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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 19 de Setembro de 2017
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Política
     
14 de Setembro, 2017 - 14:19
Fux autoriza apreensão de dinheiro de Maggi sob suspeita de ser 'produto de lavagem'

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux autorizou que R$ 30 mil sejam apreendidos nas sedes e residências do ministro da Agricultura, Pecuária e AbastecimentoBlairo Maggi, durante a “Operação Malebolge”, deflagrada na manhã desta quinta-feira (14). “Valores que suscitem suspeita de constituírem produto de lavagem de dinheiro”, acrescentou o magistrado. A informação consta do pedido de busca e apreensão assinado pelo ministro no último dia 06, a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR).

“Fica autorizada a apreensão de documentos de qualquer natureza e livros contábeis, formais ou informais, recibos, agendas, ordens de pagamento e quaisquer outros elementos de prova relacionados aos ilícitos narrados nesta manifestação, notadamente aqueles que digam respeito à manutenção e movimentação de contas bancárias no Brasil e no exterior, em nome próprio ou de terceiros”, afirma o ministro Luiz Fux. Mas isso não basta.

“Poderão, ainda, ser apreendidos valores em espécie, em moeda nacional ou estrangeira, que totalizem valor igual ou superior a R$ 30.000,00, bem como outros objetos relacionados aos fatos, que suscitem suspeita de constituírem produto de lavagem de dinheiro”, afirma o ministro Luiz Fux.

A autorização expressa é dada aos policiais federais e agentes do Ministério Público Federal (MPF) responsável pela condução da operação nesta quinta-feira. Ao todo, 270 agentes federais cumprem ordens de busca e apreensão em 64 endereços em dois estados e na capital federal. Em Mato Grosso, diligências estão sendo cumpridas em nove municípios: Cuiabá, Rondonópolis, Primavera do Leste, Araputanga, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Juara, Sorriso e Sinop.

Contra Blairo Maggi, são cumpridas diligências nos seguintes endereços: residencia em Rondonópolis; endereço residencial em Brasília (residência funcional); endereço comercial: sala ocupada por Blairo Maggi para exercer suas atividades profissionais na AMAGGI, Bairro Alvorada, Cuiabá.

Suspeitas contra Maggi:

Trata-se de pedido de busca e apreensão, formulado pelo Procurador-Geral da República em conexão com inquérito voltado à obtenção de provas em face dos investigados Blairo Borges Maggi, José Aparecido dos Santos, Gustavo Adolfo Capilé de Oliveira, Marcelo Avalone, Carlos Avalone Júnior e Carlos Eduardo Avalone. Narra o MPF que os Requeridos são suspeitos da prática de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, além de sustentar que “entre 2014 e 2017, Blairo Borges Maggi, valendo-se de interpostas pessoas, a exemplo de Gustavo Adolfo Capilé e José Aparecido dos Santos, vem praticando atos que caracterizam obstrução de investigação criminal no bojo da Operação Ararath, a fim de que não fossem produzidas provas em seu desfavor referentes aos crimes imputados acima”.

Segunda Suspeita: de que em novembro de 2013, depois do cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos na 1ª fase da operação Ararath, que teria resultado na “apreensão de diversos títulos e documentos que implicavam direta e indiretamente Blairo Maggi”, os envolvidos Eder de Moraes Dias e Eumar Novacki teriam agido, em nome daquele, para “unificar as linhas de defesa” e, ainda, solicitar ao colaborador Gércio Marcelino Mendonça Junior que “não mencionasse nada a respeito da pessoa de Blairo Maggi em seus depoimentos, com o objetivo claro de blindá-lo de quaisquer acusações”.

Terceira Suspeita: Blairo Maggi teria sidoresponsável por, junto à Silval Barbosa, negociar com o ex-secretário Eder Moraes Dias, o pagamento de R$ 6 milhões para que mudasse seu depoimento  ao Ministério Público de Mato Grosso (MP-MT) quanto à possível compra de vaga no Tribunal de contas do Estado (TCE). 

Quarta e Última Suspeita: atuação, em tese, de Blairo Maggi para oferecimento de vantagem indevida a Silval Barbosa, em seguida à prisão deste no Centro de Custódia da Capital, no âmbito da Operação Ararath, e das subsequentes tratativas noticiadas de que seria por ele assinado acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal.  

Delação de Silval:

Ainda, em delação premiada, o ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB) acusou Maggi de integrar um esquema de corrupção. Maggi nega qualquer atuação em esquemas criminosos.

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Sobre a operação realizada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (14), esclarecemos que:

1. Nunca houve ação, minha ou por mim autorizada, para agir de forma ilícita dentro das ações de Governo ou para obstruir a justiça. Jamais vou aceitar qualquer ação para que haja "mudanças de versões" em depoimentos de investigados. Tenho total interesse na apuração da verdade. 

2. Ratifico ainda que não houve pagamentos feitos ou autorizados por mim, ao então secretário Eder Moraes, para acobertar qualquer ato, conforme aponta de forma mentirosa o ex-governador Silval Barbosa em sua delação.

3. Jamais utilizei de meios ilícitos na minha vida pública ou nas minhas empresas. Sempre respeitei o papel constitucional das Instituições e como governador, pautei a relação harmônica entre os poderes sobre os pilares do respeito à coisa pública e à ética institucional. 

4. Por fim, ressalto que respeito o papel da Justiça no cumprimento do seu dever de investigação, mas deixo claro que usarei de todos os meios legais necessários para me defender e reestabelecer a verdade dos fatos. 

Blairo Maggi

Fonte: Olhar Direto
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Política
     
14 de Setembro, 2017 - 09:57
PF sai com malote e computador da casa de Blairo Maggi

Três agentes da Polícia Federal deixaram pouco antes das 9h30 desta quinta-feira, 14, o apartamento do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em Brasília carregando um malote e uma matriz de computador (CPU). Não há informação se durante a ação o ministro estava na residência, localizada na Asa Sul, área central da capital federal.

A busca e apreensão de documentos e objetos no local ocorreu nesta manhã no âmbito da Operação Malebolge, 12ª fase da Ararath, que investiga esquema de corrupção em Mato Grosso. Maggi é citado na delação premiada do ex-governador do Estado Silval Barbosa (PMDB).

Ao todo, os agentes cumprem mandados em 64 endereços, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nas cidades de Cuiabá, Rondonópolis, Primavera do Leste, Araputanga, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Juara, Sorriso e Sinop, todas em Mato Grosso, além de Brasília e São Paulo.


Fonte: Estadão
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Política
     
13 de Setembro, 2017 - 20:09
STF absolve deputado federal de acusações por fraude a licitações e formação de quadrilha

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu o deputado federal Ezequiel Fonseca (PP-MT) das acusações de formação de quadrilha e fraude em licitação. Em outra acusação, pelos mesmos delitos, o colegiado decretou a prescrição da pretensão punitiva. No julgamento, prevaleceu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, que acolheu a manifestação da Procuradoria-Geral da República, no sentido de que não foram encontradas provas suficientes para a condenação

As acusações são referentes ao período em que Fonseca era prefeito de Reserva do Cabaçal (MT). De acordo com a denúncia, o então prefeito juntamente com três corréus, teria fraudado licitação para a aquisição de uma unidade móvel de saúde para o município.

Os fatos estão inseridos no contexto da chamada Máfia dos Sanguessugas, uma “complexa organização criminosa especializada na apropriação de recursos públicos preponderantemente originários de emendas parlamentares direcionadas para a área de saúde, mediante superfaturamento de preços, inexecução parcial dos ajustes e manipulação de licitações para aquisição de unidades móveis de saúde em diversos municípios brasileiros”.

A denúncia foi formulada pelo Ministério Público Federal de Mato Grosso e aceita pela Justiça Federal em abril de 2008. Com a diplomação de Ezequiel Fonseca no cargo de deputado federal, o caso passou a tramitar no STF. Nas alegações finais, o procurador-geral da República pediu a decretação de prescrição da primeira acusação, pois o crime de quadrilha ou bando, como tipificado à época dos fatos, possui pena máxima de três anos de reclusão. Já o crime de fraude em licitações, por sua vez, possui pena máxima de quatro anos, ocorrendo a prescrição quanto a ambos os delitos no prazo de oito anos, já transcorrido desde a data de recebimento da denúncia (28 de abril de 2008), único marco interruptivo havido até o momento.

Em relação ao aditamento da denúncia em período subsequente por outros delitos semelhantes que ainda não prescreveram, o procurador-geral afirmou que “com os elementos de prova angariados nos autos não se alcançou grau de certeza suficiente a amparar pedido de condenação do réu”. E quanto ao delito de formação de quadrilha, aqueles partícipes que fariam parte da organização foram absolvidos no juízo de primeira instância, observou o relator.


Fonte: Olhar Jurico
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Política
     
13 de Setembro, 2017 - 16:45
Grampeado com Romoaldo, Wagner o defende e diz que 'foi da boca para fora'

O deputado Wagner Ramos (PSD) saiu em defesa do colega Romoaldo Junior (PMDB) após ambos serem gravados pelo irmão e filho do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), respectivamente, Antonio Barbosa, o Toninho, e Rodrigo Barbosa. “Até pelo fato de conhecermos (Romoaldo) pessoalmente nós acreditamos que ele falou isso para se safar de uma situação. Foi da boca para fora, para se livrar dos caras”, disse o social-democrata.

Sem saber que estava sendo gravado por ambos, Romoaldo Júnior reclama dos colegas parlamentares em meio à negociação de suposto pagamento de propina para a aprovação das contas do peemedebista na Assembleia, no final de 2015. Em um trecho da conversa de 50 minutos, no estacionamento da Assembleia, Toninho fala que Silval ajudou muitos políticos, a exemplo de Wagner. No entanto, após a prisão de Silval na Operação Sodoma, o ex-governador foi abandonado. Romoaldo concorda e completa: “Tudo vagabundo”.

Wagner diz que não culpa o colega, uma vez que Romoaldo já foi líder do Governo na gestão Silval e tratava de assuntos do interesse do Executivo. “Não recrimino as ações dele, da forma que ele falou, porque sabemos o dia a dia do deputado, sabemos o que ele fala como ele prega, às vezes, sabemos quando ele está falando verdade e quando ele está mentindo”, justifica.

Em outra parte do áudio, Wagner, a pedido de Romoaldo, chega para supostamente negociar com Toninho e Rodrigo, dentro do carro, no estacionamento da Assembleia. Eles chegam a um acordo para que o relatório seja favorável, em troca do pagamento de propina. A conversa encerra.  Wagner sai do carro e Toninho reclama com Romoaldo sobre o prazo que terá para levantar o valor pedido pelo deputado.

O social-democrata reforça que fizeram armação para “ferrá-los". Segundo o social-democrata, não colocou seu nome em jogo, pois tem família, eleitores e amigos para serem preservados. “Graças a Deus tenho minha consciência tranquila porque não falei nada demais”, declara.

Então relator das contas de 2014 do ex-governador, Wagner deu parecer favorável às contas de Silval com base no posicionamento do TCE. “Sentei com os técnicos do TCE para discutir as contas. Quem sou eu para ir contra a decisão de quem é técnico. E eles me deram ok pela aprovação das contas”, sustenta.

O deputado explica ainda que se soubesse que no carro estavam Toninho e Rodrigo nem iria, uma vez que, segundo ele, “já sabia o que eles queriam conversar”. De todo modo, reforça estar com a consciência tranquila, pois não recebeu nada para aprovar as contas ou reprová-las.


Fonte: RDNews
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JUSTIÇA ELEITORAL:
     
13 de Setembro, 2017 - 16:17
Prefeito é cassado por pagar horas extras ilegalmente a servidores em troca de votos em MT

A Justiça Eleitoral cassou o mandato do prefeito de Bom Jesus do Araguaia, a 983 km de Cuiabá, Joel Ferreira (PSDB), e do vice dele, Edmárcio Moreira da Silva (PRP), por abuso de poder político e econômico e compra de votos durante as eleições municipais de 2016. A decisão foi proferida na terça-feira (12) pela juíza Janaína Cristina de Almeida, de Ribeirão Cascalheira, a 893 km da capital.

A reportagem não conseguiu contato com a defesa da coligação, mas no processo ambos negaram as acusações. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), ambos continuam nos respectivos cargos durante a interposição de recursos, por não se tratar de decisão de colegiado.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foi ingressada pela coligação que perdeu as eleições, alegando que os candidatos da coligação vencedora prometeram dar continuidade aos contratos de transporte escolar mantidos por dois empresários com o município, caso recebessem o apoio deles para que Joel Ferreira fosse reeleito.

O prefeito também foi acusado de repassar dinheiro para um servidor público consertar e pintar o veículo dele, por meio de pagamento de horas extras não exercidas – totalizando R$ 1,2 mil -, assim como teria acrescido valores nos pagamentos de diversos servidores municipais a fim de garantir votos para sua reeleição.

“O representado Joel Ferreira aproveitou-se da influência política e do uso de recursos do erário municipal, o que viola o princípio da isonomia do processo eleitoral e configura abuso de poder econômico”, diz trecho da ação.

Na decisão, a juíza salienta que não há como não notar o número de servidores que foram beneficiados com pagamentos de horas extras durante o período eleitoral, ainda que no holerite não houvesse registro de nenhuma hora a mais trabalhada.

“Em junho, foram 54 servidores; em julho, 40; em agosto, 46; e em setembro, 28 servidores. Verifica-se que além do pagamento de horas extras, houve ainda um acréscimo de pecuniário em alguns holerites intitulado como “horas excedentes“, sempre com a mesma referência “1,00“”, reforçou a magistrada.

Segundo a juíza, em alguns casos o pagamento depositado a título de horas extras corresponde a 60% ou mais do valor do salário base do servidor. Em outros casos, o valor das horas extras trabalhadas praticamente equivale ao salário base.

“Soma-se a isso a quantidade de servidores do município beneficiados com o pagamento de gratificação não definida. De junho a setembro de 2016, houve o pagamento de 139 gratificações não especificadas no holerite. Além disso, houve, em média, 38 pagamentos de uma verba denominada “adicional de dedicação exclusiva“”, disse a juíza, na sentença.

Para a magistrada, os documentos juntados no processo, assim como as testemunhas ouvidas ao longo da instrução, evidenciam a prática de crime de captação ilícita de sufrágio (compra de votos), o que interferiu na livre escolha do eleitor e causou desequilíbrio do pleito em face dos candidatos que não usam tais recursos.

“É cediço que a cassação do diploma do prefeito necessariamente importa na cassação do diploma do vice-prefeito, implicando na perda dos respectivos mandatos”, sentenciou a magistrada.

Além da cassação do mandato, o prefeito Joel Ferreira também foi declarado inelegível para as eleições que serão realizadas ao longo dos próximos 8 anos.


Fonte: G1MT
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DELAÇÃO:
     
13 de Setembro, 2017 - 15:47
Maluf agiu como lobista para receber dívida de R$ 40 milhões em troca de 10%

O deputado estadual Guilherme Maluf (PSDB), foi citado na delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), como possível “lobista” para cobrar dívida de R$ 40 milhões que o MT Saúde tinha com hospitais particulares do Estado, e como troca receberia 10% da dívida, ou seja R$ 4 milhões.

Segundo Silval contou ao Ministério Público Federal, em delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o MT Saúde era administrado pela Secretaria de Administração, por meio do secretário Cesar Zilio, sendo que em um determinado momento os pagamentos dos serviços prestados começaram a atrasar, ficando uma dívida em torno de R$ 40 milhões perante os hospitais que prestavam serviços para o MT Saúde.

Silval diz lembrar que em 2012, foi procurado por Cesar Zilio e também pelo deputado estadual Guilherme Maluf, sendo que ambos pediram para que os pagamentos do MT Saúde em atraso fossem efetivados, eis que com tais pagamentos os proprietários dos hospitais passariam para Maluf um percentual de 10% do total devido - ou seja, R$ 4 milhões.

Conforme Silval, a maior parte da dívida era com o Hospital Santa Rosa – o qual Guilherme Maluf é um dos proprietários. Na ocasião, segundo Silval, Maluf precisava que o Estado pagasse tais repasses atrasados, pois com os 10% de propina que ele receberia, quitaria uma dívida aproximada de R$ 2 milhões, que possuía com Valdir Piran

“Inclusive, Guilherme Maluf disse ao Declarante que já teria combinado previamente com seus sócios do Hospital Santa Rosa sobre o retorno de 10%” cita trecho da delação.

Na época, o ex-governador se comprometeu com Maluf em autorizar o pagamento desses valores atrasados com o MT Saúde - o que foi feito em oito vezes, restando também, combinado que manteria em dia os pagamentos vincendos a partir daquele momento.

Silval contou ainda, que diante do compromisso ajustado, Maluf lhe afirmou que repassaria uma parte da propina que receberia por conta desses pagamentos para o secretário Cesar Zilio. Contudo, Silval não se lembra qual valor Maluf afirmou que repassaria ao secretário.

Além desses repasses efetuados por Guilherme Maluf ao Cesar Zilio, Silval contou que também houve pagamentos de propinas referentes a uma empresa que administrava o plano MT Saúde, acreditando que tal empresa se trata da “Remanso Prestadora de Serviços e Terceirizados LTDA”.

De acordo com o ex-governador, a empresa Remanso teria devolvido como “retorno” (propina) a quantia aproximada de R$ 2,5 milhões pagos a Cesar Zilio, porém, Silval não soube esclarecer detalhes do esquema, eis que foi todo ele tratado diretamente por Zilio.


Fonte: VG Notícias
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Política
     
13 de Setembro, 2017 - 15:42
Deputados sabatinam candidata à diretoria da Ager

A candidata indicada pelo governador Pedro Taques (PSDB) para ocupar a titularidade da Diretoria Reguladora da Ouvidoria da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso – Ager/MT, Keile Costa Pereira, foi sabatinada durante sessão matutina desta quarta-feira (13) pelos parlamentares da Assembleia Legislativa.

O presidente do Parlamento estadual, deputado Eduardo Botelho (PSB), disse que a Casa de Leis – por meio dos deputados – levará em consideração a apresentação realizada durante a sessão, e após análise tomará uma decisão que será comunicada ao governador por meio de Projeto de Resolução e publicada no Diário Oficial Eletrônico da Assembleia Legislativa.

Depois de pontuar as ações realizadas pela Ager nos últimos anos, Keile Pereira foi questionada pelos deputados Pedro Satélite (PSD), Sebastião Rezende (PSD) e Oscar Bezerra (PSB). Satélite, por exemplo, a questionou sobre a estrutura humana da Ager para fiscalizar os 141 municípios mato-grossenses e dos serviços prestados pela empresa de energia elétrica Energisa.

“A estrutura humana deveria ser, no mínimo, três vezes maior. A Agência mexe com o cidadão que depende do transporte intermunicipal, muitos vêm do interior para a capital e não têm um serviço de qualidade. O outro setor que precisa de uma fiscalização mais incisiva é o de energia elétrica, cabe a Ager fazer uma fiscalização mais eficaz a esse setor”, explicou Satélite.

O deputado Sebastião Rezende (PSC) perguntou à candidata se a Ager está fiscalizando a aplicação da Lei 10.320, de sua autoria, que garante a mais de 500 mil idosos de todo Estado, o desconto de 50% na aquisição de passagens no transporte intermunicipal.

“O Estatuto do Idoso – criado em 2003 – dá garantia no transporte interestadual com o desconto de 50%, mas em relação ao transporte intermunicipal isso não vinha acontecendo em Mato Grosso. hoje, tenho informações que em muitos guichês, em diversos municípios, a lei mato-grossense não está sendo cumprida. O que a Ager está fazendo para a Lei ser cumprida”, questionou Rezende.

Keile Pereira disse que a Lei atende a população carente de Mato Grosso, e mesmo com um quadro reduzido de servidores, o governo tem buscado reestruturar a Ager. “A medida do possível isso está sendo resolvido. Hoje, a Ager tem uma central de atendimento dentro da Rodoviária de Cuiabá que atende as reclamações e esclarece o passageiro em relação às vagas destinadas para idosos. Mas na medida do possível a Ager tem orientado essa população e dentro dos ônibus têm afixado os números da ouvidoria”, explicou a candidata à vaga.

Um dos questionamentos feito pelo deputado Oscar Bezerra (PSB) foi em relação às licitações realizadas nos últimos anos às empresas que exploram os serviços em todo o Estado. Segundo o parlamentar, não foram homologadas até os dias de hoje. Ele citou como exemplo o município de Juara que está refém de uma única empresa do transporte coletivo.

“Com relação às licitações não homologadas, a Ager tem a expectativa, juntamente, com Secretaria de Estado de Infraestrutura em dar continuidade à licitação desses oito mercados definidos para Mato Grosso, e acredito que até o final do ano o processo licitatório seja homologado e, com isso, tenha novas empresas de transporte operando em todo o Estado”, respondeu Keile Pereira.  

Em função da sabatina, durante a sessão plenária, foi realizado apenas o pequeno expediente com a leitura da ata e dos Ofícios encaminhados por outras instituições públicas à Assembleia Legislativa. Não houve, portanto, a Ordem do Dia para a votação de proposições.


Da Assessoria


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Política
     
13 de Setembro, 2017 - 09:53
Membros de CPI, senador e deputado de MT recebem doações da JBS

Ao menos oito dos 34 deputados e senadores titulares nomeados para a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) da JBS receberam recursos da empresa como doação de campanha nas eleições de 2014.

Os valores somados das doações eleitorais feitas pela JBS, que pertence ao grupo J&F, chegam a R$ 3,9 milhões. Quase 50% desse valor, entretanto, foi doado ao senador Wellington Fagundes (PR-MT). Já o menor valor doado foi para o deputado Victório Galli (PSC-MT), de R$ 30 mil.

Entre os beneficiados das doações também está o deputado nomeado para relatar a CPMI, Carlos Marun (PMDB-MS). Integrante da tropa de elite do presidente Michel Temer, ele recebeu R$ 103 mil da empresa, via repasse de outros candidatos.

O nome de Marun não foi consenso e acabou resultando na saída de dois senadores da comissão, Otto Alencar (PSD-BA) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Nos bastidores, integrantes acreditam que as investigações podem blindar Temer.

O deputado relator foi procurado pela reportagem do UOL nesta terça-feira (12) para comentar o caso, mas até as 20h30 não retornou aos telefonemas.

A comissão apura se houve irregularidades nas operações da holding J&F, dona da JBS, com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), entre 2007 e 2016. A suspeita é a de pagamento de propinas para obter financiamentos do banco.

O grupo é dirigido pelos irmãos Joesley e Wesley Batista. Joesley está preso desde domingo (10) por determinação do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), acusado de omitir informações no acordo de delação, que foi suspenso.

Até agora, cerca de 130 requerimentos já foram apresentados à CPMI. Os parlamentares pedem, por exemplo, a convocação dos irmãos Batista e de integrantes dos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Doações

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) recebeu R$ 833,3 mil em doação de campanha da JBS, repassados por meio do diretório estadual do partido. Já o senador Paulo Rocha (PT-PA) recebeu R$ 233,5 mil, repassados pelos diretórios estadual e nacional do PT.

Entre os deputados federais, o que mais recebeu foi Renzo Braz (PP-MG). O valor doado pela JBS, de acordo com os dados da prestação de contas entregue à Justiça Eleitoral, foi de R$ 700 mil, sendo R$ 100 mil de uma empresa de produtos de limpeza do grupo. O deputado Weverton Rocha (PDT-MA) recebeu R$ 100 mil, enquanto Paulo Pimenta (PT-RS) obteve R$ 66,4 mil.

A depender de novas nomeações na CPMI, o número de parlamentares que receberam doações da JBS pode aumentar ou diminuir. Das 34 vagas para titulares, seis ainda não foram preenchidas, todas do Senado, sendo cinco pertencentes ao PMDB. Nesta segunda (11), o líder do partido na Casa, senador Raimundo Lira (PB), justificou a pendência por falta de interessados em compor a comissão. A outra é do bloco formado por PSDB e DEM.


Fonte: UOL
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Política
     
13 de Setembro, 2017 - 09:48
Barranco cobra do Estado explicações sobre a falta de manutenção nos equipamentos do IML

Explicações sobre a falta de manutenção nos equipamentos do Instituto Médico Legal, de Cuiabá. Foi o que solicitou o deputado estadual Valdir Barranco ao governador Pedro Taques e ao secretário de estado de segurança pública, Roger Jarbas, em requerimento (274/2017) apresentado à mesa diretora da Assembleia Legislativa na sessão vespertina desta terça-feira (12).

Segundo Barranco, um defeito no aparelho de Raio-X atrasou a necropsia nos corpos de Terezinha Rios Pedrosa e do marido Aloísio da Silva Lara, assassinados no dia 7 de setembro, em Nossa Senhora do Livramento. "Quero saber quais as reais condições dos equipamentos do IML. Tenho informações de que o Raio-X está quebrado há mais de um ano. Por conta disso, o corpo de seu Aloísio não foi liberado junto ao de sua companheira e tiveram que ser enterrados em dias alternados causando ainda mais dor aos familiares. Uma situação inadmissível", reclamou o deputado.

Na mesma sessão ordinária, o Valdir Barranco apresentou moção de aplausos para o piloto de avião Luis Carlos Gregol. No dia 02 de setembro, o profissional conseguiu evitar a queda de um avião que transportava o próprio deputado, três de seus assessores e também o deputado federal Ságuas Moares (PT-MT). "Estávamos seguindo de Aripuanã para Juara, a trabalho, quando a dez minutos do destino o motor do lado esquerdo parou. Não fosse a habilidade do piloto teríamos todos morrido."

Barranco fez uma alerta à empresa que presta serviços de transporte aéreo à AL. "Espero que problemas como este não voltem a ocorrer e que a prestadora do serviço cuide de suas aeronaves para que não coloque em risco as vidas da tripulação e dos usuários", concluiu o deputado.


Da Assessoria


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Política
     
13 de Setembro, 2017 - 09:38
Deputado defende mudanças na Comissão de Ética da Assembleia

O deputado estadual Allan Kardec (PT) disse que o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT), Eduardo Botelho (PSB), tem o poder de “dissolver” a Comissão de Ética da Casa, responsável pelo processo administrativo que pode recomendar a cassação de parlamentares. Dos cinco membros que compõem o grupo, três foram alvos da delação premiada do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) - Pedro Satélite (PSD), Silvano Amaral (PMDB) e Oscar Bezerra (PSB).

“A Comissão de Ética não age por si só, ela precisa ser provocada pelo cidadão ou o próprio Ministério Público. Mas mesmo a comissão sendo instaurada, ao final, o relatório vai ser apreciado pelo plenário com vários deputados envolvidos na situação. Mas o presidente Eduardo Botelho,  assim como todos os presidentes de todos os parlamentos no Brasil, tem o poder de dissolver [a comissão]”, disse o deputado estadual em entrevista ao Jornal do Meio Dia (TV Record).

Kardec se refere a um eventual procedimento administrativo, dentro da AL-MT, para investigar fatos que constam nos depoimentos de colaboração premiada que Silval Barbosa fez com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Além de denunciar um suposto “mensalinho” que os parlamentares do Poder Legislativo Mato-Grossense receberiam para apoiar projetos do Executivo, o ex-governador também afirmou que parte dos recursos empregados em projetos como o MT Integrado, por exemplo, “retornavam” para o bolso dos deputados estaduais.

O caso ainda estaria sendo averiguado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramita a ação contra Silval Barbosa. Kardec afirmou que a posição do presidente Eduardo Botelho é aguardar os próximos passos da Justiça e reclamou que o assunto tem feito os deputados estaduais “se esconderem” da opinião pública ao faltarem às sessões do Legislativo, atrasando discussões importantes como o projeto do Teto de Gastos, por exemplo.

“Antes de isso acontecer [a delação] já tínhamos dificuldades. Mas chegou numa situação que tem que tocar para frente. [Em relação a Pec do Teto] precisa que se faça uma audiência pública no mínimo, chamando os sindicatos, os outros poderes. Estamos vendo o crescimento do PIB no Estado de Mato Grosso. Tem que ser analisado para não ser apenas um projeto de congelamento de salário. Tem que ver o que se gasta para dentro da máquina, com eventos e ações”, disse o deputado estadual.

Kardec disse ainda que fez um requerimento pedindo “informações” ao governador Pedro Taques (PSDB), ao Secretário de Estado de Cidades (Secid-MT), Wilson Santos (PSDB), além do Secretário de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT), Marcelo Duarte, sobre uma suposta paralisação de obras em todo o Estado. Segundo ele, 15 mil trabalhadores estão sem emprego.

“Fiz um requerimento tanto para Governador Pedro Taque, quanto os Secretários Wilson Santos e Marcelo Duarte. São muitas obras paradas. Se as empresas voltarem são mais de 15 mil empregos diretos”.


Fonte: folha max
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