e 2015, que somou R$ 275,7 milhões, conforme dados do sistema de contas públicas do governo (Fiplan).

“Esse recurso é muito importante para as Apaes, que prestam um belíssimo trabalho na educação das crianças excepcionais. Essas instituições não têm arrecadação própria e dependem dos repasses governamentais para manterem suas atividades”, concluiu o deputado.

O Decreto

O Decreto 931/17 estabelece, em seu artigo 2º, que o repasse de recursos do Fundo deverão ser efetuados por meio de Termo de Fomento, a ser celebrado entre a Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) e as organizações da sociedade civil.

Estabelece também requisitos para as organizações da sociedade civil que atendam pessoas com deficiência fazerem jus à celebração de parceria e também suas competências.

Quanto ao valor do repasse, será feito com base na quantidade de pessoas com deficiência atendidas pela instituição.


Da Assessoria


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Política
     
19 de Abril, 2017 - 14:49
Silvano pede celeridade em parecer que garante recursos para 13 bairros em Sinop

O deputado estadual Silvano Amaral (PMDB) esteve na Caixa Econômica Federal (CEF), em Cuiabá, para pedir celeridade quanto a análise das planilhas e projetos do contrato de financiamento nº 0401.218-01/14 do Programa Pró-Transporte PAC 2 que prevê a pavimentação asfáltica, sinalização viária, ciclovia, construção de calçadas com acessibilidade, drenagem de águas pluviais e sistema de esgotamento sanitário do município de Sinop (503 quilômetros de distância da Capital).

As obras de pavimentação em Sinop contemplam 13 bairros e já saíram do papel. Segundo o engenheiro Ronaldo Silva, do Núcleo de Desenvolvimento Urbano de Sinop (Prodeurbs), 80% dos serviços já foram executados e a previsão é que a pavimentação seja concluída ainda este ano.  Para isso, a prefeitura conta com a liberação de um recurso financiado pela Caixa Econômica Federal (CEF), no valor de R$ 4 milhões, para que sejam aplicados na construção das redes de esgotamentos sanitários dos bairros beneficiados pelo programa federal.

“É um procedimento que demanda tempo, porque a Caixa Econômica precisa analisar o nosso projeto minuciosamente. E a participação do deputado nesse contexto é fundamental. Porque precisamos de celeridade no processo de análise, tendo em vista que as obras estão em fase final de execução”, explicou o engenheiro que esteve na CEF, acompanhado do deputado Silvano.

A obra envolvendo os 13 bairros é avaliada em R$ 59 milhões, sendo R$ 50 milhões oriundos de empréstimo junto ao Tesouro Nacional, R$ 5 milhões de recursos próprios e, por fim, mais R$ 4 milhões, que ainda estão sob análise na CEF.

O objetivo é pavimentar 454.412,12 m² de ruas e avenidas, além de 31.040,32 m² de ciclovia e 267.847,12 m² de calçadas. Os bairros beneficiados são: Jardim Europa, Jardim Vitória Régia, Jardim imperial, Jardim das Violetas, Jardim das Oliveiras, Maria Carolina, Jardim Santa Rita, Jardim Novo Estado, Jardim dos Ipês, Residencial Daury Riva, Jardim das Orquídeas, Parque das Araras e Setor Industrial Norte.

“Ver essa obra sair do papel é uma alegria que não tem tamanho. Eu tive a oportunidade de acompanhar todo o processo. À época da adesão ao Programa Pró-Transporte, 2013-2014, estava secretário de Governo e pude contribuir para que tudo isso tornasse realidade. Muitos ainda irão cobrar por asfalto, mas o que podemos adiantar é a nossa meta, e estamos trabalhando para que isso aconteça, é ver Sinop 100% asfaltada até o ano que vem”, adiantou o deputado.

Pavimentação Asfáltica II – Os bairros Novo Jardim, Comunidade Vitória, Bom Jardim, São Cristovão II, Bela Vista, Nações, Industrial Sul e América também estão na lista das obras de pavimentação asfáltica. A obra orçada em 16 milhões tem contrapartida da prefeitura de Sinop, que custeará a metade do custo total, isto é R$ 8 milhões.

O serviço nos bairros, segundo o vice-prefeito Gilson de Oliveira (PMDB), serão retomados na primeira semana de maio e começará pela rua Manacás, no bairro Jardim América. Posterior ao América, será retomada as obras em algumas ruas do Jardim das Nações.

“Noventa por cento dos bairros já estão asfaltados, faltam algumas ruas que na primeira semana de maio já começam ser asfaltadas. A frente do bairro é competência da Rota do Oeste, tendo em vista que a rua está localizada em perímetro rodoviário”, explicou o vice-prefeito.

Emenda - O bairro Jardim do Ouro também foi contemplado com obras de pavimentação asfáltica. A Obra que custou cerca de R$ 1 milhão contou com uma emenda parlamentar no valor de R$ 360 mil de autoria do deputado estadual Silvano Amaral. A contrapartida da prefeitura foi de quase R$ 800 mil. O bairro também recebeu investimentos para iluminação pública e tratamento da água. Todos os serviços executados com recursos próprios.


Da Assessoria


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Política
     
19 de Abril, 2017 - 09:45
Barranco faz requerimento e prefeitura de Cuiabá entrega obra no bairro Santa Cruz II

Demorou mais saiu do papel. Agora, a Avenida Santa Cruz, principal via do bairro Santa Cruz II, em Cuiabá, está totalmente iluminada. Os 750 metros de via pública receberam postes com lâmpadas de LED que além de econômicas promovem maior claridade. A obra foi requerida pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT) ao prefeito da Emanuel Pinheiro (PMDB) através de ofício protocolado na prefeitura da capital no dia 22 de fevereiro deste ano e foi entregue à população na noite desta terça-feira (18).

Segundo o deputado, que desde 2009 reside no bairro, “a obra vai garantir mais segurança para os moradores e visitantes.” “Esta avenida sempre foi motivo de descontentamento para os moradores. Era mal iluminada por antigas e poucas lâmpadas de vapor de sódio; o que favorecia a criminalidade. Tínhamos medo de assaltos. Eu mesmo tive a casa invadida por ladrões. Montamos uma comissão de moradores e nos reunimos com o prefeito Emanuel Pinheiro que se sensibilizou e atendeu a sociedade.”

Barranco explica que contou com o apoio do vereador Lilo Pinheiro (PRP). “Foi uma ação apartidária que uniu os poderes legislativo municipal e estadual. O Lilo também é morador do bairro e líder do prefeito na Câmara. Estamos mostrando que a política deve privilegiar à sociedade como um todo. O requerimento que apresentei com os moradores à prefeitura tem vários pontos como pavimentação e sinalização de várias ruas, limpeza de terrenos baldios, revitalização do bairro e segurança pública. Estou certo que esta obra foi o pontapé e que todas as demandas serão atendidas. Vou cobrar!”

“Não vejo como ser de outra forma. Fomos eleitos representantes do povo e devemos explicações e ações que melhorem o dia a dia deste povo. Eu e o deputado Barranco vamos trabalhar juntos não só pelo Santa Cruz II, mas por toda Cuiabá”, disse o vereador Lilo Pinheiro.

O prefeito Emanuel, que ontem completava 100 dias de governo, também ressaltou a parceira dos poderes. Segundo ele, “o interesse suprapartidário mostra que a política não só pode como deve servir apenas ao bem comum”. Emanuel garantiu que as outras reivindicações protocoladas serão atendidas em breve. “Estamos fazendo um raio X de todos os bairros da nossa capital e tratando de viabilizar o governo para atender as demandas. Queremos trabalhar com seriedade e não fazer promessas que não serão cumpridas. Estejam certos de que as obras vão chegar ao Santa Cruz II.”


Da Assessoria


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Política
     
19 de Abril, 2017 - 07:46
Maggi admite ter vontade de sair do Mapa, mas não quer trair agronegócio

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi (PP) afirmou na noite de hoje não deixará o cargo neste momento para não trair o agronegócio brasileiro. Ele teve seu nome incluído na "Operação Lava Jato" no pedido de abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal sob a acusação de ter recebido uma colaboração por meio de caixa dois de R$ 12 milhões da construtora Odebrecht na campanha eleitoral de 2006, quando foi reeleito governador de Mato Grosso.

A investigação foi solicitada pelo procurador geral da República Rodrigo Janot e autorizada pelo ministro Edson Fachin. "Pela minha simples vontade sairia. Ficar significa um enorme esforço íntimo. Não é fácil passar por uma acusação injusta. Mas tenho um setor inteiro que confia no meu trabalho e não pode ser mais afetado neste momento", disse numa resposta a revista Veja, cujo teor da matéria ainda não teve divulgação.

Blairo Maggi voltou a criticar as afirmações dos delatores que o acusaram de fazer parte do esquema bilionário de corrupção através do repasse para seus ex-secretários. "O depoimento do delator é inconsistente e cheio de contradições em relação a  mim", afirmou.

O senador licenciado afirmou que pretende esclarecer a situação e tem buscado dados sobre os pagamentos feitos a Odebrceht entre os anos de 2003 e 2010, quando esteve no palácio Paiaguás. "Estou no time dos políticos  que querem ver este assunto esclarecido o mais rápido possível", desabafou

RESPOSTA A VEJA 

Robson, tenho muitos assuntos sendo tratados, inclusive o caso da carne, onde temos que nos reposicionar. 

Pela minha simples vontade sairia..., ficar significa um enorme esforço íntimo. Não é fácil passar por uma acusação injusta. 

Mas tenho um setor inteiro que confia no meu trabalho e não pode ser mais afetado neste momento.

O depoimento do delator é inconsistente e cheio de contradições em relação a  mim. Estou levantando todas as informações e o farei com a maior transparência. 

Estou no time dos políticos  que querem ver este assunto esclarecido o mais rápido possível

Abraço 

Blairo Maggi


Fonte: folha max
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Política
     
18 de Abril, 2017 - 19:28
Hospital Regional de Alta Floresta será reestruturado

O Hospital Regional de Alta Floresta Albert Sabin, que mantém a atenção básica do município, será reformado e receberá os repasses da saúde referentes ao ano de 2017. A informação foi destacada pelo governador Pedro Taques, em reunião articulada pelo vice-governador Carlos Fávaro, nesta terça-feira (18.04), no Palácio Paiaguás, com o prefeito do município, Asiel Bezerra. Também participaram o secretário de Estado de Saúde, Luiz Soares, e os deputados estaduais Ondanir Bortolini (Nininho) e Romoaldo Júnior.

“A reforma no Hospital de Alta Floresta será feita e, na próxima semana, faremos uma reunião para definir o início da obra”, afirmou o governador, anunciando que os outros seis hospitais regionais também serão contemplados com reformas e que o Governo se dedica para regularizar os repasses aos municípios.

Entre os pedidos apresentados pelo prefeito Asiel Bezerra e pelos deputados estaduais estão a reforma do hospital e a atualização do repasse para pagamento da folha salarial dos médicos, além da implantação de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

“Agradeço o apoio do governador e do vice-governador, pois teremos a reforma do hospital, o repasse para folha de pagamento dos médicos e também a implantação da UTI, que é um grande sonho da população de Alta Floresta. O resultado da reunião foi muito positivo”.

A demanda foi recebida por Carlos Fávaro no dia 08 deste mês, quando ele esteve no município para vistoriar as rodovias da região pela Expedição Pró-Estradas. Na ocasião, Fávaro visitou o hospital, conheceu a estrutura e, em reunião com as lideranças locais, se comprometeu em discutir o assunto com Taques.

“O governador tem a compreensão que os hospitais regionais de Alta Floresta e de Colíder estão em situações deficitárias, são os que mais precisam de ações urgentes, mas está trabalhando para que os setes regionais recebam a reestruturação de humanização e os repasses”.

O secretário de Estado de Saúde, Luiz Soares, reconheceu os problemas financeiros, mas pontuou que o Governo trabalha para sanar as pendências dos repasses em definitivo.

Reformas

De acordo com o governador, uma equipe de servidores das Secretarias de Saúde (SES-MT) e de Gestão (Seges-MT) está fazendo uma visita técnica aos diretores dos hospitais regionais para identificar a real necessidade de reforma, manutenção e edificação. Essa mesma equipe de trabalho será responsável por acompanhar as obras de reformas e ampliação nos hospitais e também por fiscalizar o cumprimento das metas estabelecidas no cronograma. Além de alta Floresta, os municípios que possuem Hospitais Regionais são: Sorriso , Colíder, Sinop, Rondonópolis, Cáceres e Tangará da Serra.


Da Assessoria


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