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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 18 de Janeiro de 2017
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Política
     
9 de Janeiro, 2017 - 08:43
Thelma assina primeiro decreto para contingenciar o orçamento em 30%

Para manter o equilíbrio das contas públicas e enfrentar a queda de arrecadação, a prefeita de Chapada dos Guimarães, Thelma de Oliveira (PSDB), lançou primeiro decreto com medidas de contingenciamento, conforme preceitua a Lei Complementar Federal n. 101, de 4 de maio de 2000. Pelo decreto, os serviços da prefeitura ficam restritos ao expediente interno até 15 de janeiro. O atendimento ao público externo nas áreas de Saúde, Educação e Assistência Social continua normalmente.  Já o atendimento ao público externo na área de tributação ficará suspenso até 09 de janeiro. O decreto vigora por 60 dias.

Em razão do desequilíbrio fiscal detectado na prefeitura de Chapada dos Guimarães, a prefeita decidiu contingenciar a execução do orçamento em 30% (trinta por cento), enquanto perdurar a necessidade de equalizar os  valores arrecadados e gastos, como forma de garantir o cumprimento da Lei Complementar 101/2000. Nenhuma despesa poderá ser contraída sem justificativa e estudo de impacto orçamentário.

As medidas não se aplicam aos recursos vinculados e aos casos de necessidade excepcional ou urgente, em especial nas áreas de Saúde, Educação e Assistência Social, plenamente justificado pelo órgão. As férias programadas no Calendário Escolar pela Secretaria de Educação não serão afetadas por esta medida.

Para garantir a contenção dos gastos públicos e apresentar um Plano de Contenção de Despesas até o dia 13 de janeiro de 2017, foi  criado um Grupo de Trabalho formado pela Secretaria de Administração, Procuradoria Geral do Município, Secretaria Municipal de Planejamento, Secretaria Municipal da Fazenda, Unidade de Controle Interno e Chefia de Gabinete. A equipe será coordenada pelo Secretário da Administração, José Martinho Filho. Todos os órgãos municipais deverão constituir Grupo de Trabalho interno, para elaborar propostas de contenção de despesas.

Conforme o decreto,  até a homologação e publicação do Plano de Contenção de Despesas, ficam vedados gastos com diárias e passagens aéreas; celebração de contratos de consultoria; prestação de serviços terceirizados; novos convênios que impliquem em despesas para o município;  novos contratos de aluguel de imóveis e de equipamentos; aquisição de material permanente; contratação de obras e instalações;realização de eventos previstos no calendário oficial do município, com despesas ao erário que ultrapassem os valores praticados no exercício anterior

Concurso público

Ficam suspensas pelo prazo de 60 (sessenta) dias a abertura de concurso público ou de processo seletivo, que implique gastos ao Poder Executivo, ressalvados aqueles já em andamento ou já autorizados; criação, alteração ou reestruturação de quadro de pessoal; criação de novas gratificações ou alteração das já existentes; contratação de pessoal temporário; afastamento de servidores e agentes públicos com ônus para o município, a fim de participarem de cursos de pós-graduação, especialização, mestrado ou doutorado; qualquer espécie de cedência de funcionários com ônus para o município; afastamentos de servidores por motivo de férias e/ou gozo de licenças prêmio programadas, quando o fato implicar em necessidade de contratação de outro servidor para fins de substituição; pagamento de horas extras, salvo situações específicas que serão avaliadas, justificadas e aprovadas pelo gestor da pasta. 

Fonte: RDNews
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Política
     
8 de Janeiro, 2017 - 20:29
Wilson vê ambiente favorável para conclusão do VLT, apesar de ações judiciais

O secretário estadual de Cidades, Wilson Santos (PSDB), acredita que há um ambiente favorável para a retomada das obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) neste semestre, apesar das ações judiciais envolvendo a implantação do modal.

Ao todo,  são três ações tramitando. Elas foram movidas tanto pelo Ministério Público Estadual (MPE) quanto pelo Federal (MPF). Wilson diz que haverá uma negociação com as instituições para destravar a obra.

O tucano afirma que o impasse com consórcio de empresas responsável pela obra chegou a fim e houve um entendimento a cerca do valor que será pago pela conclusão do metrô de superfície. O montante só será divulgado oficialmente após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) e o MPE analisarem o acordo.

Nos bastidores, comenta-se que serão mais R$ 900 milhões investidos no VLT. A expectativa do governo é conseguir colocar a mão na massa a partir de abril. O impasse estava no valor para a conclusão. De acordo com estudo elaborado pela KPMG Consultoria, contratado pelo governo, a conclusão do VLT deve custar mais R$ 713 milhões aos cofres públicos em valores atualizados. O valor é muito abaixo do R$ 1,2 bilhão solicitado pelo Consórcio VLT.

Ao mesmo tempo, o Ministério das Cidades sinalizou positivamente para a concessão de crédito ao governo do Estado de Mato Grosso, que poderá se endividar junto à Caixa Econômica Federal com um novo empréstimo.

O secretário ainda destaca a formação de uma nova equipe para dar continuidade ao modal. Os trabalhos serão capitaneados por José Picolli Neto, que foi diretor da implantação do VLT no estado do Rio de Janeiro.

O orçamento inicial para construção do VLT entre Cuiabá e Várzea Grande é de R$ 1,477 bilhão. Até agora, o Governo já desembolsou R$ 1,066 bilhão.

Composto por duas linhas (Aeroporto - CPA e Coxipó – Porto), com total de 22 quilômetros, o primeiro trecho a ser terminado será do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, até bairro do Porto, em Cuiabá, chegando depois ao bairro do CPA.


Fonte: G1
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Política
     
7 de Janeiro, 2017 - 20:18
Deputado Silvano destaca ações em prol da reforma agrária e agricultura familiar

A reforma agrária tem sido um dos maiores desafios do deputado estadual Silvano Amaral (PMDB), desde que assumiu uma das 24 cadeiras na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, em fevereiro de 2015. Com bom trânsito no governo federal e com a parceria com o deputado federal Carlos Bezerra, Silvano, que é de Sinop (503 quilômetros de distância da capital), conseguiu a garantia de que milhares de famílias assentadas no estado terão seus títulos definitivos.

Prova disso são as 1.500 famílias do assentamento Japuranã, em Nova Bandeirantes, há quase duas décadas na área sem qualquer solução. Vale ressaltar que todas essas famílias vivem do que produzem, sendo suas respectivas produções a principal renda familiar. Agora, com a regularização da área, as famílias assentadas terão a chance de contrair linhas de crédito junto ao governo federal e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

“A reforma agrária é um grande desafio para muitas famílias e para mim, porque decidi abraçar essa causa, juntamente com o deputado Bezerra. É dolorido andar por esse Mato Grosso afora e ver centenas e milhares de pessoas que há anos brigam na justiça para conseguir não só um pedaço de terra, mas um pouco de dignidade”, disse Silvano Amaral, ao destacar que assentados das Glebas Mercedes I e II, além de assentamentos em Rondonópolis, também serão regularizados.

No ano de 2016, o deputado Silvano Amaral conseguiu destinar recursos para 31 cidades. Parte desse recurso, algo em torno de R$ 4,9 milhões, foi destinada à compra de equipamentos hospitalares e para obras de pavimentação asfáltica. As cidades contempladas com as emendas foram: Porto Alegre do Norte, Feliz Natal, Aripuanã, Guiratinga, Santa Rita do Trivelato, Canarana,Tabaporã, Sinop, Porto dos Gaúchos, Carlinda, Ribeirão Cascalheira, Nova Canaã do Norte, Poconé, Santa Carmem, Castanheira, Nova Ubiratã, Matupá, Nova Santa Helena, Alto Boa Vista, Colíder, Porto dos Gaúchos, Rondolândia, Rondonópolis, Novo Horizonte do Norte, Nova Brasilândia, Cáceres, Barra do Garças, Alto Paraguai, Itaúba, Nova Santa Helena e Terra Nova do Norte.

Na agricultura familiar, o deputado conseguiu injetar quase R$ 1 milhão para a plantação do café clonal ou conilon, como também é conhecido. O recurso é oriundo de uma parceria com o governo do estado, que fornecerá, também, por intermédio da Secretaria de Estado de Agricultura (Sedraf), a assistência técnica aos produtores rurais.

Na prática, essa plantação poderá render o dobro de uma plantação do café tradicional, em um mesmo hectare plantado. Isto é, enquanto se colhe 70 sacas do café tradicional, com base em um hectare de terra (10.000²), o café conilon ou clonal poderá render até 120 sacas. O parlamentar esteve em Colniza, onde o projeto do clonal já existe e a ideia agora é investir nas cidades adjacentes. São elas: Aripuanã, Cotriguaçu, Juruena, além dos municípios de Rondolândia, Juína, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde e Castanheira.


Da Assessoria


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Política
     
7 de Janeiro, 2017 - 20:03
Governo cobra dívida de quase R$ 400 milhões da Conab com MT

O governo estadual vai intensificar as articulações junto ao governo federal para tentar receber, ainda neste ano, o valor de uma dívida milionária da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com Mato Grosso, que se arrasta desde o governo de Jayme Campos (DEM). São quase R$ 400 milhões. A negociação ocorre com a participação da bancada federal e do ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), que já tratou do assunto com o presidente da República, Michel Temer (PMDB).

Segundo Maggi, as questões burocráticas e jurídicas já foram solucionadas e agora falta a autorização de Temer para o Ministério da Agricultura e a Conab façam o pagamento a Mato Grosso. O recurso trará alívio ao caixa do governo em meio à crise. O estado recebeu no final de dezembro o Auxílio às Exportações (FEX) de 2016, mas os valores deste ano só devem ser pagos em 2018.

“Essa é uma frente que todos nós estamos trabalhando, eu o governador e os parlamentares, para que o estado tenha outras maneiras de suportar esses momentos difíceis e fazer a travessiva pela crise”, disse Maggi. “Dante não conseguiu receber, eu não consegui receber, Silval não conseguiu e o Pedro Taques não está conseguindo neste momento. Mas não temos nenhuma dúvida, juridicamente, de que este dinheiro pertence ao estado de Mato Grosso. Estamos prontos para fazer o pagamento, só dependemos da transferência de recursos da União para o Ministério e a Conab”, completa.

Secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques chegou a tratar da dívida ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo ele, faltou vontade política para fazer o pagamento. Na gestão de Temer, o secretário demonstra mais otimismo: “O ministro Blairo Maggi disse ao governador que vai ajudar a receber essa dívida. Com o presidente Michel Temer temos esse empenho político e talvez no primeiro semestre a gente tenha essa boa notícia para dar, do recebimento dessa dívida” afirma.

A dívida é referente ao ICMS devido a Mato Grosso não recolhido pela empresa estatal, vinculada ao Ministério da Agricultura.  O tributo é sobre comercialização de safras agrícolas que ficaram no mercado nacional, já que as destinadas às exportações estão isentas da incidência do ICMS para que tenham preços competitivos


Fonte: hiper noticias
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Política
     
7 de Janeiro, 2017 - 09:34
“Emanuel sofrerá com o que fez a vida toda: pressão por cargos”

O ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (PSB) afirmou que o atual, Emanuel Pinheiro (PMDB), terá algumas dificuldades nos primeiros dias de sua gestão.

Mauro ainda “alfinetou” seu sucessor dizendo que, a partir de agora, Emanuel conviverá com algo que ele sempre fez enquanto deputado estadual: pressão por espaço.

“As dificuldades no início de gestão são naturais. Isso passa por formar equipe, ajustar os quadros, acertar as posições e conviver com a pressão de brigas por cargos constantemente, uma coisa que ele fez a vida inteira como deputado, pedindo cargos, pedindo espaço”, disse Mauro.

“Agora, Emanuel estará do outro lado, sofrendo a pressão por pedido de espaço, de cargos”, completou.

No entanto, Mauro disse que vê a situação com naturalidade. Segundo ele, isso faz parte da política e Emanuel não terá dificuldades.

“Essa briga, essa pressão é natural e vejo que ele tem condições e capacidade de superar isso com tranquilidade”, disse.

O ex-prefeito ainda aconselhou Emanuel a trabalhar com muita austeridade, como forma de garantir a entrega de obras e serviços à população.

“É preciso muito trabalho, muita austeridade e foco, porque administrar no Executivo é muito diferente de atuar no Legislativo. No Executivo, você só vai ter sucesso se entregar resultados”, disse.

“As pessoas não querem mais saber de conversa fiada, anúncios, lançamentos de placas. Ninguém vai lembrar da placa, vai lembrar da obra. Botou placa, a obra não ficou pronta, é a pior das marcas, como existem muitos por aí. Eu ‘lancei’ uma única placa que foi a do Pronto Socorro, obra que, infelizmente, não consegui concluir”, afirmou.


Fonte: Midia News
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Política
     
7 de Janeiro, 2017 - 09:23
Jayme diz que irá ampliar PIB em 5% em até quatros anos

O novo secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos (DEM), afirmou que uma de suas metas será reativar a economia da cidade que outrora foi reconhecida como Cidade Industrial.

Juntamente com a prefeita Lucimar Campos (DEM), ele assumiu o compromisso de entregar a economia local com um crescimento acumulado do seu Produto Interno Bruto (PIB) de cerca de 4% a 5% ao final dos próximos quatro anos.

“Várzea Grande já foi conhecida em todo Mato Grosso como ‘Cidade Industrial’, período em era a segunda maior economia do Estado, atrás apenas da Capital, Cuiabá”, disse.

Várzea Grande fechou 2014, conforme dados mais recentes do IBGE, com PIB avaliado em R$ 5.907 bilhões, ganho anual de 11,7% acima dos R$ 5.285 bilhões contabilizados em 2013.

Nos últimos anos, como reforça o secretário de Assuntos Estratégicos, a economia várzea-grandense vem se sustentando no comércio e na prestação de serviços, perdendo a principal característica que havia consagrado a economia local como a segunda maior do Estado até o início dos anos 2.000.

Atualmente, é a terceira maior economia de Mato Grosso, atrás de Rondonópolis, município consolidado como um importante polo agroindustrial, mesmo concentrando apenas a terceira maior população.

“E todo o trabalho de atração de investimentos, seja para obras de infraestrutura como para atração de empresas, será para geração de empregos, para geração de renda, para fomento da nossa economia de forma geral e tudo isso, não tenho dúvidas de que vai gerar mais impostos, vai ampliar nossa base de arrecadação sem que haja necessidade de aumentar impostos e sacrificar aos cidadãos, empresas, indústrias e comércio em geral”, disse Jayme Campos.

Em relação à renda per capita que é renda total do Município – nesse caso os R$ 5.907 bilhões – divididos pelo número de habitantes - cerca de 300 mil -, o valor também aumentou na comparação anual entre 2013 e 2014, de R$ 20,10 mil para R$ 22,22 mil, conforme o IBGE.

Como lembra a prefeita, Lucimar, a Secretaria de Assuntos Estratégicos é um "reforço" para melhorar o recebimento de convênios federais e estaduais, bem como de emendas parlamentares.

“É uma pasta que vem para garantir maior eficiência à gestão e amplia a comunicação direta com a sociedade como um todo e principalmente estabelece parcerias junto aos entes federados, como o governo federal e o governo do Estado.Temos uma excelente relação com todas as esferas dos poderes constituídos", disse.

"Mas Várzea Grande precisa transformar essa boa relação em benefícios, em obras, em recursos, porque a cidade não pode mais esperar, precisa crescer, a economia precisa avançar, os empregos precisam surgir e a renda tem de ser distribuída entre os várzea-grandenses", afirmou.

"Não podemos mais viver de cordialidades. Precisamos ampliar a carga de trabalho e junto a ela aumentar a eficiência, a transparência e principalmente a lisura no trato da coisa pública e a secretaria de Assuntos Estratégicos, gerida com a experiência do Jayme Campos, vão colaborar com tudo isso”, completou a prefeita.


Fonte: Midia News
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Política
     
7 de Janeiro, 2017 - 07:52
PT critica congelamentos em MT e vê contradições no discurso de Taques

“Antes do golpe disseram que a Dilma tinha que sair para que a crise acabasse. Retiraram a presidenta em um impeachment sem crime de responsabilidade e colocaram no governo um presidente e uma série de ministros delatados por corrupção, para implementar uma pauta regressiva que tem agravado a crise e atacado os direitos do povo”, afirmou o deputado federal Ságuas Moraes (PT) no Encontro Estadual do PT, em dezembro. O evento ocorreu no Sintep-MT, em Cuiabá.

Ságuas participou dos três dias do evento que reuniu mais de 100 militantes e também contou com as participações do ex-deputado federal Carlos Abicalil (PT), do deputado estadual Valdir Barranco (PT), do prefeito de Juína, Altir Peruzzo (PT), deputado Allan Kardec (PT), dos dirigentes nacionais do PT, Florisvaldo Souza e Renato Simões, além de vereadores eleitos e dirigentes. O deputado federal citou o PL 257/2016 que proíbe os Estados de conceder reajustes da inflação aos servidores e realizar concursos públicos por dois anos, a PEC 55 que congela os investimentos da União e a reforma da Previdência.

Para o deputado estadual Barranco, assim como Temer, em Mato Grosso o governo Pedro Taques (PSDB) tem promovido má gestão e ataques ao funcionalismo público. “Taques não se elegeu dizendo aos servidores que não pagaria a RGA, contudo não pagou em 2016 e continuará sem pagar em 2017. Além disso, fez uma campanha dizendo que ia combater a corrupção e, em menos de dois anos de governo, o Gaeco desbaratou um esquema de corrupção na Seduc que beneficiava o partido dele e que supostamente pagou dívidas de sua campanha”, disse Barranco.

Para o ex-deputado Carlos Abicalil, o governo Temer representa o projeto neoliberal que foi reinstalado no Brasil após o impeachment. Segundo ele, esse Projeto já estava sendo implementado em Mato Grosso pelo governo do PSDB, desde janeiro de 2015. De acordo com Abicalil, enquanto os governos dos países europeus tem adotado como ferramenta para sair da crise o investimento público, Temer segue na contramão congelando os gastos do governo, assim como Taques que pretende implementar no Estado medida semelhante à PEC 55.

Durante sua apresentação, Abicalil ainda destacou as contradições entre o discurso da ética de Pedro Taques e a prática marcada por escândalos de seu governo.


Fonte: folha max
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Política
     
6 de Janeiro, 2017 - 19:52
Pedro Taques busca recursos para novos projetos junto ao BNDES

O governador Pedro Taques esteve, nesta sexta-feira (06.01), na sede do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Rio de Janeiro, onde tratou de vários projetos e investimentos para Mato Grosso. Foram tratados contratos para as áreas de Cultura, Educação e Meio Ambiente, e também sobre a Arena Pantanal e obras do entorno. A equipe do executivo foi recebida pela diretora do BNDES, Marilene Ramos, e Superintendente da Área de Gestão Pública e Socioambiental do BNDES, Gabriel Visconti.

Para a Cultura, Taques apresentou projeto para restauração e aparelhamento do Grande Hotel – Centro de Referência da Economia Criativa do Estado de Mato Grosso. O contrato tem valor total de R$ 5 milhões, sendo R$ 4 milhões do BNDES (não reembolsável) e R$ 1 milhão de contrapartida do executivo Estadual.

O projeto está aprovado e em fase final de contratação para o recebimento do recurso para a reforma do imóvel. “Nessa reunião, discutimos o programa PCI, que é Produzir, Conservar e Incluir. Também apresentamos o programa da economia criativa, que inclui a modificação e reforma do Grande Hotel. São dois projetos com grande potencial para receber os recursos do BNDES”, afirmou o governador.

Para a Educação, o governador apresentou o projeto dos Centros Integrados Escola Comunidade (CIEC). A proposta de financiamento é para uma unidade do CIEC e duas unidades padrão, no valor total de R$ 23 milhões. Também foram apresentados projetos para a construção de 18 novas escolas estaduais.

“A reunião foi muito importante para que a gente pudesse apresentar os detalhes do programa das escolas integrais, entre elas, a escola nova, chamada Centro Integrado Escola Comunidade. O governador foi muito forte para mostrar para eles que as áreas mais vulneráveis terão os melhores equipamentos públicos”, explicou o secretário de Estado de Educação, Marco Marrafon, que também participou do encontro.

Segundo ele, foi destacada a importância social do programa de escolas integrais. “O objetivo é que eles possam dar a devida prioridade dentro do BNDES, para que o financiamento possa ser realizado o mais rápido possível. É Importante ressaltar que o primeiro Estado a apresentar o projeto concreto de infraestrutura social com inovação foi o Estado de Mato Grosso e, que isso deixou a equipe do BNDES muito satisfeita com os trabalhos desenvolvidos até então”, disse.

No âmbito da Secretaria de Meio Ambiente, foi discutido o Fundo Amazônia. O Governo de Mato Grosso tem um contrato não reembolsável no valor de até R$ 35 milhões com o BNDES para investimento nas ações de fiscalização, licenciamento ambiental e descentralização da gestão ambiental. Na ocasião, Taques apresentou as contas deste contrato. “Nosso comprometimento e bom uso do recurso público foi elogiado. A reunião foi muito produtiva e significativa ao Estado de Mato Grosso”, disse.

O secretário de Estado de Fazenda, Gustavo de Oliveira, que também esteve na reunião, afirma que o executivo tem condições de contrair novos recursos junto ao BNDES.

“Pudemos comprovar que os pleitos que estamos trazendo já estão pactuados no Programa de Ajuste Fiscal para 2017/2018 do Governo de Mato Grosso. Temos capacidade de contrair essas operações e foi uma bela reunião de alinhamento de todos os projetos que estão em andamento”, afirmou.

Para a Arena Pantanal, a previsão de execução dos recursos é para 2017. “Discutimos o fechamento das obras da Arena Pantanal e do entorno para este ano. Através de um trabalho sério e forte, vamos conseguir dar resposta ao BNDES sobre o uso dos recursos já pactuados e abrir portas para acessar novos recursos para novos projetos. O BNDES tem recursos e precisa de bons projetos e o Estado tem bons projetos para fazer uso desses recursos”, concluiu.


Da Assessoria


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Política
     
6 de Janeiro, 2017 - 17:32
Prefeito tampão almeja continuar no posto, mas evita lançar candidatura

O prefeito interino de Primavera do Leste, Leonardo Bortolin (PMDB), revelou que gostaria de ficar à frente do comando do Executivo municipal nos próximos 4 anos para mostrar sua capacidade, já que “a juventude pode ser creditada”, mas evitou lançar candidatura por agora, tendo em vista que a situação eleitoral da cidade está indefinida.

Ele tem 31 anos, foi eleito presidente da Câmara e por isso conduzido à prefeitura devido à impugnação do eleito Getúlio Viana (PSB).

A declaração foi dada nessa quinta (5), d
urante a eleição que reconduziu o ex-prefeito de Nortelândia Neurilan Fraga à presidência da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

Bortolin afirmou que está empolgado com essa chance de ser prefeito, mas pontuou que em um primeiro momento terá prudência e não fará grandes obras. O interino disse que tem vontade de fazer um trabalho a longo prazo no comando do Executivo municipal.

“Se conseguirmos nos próximos dias colocar as nossas ideias e nossos sonhos por Primavera em prática, eu gostaria de ficar um período para poder mostrar que nós temos capacidade, que a juventude pode ser acreditada e que nós podemos fazer a diferença”, argumentou.

Ele, no entanto, pontua que não existem possíveis candidatos à prefeitura para uma hipotética situação de novas eleições. Porém, não descartou a sua indicação para o certame. “Isso aí a gente tem que entregar na mão de Deus e ver como vai ser esse período em que lá estivermos. Se correspondermos às expectativas da sociedade, se conseguirmos a formatação de um grupo, pode ser que seja um passo”, explicou.

O peemedebista ainda defendeu novos nomes na política da cidade, já que em “Primavera hoje existe uma polarização e chegou a hora de ter uma terceira via, uma via oxigenada”. A polarização diz respeito às famílias Viana e Piana, que têm alternado poder nas últimas décadas. Érico Piana, por exemplo, foi prefeito da cidade por quatro mandatos,  1989/1992, 1997/2000, 2000/ 2004 e 2013/2016.

Investimentos

O prefeito interino terá entre os focos deixar a cidade bonita. “Nesse período é o que dá para nós fazermos. (O dinheiro) foi investido em outras prioridades e devido a questão da crise econômica, que afetou não somente o município, mas todo o estado e o Brasil, acabou se cortando investimentos na parte de limpeza urbana e embelezamento. Isso eu quero fazer para deixar uma marca da nossa gestão”, pontuou.

O peemedebista afirma também que tem dialogado com diversos setores da sociedade civil e políticos para que sua gestão seja participativa. Bortolin ressalta porém, que o clima de instabilidade política tem afetado a cidade e que sua missão nesse período será fazer com que o município continue em frente.

“A gente tem que ter a responsabilidade e saber que tudo e qualquer gasto com orçamento é consubstanciado sobre mim. Então eu tenho a responsabilidade fiscal e orçamentária sobre isso e não consigo fazer, nesse momento, nada de obra muito grande. O que me cabe agora é fazer com que a estrutura administrativa ande e que os serviços essenciais não parem”, afirmou

O parlamentar-prefeito espera ter apoio da população e que apesar de estar prefeito por ocasião, tem vontade de fazer muito pela cidade.  “Não sei por quanto tempo, se será um dia, se chegará um mês, dois meses, seis meses, mas garanto pelo tempo em que permanecemos que iremos trabalhar com probidade acima de tudo. Além da parte política, sou muito técnico, conheço da parte de orçamento público e gosto da parte da gestão municipal”, afirmou.

Imbróglio

Getúlio Viana, candidato mais votado nas últimas eleições para à prefeitura de Primavera do Leste, está aguardando uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para verificar se poderá tomar posse na cidade.

Viana foi carimbado pelo TRE como ficha suja, recorreu da decisão e o processo pode se estender até junho. Caso a situação não seja revertida, uma nova eleição será realizada na cidade. Enquanto isso, o município será comandado por Bortolin.

Nesse meio tempo, a Câmara será presidida pelo vereador Valmisley Alves dos Santos (PV), o Miley. 


Fonte: RDNews
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Política
     
6 de Janeiro, 2017 - 10:48
Ministro dos Transportes vem a Mato Grosso vistoriar andamento de obras

Durante audiência realizada nesta quarta-feira (05) entre o ministro dos Transportes, Maurício Quintella, o senador Wellington Fagundes (PR/MT) e membros da diretoria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), ficou acordado que o chefe da pasta deve ir ao Estado de Mato Grosso vistoriar o andamento de algumas obras de infraestrutura e definir prazos para entrega.

O ministro atenderá pedido do senador, pretendendo ir à Cuiabá e Barra do Garças, além de visitar trechos da duplicação da BR 163. "Nós, do ministério, estamos satisfeitos com o ritmo da obra na rodovia, onde já foram entregues trechos restaurados e duplicados. Acredito que, no mais tardar, até o início de fevereiro iremos a Mato Grosso para tomar algumas decisões e definir o cronograma de conclusão", explicou Quintella.

Luiz Antônio Garcia, diretor de Infraestrutura Rodoviária do Dnit, acredita que a duplicação deverá ser concluída este ano. "A restauração do pavimento do trecho entre Jaciara e a Serra de São Vicente está para ser entregue e outros trechos estão com obras em pleno andamento. Acredito que vamos ter, em 2017, a entrega total deste empreendimento", pontuou.

"Convidei o ministro para ir a Mato Grosso para que ele possa vistoriar algumas obras que estão em andamento pelo Estado. Como é o caso da duplicação da BR 163 e o contorno viário de Barra do Garças, duas importantes obras para todo o Estado, que vão atender a população e facilitar o escoamento da produção agrícola, além de proporcionar mais segurança a todos", destacou Wellington.

Contorno viário

Recentemente incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o contorno viário de Barra do Garças terá novo ritmo de obras este ano. Já estão empenhados R$ 110 milhões para a continuidade da construção deste empreendimento tão sonhado pela população.

"A obra está sob-responsabilidade do Dnit e tem recursos empenhados para a realização dela. O contorno é uma necessidade, visto que a região está em pleno desenvolvimento e o tráfego de veículos de cargas no centro das cidades de Barra do Garças e Aragarças é muito grande, trazendo grande transtorno à população", explicou Wellington.


Da Assessoria


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