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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 19 de Setembro de 2017
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Política
     
13 de Setembro, 2017 - 09:24
Silvano, Wagner e Fraga cobram propina para aprovar contas de Silval

O irmão e o filho do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), os empresários Antônio e Rodrigo Barbosa, respectivamente, contaram em delação premiada que pagaram R$ 650 mil para que os deputados José Domingos Fraga (PSD), Silvano Amaral (PMDB) e Wagner Ramos (PSD) votassem a favor das contas anuais da gestão peemedebista.

Rodrigo e Antônio, inclusive, entregaram uma gravação à Procuradoria Geral da República (PGR) que mostra ambos sendo pressionados pelo o deputado Romoaldo Júnior a pagar propina de R$ 300 mil ao então relator das contas, Wagner Ramos, dentro de um carro no estacionamento da Assembleia Legislativa.

No áudio, tio e sobrinho contam para Romoaldo que o ex-secretário de Comunicação da Prefeitura de Sinop na gestão Juarez Costa (PMDB) e atualmente ligado ao gabinete de Silvano, Antonio Gois, pressiona Rodrigo a pagar os três parlamentares.

Em depoimento, Antonio Barbosa conta que para quitar os valores deu como garantia dois veículos, sendo um Audi Q3 e caminhonete SW4. Além disso, vendeu cabeças de gado em Matupá, fez empréstimo em dinheiro do seu irmão, Dionísio Barbosa, e entregou uma caminhonete L200 Triton. A L200, segundo o empresário, foi repassada ao então relator das contas, Wagner Ramos.

O Audi e a SW4 foram devolvidas após o pagamento da propina. Já José Domingos Fraga e Silvano receberam R$ 200 mil cada.

Outro lado

Por meio de nota, o deputado Silvano Amaral disse desconhecer "qualquer negociação espúria, sobre a aprovação de contas do governo Silval da Cunha Barbosa/ano 2014. Como também, nunca existiu nenhuma pressão de minha parte com intuito de extorquir quem quer que seja".

Por meio da assessoria de imprensa, os deputados José Domingos Fraga e Wagner Ramos afirmaram que não vão se pronunciar sobre os áudios anexados à delação da família Barbosa. 


Fonte: ReporterMT
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Política
     
12 de Setembro, 2017 - 19:50
Senador pede convocação de Lula, Dilma e Silval para depor em CPI

Um requerimento do senador José Medeiros (Pode-MT) pede a convocação dos ex-presidentes Lula e Dilma e do ex-governador Silval Barbosa para prestarem depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar supostas irregularidades em empréstimos do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) ao grupo J&F, que controla a JBS.

“Os fatos que envolvem os donos da JBS e os ex-presidentes petistas são gravíssimos e precisam ser apurados à exaustão. Os áudios de Joesley Batista, divulgados pela mídia nacional, trouxeram à tona detalhes de como Dilma e Lula foram informados sobre saldo de propinas de R$ 300 milhões para o Partido dos Trabalhadores. Portanto, a presença deles na CPI deverá esclarecer essa relação que eu considero no mínimo promíscua”, afirmou Medeiros.

Em relação a Silval Barbosa, o senador disse que pesam sobre o ex-governador a acusação de que os donos da JBS pagavam propinas para, em troca, receberem incentivos fiscais em Mato Grosso.

O fato já havia sido confirmado por Wesley Batista em sua delação, que afirmou ter pagado um total de R$ 30 milhões em propina ao ex-governador.

José Medeiros também quer que a CPMI ouça Esther Flesch, ex-sócia do escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe, apontada como responsável pela contratação do ex-procurador da República, Marcello Miller, e que teriam trocado e-mails sobre honorários, quando Miller ainda era procurador.

Dono da JBS

Na segunda-feira (11), o senador de Mato Grosso já havia apresentado requerimento convocando Joesley Batista e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a prestarem depoimento na CPMI da JBS.

Além dos dois, Medeiros também pediu que o colegiado convocasse o empresário Ricardo Saud, a jornalista Ticiana Villas Boas, esposa de Joesley, o ex-procurador da República Marcelo Miller e Eduardo Botão Pelella, procurador da República

A CPMI da JBS elegeu, nesta manhã de terça-feira (12), o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) como relator.

O presidente do colegiado é o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO).


Fonte: Midia News
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Política
     
12 de Setembro, 2017 - 17:27
Governadores querem resolver com União pendências da Lei Kandir

Sete governadores, entre eles o de Mato Grosso, Pedro Taques, assinaram nesta terça-feira (12.09) a Carta de Diamantina, em Minas Gerais, na tentativa de iniciar o diálogo com a União para extinguir as dívidas entre Estados e Governo Federal tendo em vista os prejuízos gerados com a Lei Kandir. Os governadores alegam que deixam que receber o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos produtos primários e commodities, mas, em contrapartida, não ocorre a compensação prevista em lei pela União.

“Nós defendemos aqui a regulamentação como determina o Supremo Tribunal Federal para aumentar os valores da compensação que Mato Grosso recebe. Em razão da nossa exportação de commodities, isso é desonerado, não paga imposto, e a União Federal nos devolve muito pouco conforme determina a lei, quase R$ 500 milhões por ano. Isso é muito pouco diante do que nós exportamos. Eu defendi aqui que seja feita uma compensação entre o que a União nos deve e o que nós devemos à União nas mais variadas dívidas”, explica Taques.

Além dele, assinaram a Carta de Diamantina os governadores de Minas Gerais, Fernando Pimentel, do Acre, Tião Viana, do Piauí, José Wellington Barroso, do Rio Grande do Norte, Robinson Mesquita de Faria, de Rondônia, Confúcio Aires Moura e de Sergipe, Jackson Barreto de Lima.

No documento consta que, com a Lei Kandir, houve o fortalecimento do Governo Federal em detrimento dos Estados, Distrito Federal e municípios. “Ponderamos que, no intervalo tão extenso desde a promulgação da Lei Kandir, há 21 anos, as perdas dos Estados acumularam-se a valores exorbitantes e vêm prejudicando, cada vez mais intensamente, a capacidade do cumprimento das atividades inerentes aos Estados, especialmente Educação, Saúde e Segurança”, diz trecho da carta. Os governadores também atentam para a penalização dos municípios, que teriam direito a 25% dos recursos provenientes da Lei Kandir.

Diante disso, questionam a cobrança de dívidas pela União sem a devida quitação dos débitos referentes à oneração da exportação dos produtos primários e commodities. “Acrescentamos ainda que, mesmo com as perdas ocasionadas pela Lei Kandir, os Estados convivem com a obrigação de dívidas perante a União. Assim, enquanto não recebem o que lhes é devido, em razão da Lei Kandir, os Estados transferem uma parcela substantiva de suas arrecadações, desequilibrando ainda mais as finanças estaduais”, diz outro trecho da carta.

Conforme Pedro Taques, os governadores irão marcar uma reunião com o presidente da Comissão Mista referente ao assunto no Congresso Nacional, senador Wellington Fagundes. “Voltaremos a discutir isso em Brasília”, adianta o governador mato-grossense.  

SEGURANÇA

A partir de conversa com o governador do Acre, Tião Viana, Taques propôs que no próximo encontro dos Estados da Amazônia Legal, em 27 de outubro, seja debatida a questão da segurança pública. “Queremos ver a possibilidade de crédito junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para cada Estado de fronteira investir em segurança”. Segundo Tião Viana, a Amazônia já é a Colômbia dos anos 90 e o Brasil está alheio a esta realidade.


Da Assessoria


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Política
     
12 de Setembro, 2017 - 14:49
'O fato de ser político não significa que me tornei vagabundo', diz Taques

O governador Pedro Taques (PSDB) reclamou por ter que dar explicações à sociedade sobre as citações de seu nome na delação do ex-governador Silval Barbosa (PMDB). Isso porque, segundo ele, todos os políticos estão sendo “jogados no mesmo buraco” por parte do senso comum. “Agora tenho que explicar coisa que não fiz. Todos estão no mesmo buraco. Todos são vagabundos porque eu sou político até que se prove o contrário. O fato de eu ser político não significa que me tornei vagabundo ou idiota, que sou burro, que não entendo, que esqueci a constituição”, afirmou durante entrevista á Rádio Mega FM, na segunda-feira (11).

A afirmação foi feita ao ser questionado sobre seu possível envolvimento no acordo de pagamento de precatório de R$ 200 milhões à família Malouf, ainda durante a eleição de 2014, conforme consta na delação de Silval.

Conforme o GD, já divulgou, o referido precatório não existe no âmbito do Estado, o que foi reforçado por Taques. “Não existe precatório da família Malouf. Levantamos isso depois que saiu a delação do Silval. Eles não têm precatório a receber do Estado. Eles possuem ação contra o Estado no valor de R$ 46 milhões. Nunca recebi um pedido para pagar precatório”, explicou

O governador destacou ainda que o Estado, já em sua gestão, conseguiu suspender a ação imposta pelos Malouf para não pagar o valor milionário e relembrou seu passado enquanto procurador da República quando combateu a corrupção.

“Passei minha vida toda combatendo corrupção, enquanto muitos batiam palmas para os vagabundos, inclusive, pro Arcanjo, que chegará em Cuiabá essa semana. Eu estava expondo a minha vida e a da minha família. Como senador, eu combati a corrupção nesse Estado, como senador eu determinei que fosse investigada a administração passada porque não faço acordos com criminosos”, se defendeu.

Entenda o caso

Em sua delação, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) apontou que o empresário Alan Malouf, dono do Buffet Leila Malouf, o procurou na época da campanha eleitoral de 2014 para dizer que tinha um precatório de R$ 200 milhões para receber do Estado e que já havia conversado sobre o assunto com o então candidato ao governo Pedro Taques (PSDB).

Malouf teria dito a Silval que Pedro Taques havia se comprometido em pagar o montante desde que a gestão anterior deixasse parecer favorável.

O caso teria ocorrido em meio às tratativas das doações de campanha, em que Silval teria firmado parceria para ajudar financeiramente o grupo de Pedro Taques. Após o fechamento do acordo, o então secretário de Estado da Casa Civil Pedro Nadaf teria informado a Silval sobre o pleito do empresário, que também teve uma reunião pessoal com o então governador, onde confirmou o caso.


Fonte: Gazeta Digital
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POLÍTICA:
     
12 de Setembro, 2017 - 14:09
Delação pode levar a cassação de mandatos de deputados e prefeitos, diz presidente do TRE

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE) não descarta a possibilidade de vir a cassar os mandatos dos políticos citados pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) em delação premiada. A informação é do presidente da Corte Eleitoral, desembargador Márcio Vidal.

Ele afirma que já encaminhou um ofício a Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) sobre o tema. O desembargador pede que o órgão instaure um procedimento para apurar as denúncias feitas pelo peemedebista, levando em consideração as inúmeras gravações que já foram divulgadas, onde políticos de Mato Grosso aparecem recebendo dinheiro de propina.

“Nós oficiamos imediatamente a PRE para tomar as providências cabíveis. Vai examinar se há provas e eventualmente, vai propor ações por um possível inelegibilidade, de cassação e etc”, revelou.

Diante da gravidade das acusações, Vidal acredita que os envolvidos podem ser punidos tanto civil, no campo da improbidade administrativa, como penalmente.

Além disso, o desembargar frisa que a Procuradoria deverá analisar se os fatos "respingam" no processo eleitoral e se compromete a prestação de contas dos políticos citados.

“Esses são questionamentos que caberá a Procuradoria fazer esse estudo. É importante dizer, que, com base no que foi divulgado pela imprensa, o TRE oficiou quem tem competência para agir, neste momento, que é a Procuradoria Regional Eleitoral”, disse.

OS CITADOS

São citados na delação de Silval Barbosa os deputados José Domingos Fraga (PSD), Mauro Savi (PSB), Baiano Filho (PMDB), Romoaldo Júnior (PMDB), Guilherme Maluf (PSDB), Pedro Satélite (PSD), Gilmar Fabris (PSD), Dilmar Dal Bosco (DEM), Sebastião Rezende (PSC), Wagner Ramos (PSD), Adalto de Freitas (SD), Eduardo Botelho (PSB), Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Oscar Bezerra (PSB) e Silvano Amaral (PMDB), além dos atuais prefeitos Emanuel Pinheiro (Cuiabá) e Luciane Bezerra (Juara), dentre outros políticos que estão exercendo cargos eletivos.


Fonte: Diário de Cuiabá
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Política
     
12 de Setembro, 2017 - 13:59
STF mantém decisão que cassou Getúlio Viana; Primavera do Leste terá novas eleições

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Carmem Lúcia, negou liminar ao prefeito de Primavera do Leste (a 239 km de Cuiabá), Getúlio Viana (PSB), mantendo a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que havia indeferido o registro da candidatura dele. Mesmo indeferido, Viana disputou e ganhou a eleição no município em 2016.

Viana teve o registro de candidatura impugnado nas eleições de 2016 pelo TRE-MT, com base na Lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de pessoas que tenham sido condenadas em decisão colegiada. O indeferimento ocorreu por conta de representação do Ministério Público Eleitoral, apontando que ele havia sido condenado por crime de improbidade administrativa.

Ainda em 2016, o gestor recorreu da decisão no TSE para ser empossado. Porém, o recurso foi rejeitado pela ministra Rosa Weber.

Descontente da decisão, Viana recorreu novamente e conseguiu, durante o recesso do Judiciário, uma liminar do então presidente em exercício do TSE, ministro Napoleão Nunes Maia, conseguindo assim ser diplomado como prefeito de Primavera do Leste.

Em agosto deste ano, os ministros do Tribunal Superior Eleitoral analisaram o mérito do recurso e mantiveram a decisão da ministra Rosa Weber.

O prefeito então recorreu da decisão junto ao Supremo Tribunal Federal, porém, em decisão proferida no último dia 06 deste mês, a presidente da Corte, ministra Carmem Lúcia, manteve a decisão do TSE e negou prosseguimento ao pedido de Getúlio Viana. Com a decisão, o socialista está inelegível e proibido de se candidatar a cargo público por oito anos.

O presidente da Câmara de Vereadores de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin (PMDB), irá assumir o município interinamente, até que o Tribunal Regional Eleitoral marque a realização de novas eleições no município.


Fonte: VG Notícias
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Política
     
12 de Setembro, 2017 - 11:16
Botelho "convoca" deputados para sessões

Com receio de que as sessões plenárias da Assembleia Legislativa continuem sendo suspensas por falta de quórum, o presidente da Casa de Leis, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB), convoca os parlamentares para comparecerem ao Legislativo. O socialista quer dar sequência à tramitação da Proposta de Emenda a Constituição (PEC) do Teto de Gastos, que se encontra no Parlamento desde o mês passado.

A mensagem deve ser apreciada até 30 de novembro, tendo em vista o prazo estipulado pelo Governo Federal para que os estados ingressem no programa fiscal. Para tanto, o projeto deve seguir alguns ritos obrigatórios, conforme determina o regimento interno da Casa de Leis.

“Estou conclamando os deputados para virem trabalhar. Nós temos uma missão, temos que colocar este Estado em ordem. A economia está começando a melhorar, houve um aumento na geração de emprego e temos que continuar neste caminho. Nós temos a PEC do teto para discutir, reforma tributária, além do orçamento de 2018 e eu preciso que os deputados levantem a cabeça e venham trabalhar”, disso o presidente.

O deputado Eduardo Botelho esteve fora por 15 dias em decorrência de uma licença médica. Desde que se ausentou da presidência, as sessões passaram a serem encerradas por falta de quórum. Isso de deu em decorrência da exibição de vários vídeos onde deputados estaduais estariam recebendo dinheiro de propina de Sílvio Cesar Correa, ex-chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

As gravações fazem parte do material entregue pelo peemedebista a Procuradoria Geral da República em delação premiada. Em depoimento, o ex-gestor disse que os deputados estaduais recebiam um “mensalinho“ para apoiar a sua gestão.

São citados na delação de Silval Barbosa os deputados José Domingos Fraga (PSD), Mauro Savi (PSB), Baiano Filho (PMDB), Romoaldo Júnior (PMDB), Guilherme Maluf (PSDB), Pedro Satélite (PSD), Gilmar Fabris (PSD), Dilmar Dal Bosco (DEM), Sebastião Rezende (PSC), Wagner Ramos (PSD), Adalto de Freitas (SD), Eduardo Botelho (PSB), Ondanir Bortolini, o Nininho (PSD), Oscar Bezerra (PSB) e Silvano Amaral (PMDB).

Apesar disso, Botelho afirma que a Mesa Diretora não irá tomar nenhuma providência contra os parlamentares delatados. De acordo com o socialista, neste caso o Parlamento Estadual só pode instaurar procedimento se for provocado, o que não ocorreu até o momento.

No que diz respeito à imagem da Casa, o presidente assume que está “arranhada”. “Evidentemente que o Poder Legislativo e a política de um modo geral vêm sofrendo uma degradação a nível nacional e estadual por conta dessas corrupções gritantes que vem ocorrendo no país inteiro. A imagem do Legislativo está um pouco arranhada. Temos que fortalecer o legislativo”, finalizou. 


Fonte: folha max
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COMENTÁRIOS
  Nome: Nilza
  E-mail: nii@uol.com.br
  Publicado às: 12/09/2017 - 15:51:51
  Cidade: Sinop

A REALIDADE É UMA SÓ DEPUTADO BOTELHO A ROUBALHEIRA FOI MONSTRUOSA QUE NÃO SEI A LEGITIMIDADE PARA VOTAR ESSA PEC, MAIS MATO-GROSSO É UM ESTADO PUJANTE TEM DE REALIZAR A CONTENÇÃO DOS GASTOS PÚBLICOS PARA FAZEREM OS AJUSTES NECESSÁRIOS PARA RESOLVER O FLUXO DE CAIXA, MAIS NÃO VENHA PREJUDICAR OS APOSENTADOS E SERVIDORES DO EXECUTIVO COM CONGELAMENTOS DE SALÁRIOS E AUMENTO DA PREVIDÊNCIA EM 14% POR CAUSA DOS ROMBOS DOS GOVERNOS CORRUPTOS E AINDA MAIS AS LEIS DE CARREIRAS E A RGA NÃO TEM NADA A VER COM ATUAL CRISE NAS CONTAS DO ESTADO E SIM OS ESCÂNDALOS COMO DOS MAQUINÁRIOS DA COPA DO MUNDO E A MAIS RECENTE A DA SEDUC E TANTOS OUTROS ESCÂNDALOS.
Política
     
12 de Setembro, 2017 - 10:13
Taques diz que greve do Detran é política, não negocia e que vai mandar cortar ponto de servidores

Na clara queda de braço que voltou a travar com o Sindicato do Servidores do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Sinetran), o governador José Pedro Taques (PSDB) denunciou que a greve possui cunho político por causa da eleição interna da entidade, avisou que não irá negociar com grevistas e advertiu deve determinar o corte do ponto de quem não trabalhar.

“Nosso governo não negocia com servidor em greve. A greve é política, porque há eleição marcada para renovação da diretoria do Sindicato [Sinetran], no próximo dia 26. Fui relator do [projeto de lei do] direito de gereve do servidor. E tem que ser legal. Não pode ser greve política”, afirmou Taques, em entrevista ao Programa Chamada Geral, da Rádio Mega (FM 95,9), de Cuiabá.

O chefe do Poder Executivo lamentou a manifestação de cerca de 60 servidores, no final da tarde esta segunda-feira (11), no saguão do Palácio Paiaguás, contida pela Polícia Militar de Mato Grosso, sob coordenação da Casa Militar – responsável institucional pela segurança do governo.

“Agora, greve tem que ser legal. Não pode ser greve ideológica. Greve política. Greve com fora Temer. Não negociamos com servidores em greve”, respondeu Taques, ao lembrar que não viu porque estava sancionando a lei dos servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema)

Pedro Taques crê que existe intolerância da diretoria do Sinetran e que milhares de clientes do Detran de Mato Grosso estão sendo prejudicados. “A greve é claramente ilegal. O Supremo Tribunal Federal [STF] já decidiu que pode cortar ponto. E cortaremos o ponto. Nós negociamos com o servidor. É a quarta greve do Detran [no atual governo]. Já ficaram 72 dias em greve. Não permitiremos que o cidadão sofra prejuizo em razão da greve do Detran”, argumentou o chefe do Poder Executivo.

O governador não dá sinais de que irá ceder e revelou ter determinado à Procuradoria Geral do Estado (PGE) que tome as providências cabiveis, para declara a greve ilegal. “Temos 200 servidores, em periodo probatório, que nós chamamo há três ou quatro meses, o que não é permitido,  já estão em greve. Servidor público é muito importante, mas não aceitamos chantagem”, complementou Taques

Por outro lado, os servidores do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso não demonstram intenção de voltar ao trabalho e encerrar a greve. A presidente do Sindicato dos Servidores do Detran de Mato Grosso (Sinetran), Daiane Renner, não aceita a limitação pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).


Fonte: Olhar Direto
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POLÍTICA:
     
12 de Setembro, 2017 - 09:09
Deputado quer saber porque o SIMCAR continua em testes depois de 100 dias de implantação

O novo sistema de cadastro rural criado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), através da Lei 592/2017 que institui o Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental Rural (SIMCAR), continua em teste desde o dia 29 de maio. A plataforma que promete realizar o cadastro de propriedades lote a lote, diferente do cadastro por perímetro feito pelo Incra, poderia beneficiar 120 mil agricultores familiares, mas ainda não disse a que veio. Para cobrar do Governo explicações para toda esta demora e debater as funcionalidades do novo sistema, a Assembleia Legislativa vai realizar audiência pública na próxima quinta-feira (14), às 14h.

O debate foi requerido pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT) que acompanha o processo desde que o sistema foi implantado. "Quando o SIMCAR entrou em fase de testes estive com o vice-governador e secretário de meio ambiente Carlos Fávaro. Ele prometeu que em 90 dias tudo estaria liberado, mas já se passaram mais de 100 dias e nada. Como defendo na AL a agricultura familiar e são os assentados da reforma agrária os mais prejudicados pelo atual sistema achei por bem reunir todos os interessados para debatermos esta questão", explicou Barranco.

A audiência também vai discutir os mecanismos da Autorização Provisória de Funcionamento de Atividade Rural (APF). Para o debate foram convidados representantes da Federação dos Trabalhadores na Agricultura em Mato Grosso (Fetagri), sindicatos de trabalhadores rurais, agricultores familiares, Incra, Intermat, Banco do Brasil, e secretarias de estado de Agricultura Familiar e de Meio Ambiente, além do vice-governador.

"Esperamos um debate rico onde possamos apresentar todas as demandas que envolvem o cadastro rural e as linhas de crédito para o setor, além de ouvir do Governo as respostas que buscamos. Nosso objetivo é o debate e não o enfrentamento. Coloco-me à disposição para ajudar no que for preciso", concluiu o deputado Valdir Barranco.


Da Assessoria


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Política
     
12 de Setembro, 2017 - 07:59
De aliado, Mauro Savi diz que 'Silval delira' na delação

O deputado Mauro Savi sempre foi considerado um dos aliados do governador Silval Barbosa durante o período que ele foi chefe do poder executivo, mas agora destina críticas a ele nas sessões dá Assembleia Legislativa.

Na última ele usou a tribuna e disse que o ex governador estaria delirando quando as declarações que fez na delação premiada homologada junto a justiça.

Silval diz que Mauro era um dos deputados que recebia propina para votar favorável aos projetos do poder executivo. Mas o deputado nega.

"Cabe a ele provar o que diz", destacou Savi, que não fala muito sobre a relação que tinha com o ex governador e o fato de ser considerado o homem forte do Detran, o departamento estadual de trânsito. Seria Savi, no período responsável por indicar os diretores da autarquia, entre os que assumiram a cadeira está o sorridente Destri, aliado de Davi.

Esquemas de corrupção no Detran são investigados a alguns anos pelo Ministério Público, com direito a possível delação de um dos ex diretores.


Da redação


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