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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 24 de Fevereiro de 2017
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Política
     
14 de Fevereiro, 2017 - 16:07
Parlamentares destinam emendas para ajudar Campo Novo do Parecis

Deputados e autoridades que fazem parte do PSD, em Mato Grosso, se reuniram na manhã desta segunda-feira (13), com o vice-governador Carlos Fávaro (PSD) e, em conferência, com o prefeito de Campo Novo do Parecis, Rafael Machado (PSD), discutiram ações para auxiliar o município.

Após a reunião, ficou definida uma frente de trabalho que irá priorizar três ações: de 50 mil litros de combustível [diesel] para abastecer o maquinário que atua no local atingido e, assim, minimizar o efeito da água e fazer a drenagem do lodo e da lama acumulados.

Também faz parte das ações, a destinação de emendas parlamentares no valor de R$ 50 mil,  totalizando R$ 300 mil – visto que a bancada do PSD na Assembleia Legislativa é composta por Gilmar Fabris, Pedro Satélite, José Domingos Fraga, Leonardo Albuquerque, Ondanir Bortolini (Nininho) e Wagner Ramos.

A emenda deve ser feita via Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) e destinada à recuperação de pertences de uso básico das famílias prejudicadas pelo temporal – como a aquisição de móveis e eletrodomésticos.

A terceira frente atuará na solicitação de uma equipe técnica para ir in loco diagnosticar e elaborar um projeto que permita solucionar a questão da drenagem em bairros como o Jardim das Palmeiras.

“Seja por meio de uma equipe técnica da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), ou em conjunto com outras secretarias, o nosso objetivo é procurar alternativas para evitar futuros alagamentos na região”, explicou Fávaro – que é secretário da Sema.

Representante da região, o deputado Wagner Ramos reafirmou a necessidade de sanar o problema de forma definitiva. “É preciso providenciar uma análise detalhada da região do bairro Jardim das Palmeiras e seu sistema de drenagem”, destaca.

Conforme disse o deputado estadual Nininho, a opção pelas três ações foi tomada após constatar que as necessidades de urgência já foram aplacadas – como doação de alimentos, água potável e vestimentas.  “Estamos encaminho em regime de urgência um documento ao governador, oficializando essa nossa ação”, falou.

RECURSOS FEDERAIS – De Brasília, o senador José Medeiros (PSD) e o deputado federal Tampinha (PSD) participaram das decisões e buscam, neste momento, o apoio emergencial do governo federal em prol da autorização para o decreto de “Calamidade Pública” para o munícipio Campo Novo do Parecis.

Segundo o setor de monitoramento da Defesa Civil, as precipitações só devem reduzir a partir de quinta-feira (16) – até lá, todos os dias devem apresentar 95% de probabilidade de chuva.  

ALAGAMENTO EM CAMPO NOVO – Ocorre que Campo Novo do Parecis (444 km de Cuiabá) foi atingido por fortes chuvas desde a última quinta-feira (9). Em três dias, o temporal alagou casas e ruas na cidade atingindo cerca de três mil pessoas e deixando 700 desabrigados, conforme dados divulgados pelo Governo do Estado.

O alagamento somou 310 milímetros de chuva, mais do que o previsto para o mês inteiro. O bairro mais afetado foi o Jardim das Palmeiras, onde fica o local que recebe a água pluvial daquela região, chamada “Piscinão”, que não suportou o volume recebido e transbordou – atingindo casas, comércios e instituições.


Da Assessoria


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Política
     
14 de Fevereiro, 2017 - 09:34
PP se alia à oposição e diz que projeto de Taques “fracassou”

O presidente regional do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca, declarou apoio ao grupo de oposição liderado pelo PMDB do deputado federal Carlos Bezerra.

Segundo o parlamentar, a medida se deve ao fato de que, para a sigla, o projeto do governador Pedro Taques (PSDB) “fracassou”.

“Nós estávamos no projeto do governador Pedro Taques, mas hoje o PP enxerga que esse projeto fracassou e que temos que construir de novo um projeto para Mato Grosso. A tendência é que não estaremos com o Pedro em 2018”, disse o líder do partido, que fez parte da coligação que elegeu o tucano em 2014.

O novo posicionamento do partido foi anunciado durante reunião de nove partidos, na manhã desta segunda-feira (13), no Hotel Taiamã, em Cuiabá.

Entre as siglas que compõem o projeto estão, além de PP e PMDB, PR, PT, PSC, PCdoB, PPS, PTB e PDT. Os três últimos estiveram também na base de Taques.

“O PP foi convidado a participar do projeto Taques. Nós ajudamos nesse governo. Depois o PP foi excluído e participamos da eleição com o Emanuel Pinheiro e, a partir daí, avançamos. Lá na frente, se o Pedro quiser vir apoiar o PP nacional, vamos abraçar. Mas não dá para o governo que está desenhado aí, é preciso redesenhar o governo”, afirmou.

Segundo Ezequiel Fonseca, seu partido já colocou à disposição do grupo o nome do secretário nacional de Política Agrícola, Neri Geller.

“É um nome nosso colocado neste momento, até porque temos candidato a governador, senador, deputado federal e estadual. Esta vai ser uma eleição fácil de se juntar, porque temos espaço para muitos partidos”, disse.

Outros nomes

Além de Geller, foram citados na reunião o nome do senador Wellington Fagundes (PR) e do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Antonio Joaquim, que irá se aposentar em dezembro deste ano.

Apesar disso, o grupo acredita que uma definição final deverá ocorrer somente no prazo final estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que é 5 de agosto de 2018.

"Aqui não temos um nome definido. Todos os partidos que vierem a somar, podem trazer nomes", disse Wellington Fagundes.

“O Antonio Joaquim está acenando a possibilidade de sair do TCE para filiar ao PMDB e ser um dos candidatos. É natural que eu também seja um dos cotados por estar no meio do mandato ao Senado, mas não tem aqui uma candidatura imposta. Primeiro temos que definir os projetos, depois os critérios para escolher os nomes”, afirmou.

Segundo o senador, o principal objetivo do grupo é o de construir um projeto contrário ao de Taques.

“Aqui é um grupo de oposição clara ao Governo Pedro Taques, porque este é um governo que se isola. Estamos buscando um projeto que venha agregar partidos para definir critérios de possíveis candidaturas a governador”, afirmou

Sem racha

Já o presidente regional do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, disse que buscará evitar um racha no grupo por conta da definição do nome que irá disputar o Palácio Paiaguás.

Para isso, irá, nos próximos meses, estabelecer critérios para a escolha do candidato.

“O compromisso do grupo é se manter unido. E, para não rachar, vamos estabelecer critérios justos e todo mundo tem que aceitar. A união é que faz a força. Se racharmos, estaremos enfraquecidos, isso é uma regra básica. Todos aqui são políticos experientes e sabem disso. Então, não queremos rachar e não vamos rachar”, disse.


Fonte: Midia News
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Política
     
14 de Fevereiro, 2017 - 09:02
Políticas públicas para jovens são debatidas em audiência pública

A formação dos jovens, a falta de recursos e de políticas públicas adequadas, segurança pública, drogas e os projetos sociais voltados para este público foram alguns dos assuntos debatidos na audiência pública realizada na tarde desta segunda-feira (13). O evento contou com a participação de representantes do governo e também da sociedade organizada e foi uma iniciativa do deputado Valdir Barranco (PT).

O deputado presidiu a audiência e destacou a necessidade de políticas públicas voltadas para a formação do jovem e com isso evitar que eles sigam para o caminho da criminalidade. Para ele, o esporte, a cultura e a educação são os pilares que devem permear a vida do jovem para garantir um futuro de sucesso.

“O poder público precisa assumir o papel que tem sido feito de maneira isolada pela sociedade, que não tem recursos para isso. Quando o governo não faz seu papel, estes jovens são adotados pelo mundo do crime que age com mais competência.  Somente através da educação, cultura, esporte e arte é que vamos conseguir sucesso com os jovens”, afirmou o parlamentar.

Barranco ressaltou ainda que este é um trabalho que precisa do engajamento de todas as secretarias e de todos o entes federados: Município, Estado e União. A questão da segurança foi bastante discutida durante a audiência, principalmente porque a maior parcela das vítimas de violência está entre os jovens. “O medo da sociedade não é ilusório e nem criado pela mídia”.

A violência é fruto da falta da presença do Estado na vida do cidadão. Uma grande parte da sociedade não tem acesso aos serviços essenciais e a população fica privada do direito de ir e vir por conta da falta de segurança.

Projetos - A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso é responsável pelos projetos “De Cara Limpa Contra as Drogas”, “De Bem com a Vida” e “Rede Digital pela Paz” que foram apresentados durante a audiência. Cerca de 150 mil pessoas foram atendidas com as ações dos programas que objetivam prevenir o uso de drogas, combater o tráfico, a violência e a criminalidade dentro das escolas e ainda controlar o consumo e venda irregular de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.

Ao todo foi investido R$ 2,2 milhões, o que representa cerca de R$ 14,00 reais por pessoa. Vale destacar que a cada R$ 1,00 investido na prevenção ganha-se R$ 10,00. O governo gasta em média R$ 2,5 mil por aluno ao ano, o que equivale a pouco mais de R$ 200,00 por mês.

Porém, enquanto no ano passado investiu-se R$ 110 mil nestes três projetos da polícia, a previsão deste ano é que sejam gastos R$ 80 mil, sendo apenas R$ 5 mil para o projeto De Bem com a Vida e Rede Digital pela Paz. O deputado ficou indignado com a informação e disse que irá cobrar do Executivo mais investimentos nos projetos voltados aos jovens.

“Os debates na audiência mostram que a sociedade está muito mais engajada do que os entes governamentais. Falta tratar o jovem como prioridade. O que são R$ 5 mil reais para um governo que estima arrecadar R$ 19 bilhões este ano?”, questionou Barranco.

O presidente do Conselho Estadual de Educação, Carlos Caetano, ponderou que o Estatuto da Criança e do Adolescente não foi totalmente implantado e é preciso garantir o fortalecimento da educação, fazendo críticas ao congelamento dos orçamentos e de investimentos no país. Projeto semelhante será apresentado pelo governo do Estado à Assembleia ainda este mês, que trata do congelamentos dos gastos públicos.

Juarez França, da Associação dos Estudantes Secundaristas, pontuou a questão da violência da própria polícia contra os jovens. Ele lembrou do episódio em que 10 adolescentes foram apreendidos dentro da Escola Ferreira Mendes, durante as ocupações, e contou que a maioria deles optou por não retornar mais para o colégio, o que faz com que eles fiquem a mercê do crime.

“A juventude precisa ter voz na sociedade. Fazemos a “Batalha do Alencastro“ e é um momento que o jovem da periferia vai para o centro (da cidade), mas muitas vezes é interrompido pela polícia. Queremos mais prevenção e menos opressão. Queremos uma polícia mais cidadã, que faça o acolhimento e não a opressão”, declarou França.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep), Henrique Lopes, questionou a forma como o Estado está presente nos bairros e a disputa entre as drogas e o governo é constante. “Atacam os sintomas, ao invés da causa”.

Durante a audiência, houve ainda uma apresentação de hip hop com a rapper Karla Vecchia que faz parte dos projetos Favela Ativa e também Hip Hop em Ação. Os dois projetos são realizados em bairros periféricos de Cuiabá e são voltados para os jovens, auxiliando na prevenção.

Luiz Gonsaga responsável pelo projeto social Analia Franca, realizado no bairro Dr. Fábio 2, e atende 80 jovens. Ele falou sobre o projeto e a necessidade do apoio do poder público para ampliação do centro de treinamento que está sendo construído, com objetivo de ampliar a capacidade para atender cerca de 500 pessoas.

Barranco informou que irá encaminhar as demandas apresentadas durante a audiência para os órgãos responsáveis e como parlamentar irá cobrar do Executivo que destine recursos aos projetos sociais e também efetivem políticas públicas voltadas para os jovens e o combate à violência.


Da Assessoria


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SODOMA 5:
     
14 de Fevereiro, 2017 - 07:43
PC prende ex-presidente da OAB e mais 4 por receber propina de R$ 7 mi

A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso deflagrou na manhã desta terça-feira (14.02)  5ª fase da Operação Sodoma, que investiga fraudes à licitação, desvio de dinheiro público e pagamento de propinas, realizados pelos representantes da empresa Marmeleiro Auto Posto LTDA e Saga Comércio Serviço Tecnológico e Informática  LTDA, em benefício da organização criminosa comandada pelo ex-governador, Silva da Cunha Barbosa.

A investigação presidida pela Delegacia Especializada de Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública, cumpri cinco mandados de prisão preventiva, nove de condução coercitiva e nove de busca e apreensão domiciliar, nos estados de Mato Grosso, Santa Catariana e Distrito Federal. Participam da operação 17 equipes de policiais civis, compostas por delegados, investigadores e escrivães

Os mandados de prisão foram cumpridos contra os investigados: Valdisio Juliano Viriato, Francisco Anis Faiad, Silval da Cunha Barbosa, Sílvio Cesar Corrêa Araújo, Jose Jesus Nunes Cordeiro. Entre os conduzidos coercitiva para interrogatórios estão: Wilson Luiz Soares, Mario Balbino Lemes Junior, Rafael Yamada Torres, Marcel Souza de Cursi.

Os suspeitos são investigados em fraudes à licitação, corrupção, peculato e organização criminosa em contratos celebrados entre as empresas Marmeleiro Auto Posto LTDA e Saga Comércio Serviço Tecnológico e Informática  LTDA, nos anos de 2011 a 2014, com o Governo do Estado de Mato Grosso

Segundo a Polícia Civil apurou, as empresas foram utilizadas pela organização criminosa, investigada na operação Sodoma, para desvios de recursos públicos e recebimento de vantagens indevidas, utilizando-se de duas importantes secretarias, a antiga Secretaria de Administração (Sad) e a Secretaria de Transporte e Pavimentação Urbana  (Septu), antiga Secretaria de Infraestrutura (Sinfra).


As duas empresas, juntas, receberam aproximadamente R$ 300 milhões, entre os anos 2011 a 2014, do Estado de Mato Grosso, em licitações fraudadas. Com o dinheiro desviado efetuaram pagamento de propinas em benefício da organização criminosa no montante estimado em mais de R$ 7 milhões.


Os presos e conduzidos estão sendo levados para a Defaz.


Da Assessoria



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Política
     
13 de Fevereiro, 2017 - 16:00
Proposta dá transparência ao uso de cartões corporativos

Facilitar o gerenciamento dos gastos públicos. Essa é a intenção do Projeto de Lei 34/2017, apresentado pelo primeiro-secretário, deputado Guilherme Maluf (PSDB), e em tramitação na Assembleia Legislativa. A proposta foi lida na sessão ordinária do dia 8 de fevereiro de 2017.

O projeto trata da transparência na utilização dos cartões de pagamentos pela administração pública direta do estado de Mato Grosso. O cartão será emitido em nome da unidade gestora e operacionalizado por instituição financeira autorizada, utilizado exclusivamente pelo portador nele identificado.

De acordo com Maluf, a proposta dá maior transparência às ações do Estado, ao estabelecer normas para o uso do cartão de pagamento no âmbito da administração pública direta.

“Ela propõe que a caixa-preta dos gastos com cartões corporativos seja revelada aos cidadãos mato-grossenses. A proposta veda a prática abusiva de classificar grande parte das despesas com cartão corporativo como sigilosas. Isso deve implicar na redução da despesa pública”, disse o primeiro-secretário.

O cartão de pagamento, de acordo com a proposta de Maluf, é para o uso do servidor público ocupante de cargo efetivo ou comissão dos Poderes e órgãos constitucionais autônomos, conforme regulamentação própria.

Mas, para ser portador de cartão de pagamento, o servidor deve apresentar declaração de próprio punho de não possuir antecedentes criminais, de estar em pleno gozo de direitos civis e políticos e de não haver sofrido penalidades por prática de atos desabonadores no exercício da atividade profissional ou de função pública.

O servidor deve apresentar ainda a certidão dos distribuidores criminais das Justiças Federal, Militar e dos estados onde haja residido nos últimos cinco anos. O cartão de pagamento será utilizado para aquisições de produtos ou serviços, nos estritos termos da legislação vigente.

A proposta define que, obedecida a dotação orçamentária, os chefes dos Poderes e órgãos constitucionais autônomos editarão ato normativo para estabelecer valores e limites máximos definidos em regulamentação, bem como para a utilização do cartão de pagamento.

O texto do projeto obriga as unidades gestoras a divulgarem na internet dados relativos às despesas realizadas com os cartões de pagamentos, em especial: o nome e a matrícula funcional do responsável por cada despesa, a data de realização do gasto e o seu valor.

A proposta define ainda que as unidades gestoras publiquem na internet o total das despesas realizadas no exercício por cartão de pagamento e o total das despesas realizadas com cartões de pagamentos pela unidade gestora por exercício.

Por outro lado, a proposta veda o servidor público de sacar dinheiro com o cartão de pagamentos, salvo se previamente autorizado em ato normativo editado pelo dirigente máximo do órgão e, ainda, de promover qualquer acréscimo no valor da despesa decorrente da utilização do cartão de pagamento.

Os órgãos de controle e fiscalização têm a responsabilidade de manter em sigilo os dados e as informações obtidos em decorrência do exercício de suas funções e competências. Eles utilizarão, exclusivamente, para a elaboração de pareceres e relatórios destinados à chefia imediata.

As aquisições destinadas a atender o governador e o vice-governador de Mato Grosso, chefes de outros Poderes e órgão constitucionais autônomos e por suas respectivas famílias às custas do erário público serão listadas e publicadas, com o máximo detalhamento, na internet.  Essas informações valem também para alimentação, bebida, telefone, restaurante, presentes, viagens e hospedagens.

Mas caso essas informações coloquem em risco a segurança do governador e vice-governador, os chefes dos outros Poderes, dos órgãos constitucionais autônomos e seus respectivos cônjuges e filhos, serão classificadas como reservadas e ficarão sob sigilo até o término do mandato em exercício ou do último mandato, em caso de reeleição.


Da Assessoria


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POLÍTICA:
     
13 de Fevereiro, 2017 - 15:08
Oposição antecipa disputa e lança três nomes para enfrentar Taques; veja quem são

Pelo menos nove partidos do grupo que elegeu o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), já começam a discutir um novo projeto conjunto para as eleições de 2018, em oposição ao governo de Pedro Taques (PSDB).

O grupo é encabeçado pelo PMDB e formado pelas sigas PR, PPS, PP, PSC, PCdoB, PTB, PDT e PT.

O projeto começa a ser construído contando com a participação do ministro da Agricultura, o mato-grossense Blairo Maggi, na disputa presidencial, seja como titular, vice e numa outra hipótese como candidato à reeleição para o Senado.

O grupo também já possui três pré-candidatos a governador, sendo eles o secretário de Políticas Agrícolas do Governo Federal, Neri Geller (PP), o senador Wellington Fagundes (PR) e o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Antônio Joaquim (sem partido).

No momento, Antônio Joaquim está sem partido, mas estuda se aposentar da carreira na Corte de Contas e se filiar ao PMDB para disputar as próximas eleições.

No primeiro encontro público do grupo para falar sobre 2018, no Hotel Taiamã, nesta segunda-feira (13), os presidentes estaduais do PMDB, deputado federal Carlos Bezerra, do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca, do PR, senador Wellington Fagundes, já demonstraram que o discurso será de dura oposição.

Para evitar racha no grupo que possui três candidatos, o deputado federal Carlos Bezerra garante que não tem nada pré-definido e que todos os partidos estão convidados a colocar nomes para a disputa.

Ele afirmou ainda que ao se construir o projeto, também serão construídos critérios para a escolha final do cabeça de chapa. O que mais agregar apoios, votos e mais se aproximar do perfil popular desejado, conforme pesquisa a ser realizada, é o que será o escolhido para a disputa.

“Cada partido pode trazer um nome e vamos tentar convergir para um, mas não agora, ano que vem!”, reforçou o presidente do PR, senador Wellington Fagundes. “As discussões começam agora e terminam só em 5 de agosto de 2018, data das convenções”, acrescentou Ezequiel Fonseca.

Os dirigentes afirmaram que começaram a discutir o projeto antecipadamente, a quase dois anos do pleito, porque o Governo atual está "não está dando certo" e os força a discutir logo um projeto novo para o Estado.

Também participou da reunião, o presidente do PTB de Cuiabá, José Roberto Bezerra. Ele salientou o interesse de partidos pequenos que passaram a fazer parte do grupo do prefeito Emanuel Pinheiro no segundo turno, como o PHS e PTN.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
13 de Fevereiro, 2017 - 10:44
PSB busca alinhar discurso sobre cargos no governo Taques

Depois de conquistar cargos e indicações no governo estadual e provocar entre as siglas aliadas uma competição natural por mais espaço, parte dos deputados do PSB passa a reavaliar o posicionamento da legenda.

Para alguns membros da cúpula, é hora de diminuir a pressão e a cobrança se dar por satisfeito. Para outros, no entanto, ainda há margem para o crescimento da sigla nas secretarias e autarquias do Executivo, sobretudo por conta da expectativa de uma reforma administrativa anunciada pelo próprio governo.

O desencontro de entendimentos deverá ser sanado, nessa segunda-feira (13), em reunião coordenada pelo deputado federal Fábio Garcia, que preside o PSB.  Fábio é um dos que defende o cessar da busca por maior participação, a menos que ela seja ofertada pelo próprio Taques. A missão é convencer os demais disso.

Ele já conta com o apoio do deputado estadual Oscar Bezerra. “Nós achamos que tem que ter uma postura diferenciada. Vamos ajudar o governo e parar de falar de cargo. Se ele achar que nós temos nomes que podem incorporar no governo, ele vai chamar. Vamos ajudar o governo e falar de 2018 em 2018”, defende Oscar.

Na semana passada, no entanto, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, que integra a bancada do PSB, defendeu a indicação de Marcelo Padeiro, ex-secretário de Mauro Mendes, para a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra), em substituição a Marcelo Duarte.

“Queremos o Marcelo Padeiro na Sinfra ou em outra secretária que toque obras. Foi um grande tocador de obras. Grande secretário em Cuiabá. Ele tem meu apoio integral. O nome já foi colocado para o governador e está em stand by. Apareceu a vaga, ele está à disposição”, disse Botelho.

A reunião desta segunda-feira deve alinhar o discurso dos deputados. Senão, “acaba um puxando para um lado e o outro puxando para o outro. Temos que ter o mesmo alinhamento e a mesma postura em todos os sentidos. A sugestão minha e do Fábio tem que ser aprovada por todos os membros pelos pares, outros deputados. Mas essa é a nova posição”, conclui Oscar.

O PSB, que antes ocupava apenas a Secretaria Agricultura Familiar e Regularização Fundiária (Seaf), com Suelme Evangelista, agora também encabeça os trabalhos da Secretaria de Trabalho e Assistência Social (Setas), sob Max Russi.

Ao mesmo tempo, conquistou diversos cargos para nomes vinculados à gestão do ex-prefeito de Cuiabá.

A sigla foi a que mais cresceu no governo com a mudança do perfil dos secretários.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
13 de Fevereiro, 2017 - 09:48
Presidente do PSDB em Sinop tenta defender Taques e leva lapada dos internautas

Rendeu, e não foi pouco, a postagem do presidente municipal do PSDB (partido da social democracia brasileira) em Sinop, Cleyton Laurindo. Na oportunidade ele tentava defender o governador Pedro Taques, também tucano e tratou o ex-prefeito Juarez Costa (PMDB) com ironia, dizendo que ele seria um "isolacionista" e que o gestor do estado sempre tentou uma aproximação.

Essa notícia até foi destaque em nosso site, mas o fim de semana foi de muito comentário na postagem e ao que tudo indica, a grande maioria dos internautas não concorda muito com o pensamento do presidente tucano. Josinei Amaro, por exemplo, expressou o seguinte pensamento: "E vamos continuar, acreditando em promessas vãs, foi assim com Blairo, Sinval, e também está assim com Taques. Sinop nunca esteve tão ruim de saúde e segurança pública. é só bla bla político".

Cesar Silva Julio mostrou no comentário dele que está ansioso para as novas eleições; "Com esse (palavrão) não tem acordo, ou é do jeito dele, ou não é de jeito nenhum. A solução é na urna em 2018". E teve muito mais, um dos que mais chamaram atenção foi o comentário de Daiane Freitas, ela perdeu a mãe depois que ela foi picada por uma cobra e o hospital de Sinop não contava com o soro. "Eu o odeio Pedro Taques. Pela sua incompetência e sua falta de amor perdi minha mãe".

Mas o presidente municipal não se fez de regato, continuou defendendo o lado político dele. "eu respeito a opinião de todos aqui. Inclusive dos que Pensam diferente de mim", compartilhou.


Da redação


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COMENTÁRIOS
  Nome: andreia
  E-mail: andreiasky@bol.com.br
  Publicado às: 13/02/2017 - 14:45:39
  Cidade: sinop

a dancinha das cadeiras ja começou, dessa vez vai ter mais gente ficando de pé...o povo ta acordando
  Nome: Milton F. Jr
  E-mail: Minhafesta_snp@hotmail.com
  Publicado às: 13/02/2017 - 21:32:01
  Cidade: Sinop

Clayton tem motivo pargidário para acariciar o Governador, todavia, quanto a sua crítica ao isolacionismo, é questionavel, vamos ao ponto. Ora, passado dois anos de Governo Taques e diante do Hospital Regional
  Nome: Milton F. Jr
  E-mail: Minhafesta_snp@hotmail.com
  Publicado às: 13/02/2017 - 21:44:31
  Cidade: Sinop

Clayton tem motivo partidário para acariciar Pedro Taques, todavia, sua metáfora isolacionista é discutível, vamos ao ponto. Passado dois anos de Governo Pedro deu este solução ao Hospital Regional que se acha na UTI do abandono? Do Ferrugem quase a explodir? Zero salas de aula a rede lublica estadual, Politec entregue as moscas, quem afinal nos isolou?
Pedro Taques. Ao mesmo tempo a metáfora não reflete o sentimento do povo em razão da vitória eleitoral do grupo isolacionista ano passado em Sinop. E mais, o que vai decidir o apoio ao Governador por aqui em 2018 não será a birra do ex gestor Municipal, mas, as decisões do Pedro em nosso beneficio doravante.
Política
     
12 de Fevereiro, 2017 - 18:45
Proposta para acabar com a imunidade tributária de templos aguarda relatório de Medeiros

Relator desde outubro do ano passado da proposta de iniciativa popular que propõe a extinção da imunidade tributária das igrejas, o senador por Mato Grosso José Medeiros (PSD) revelou sofrer pressão “de todos os lados” por conta do projeto.

Segundo ele, a entrega do relatório deverá ocorrer somente em agosto deste ano, justamente para dar oportunidade para todos os lados se manifestarem.

“A pressão está bem grande, tanto de um lado quanto de outro. Mas o parlamentar que não aguenta pressão não pode estar no Parlamento. Estou na fase de ouvir os interessados, ouvindo as igrejas, as entidades de qualquer culto, e ouvindo as entidades civis. A partir disso, acredito que até o meio do ano será tempo suficiente para propormos um relatório”, afirmou ao MidiaNews.

De acordo com a Constituição, a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios são proibidos de instituir impostos sobre "templos de qualquer culto".

Entretanto, a proposta diz que “constantes escândalos religiosos” protagonizados por líderes religiosos tornaram-se o “principal motivador” da ideia de que a imunidade tributária às igrejas deve ser banida.

“Num Estado laico, não faz sentido dar imunidade tributária a uma parcela das instituições do Brasil apenas porque elas são de cunho religioso. Qualquer organização que permite o enriquecimento de seus líderes e membros deve ser tributada”, diz trecho da proposta.

De acordo com José Medeiros, os contrários a proposta argumentam que a tributação obrigaria entidades filantrópicas a fecharem suas portas.

“Algumas pessoas da Igreja Católica me colocaram que se hoje fosse retirada essa imunidade, muitos hospitais e entidades filantrópicas teriam que ser fechadas. E segundo cálculos que me apresentaram, o Estado ficaria mais caro, mesmo com o imposto que se cobrasse dessas entidades. São argumentos interessantes e vamos ouvir todos”, disse.

O senador, no entanto, preferiu não emitir uma opinião a respeito da proposta.

“Tudo terá que ser sopesado, olhado e ver o impacto. Ver se realmente o dinheiro do Estado está indo só para enriquecimento. Porque também não podemos pensar em acabar com o carrapato matando a vaca. Temos que ver qual a densidade disso, tem que ser bem analisado”, afirmou.

Retrocesso

Representante dos evangélicos na bancada mato-grossense, o deputado federal Victorio Galli (PSC) classificou a proposta como retrocesso.

Ele acredita que não irá passar no Senado e que Medeiros deverá apresentar relatório contrário ao fim da imunidade.

“É um retrocesso. Estão querendo tirar direito adquirido, está na Constituição. Mas isso não passa. Na hora de votar, morre. E se passar no Senado, cai na Câmara. Mas conversei com o Medeiros sobre esse assunto. Ele está trabalhando para fazer uma relatoria contra”, disse.

O parlamentar acredita que as congregações religiosas estão com uma “imagem ruim” perante a população por conta de igrejas que não prestam seus serviços de forma correta.

“Há muitas igrejas que não fazem seu papel de forma correta. Mas não se pode julgar todas por uma. As igrejas, inclusive a qual eu sou membro, prestam serviços à sociedade com zero custo ao Governo”, afirmou.

“Agora, acho que o Estado jamais pode perder seu papel fiscalizador. Deve fiscalizar de fato todas as igrejas. Não se pode deixar que algumas igrejas que tem por aí roubem o direito das que estão contribuindo”, completou.


Fonte: Midia News
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Política
     
12 de Fevereiro, 2017 - 17:54
Bezerra justifica motivos que o levaram a propor projeto de lei incomum

O deputado federal Carlos Bezerra (PMDB) explicou os motivos que o levou a propor Projeto de Lei incomum, que visa instituir a Licença Menstrual. O projeto alcançou repercussão e polêmica nacional.

Segundo ele, o assunto parece brincadeira, mas deve ser tratado com seriedade. Ele destaca que algumas mulheres têm sintomas e mal estar seríssimos no período menstrual. Em algumas, as cólicas e a tensão Pré-Menstrual (TPM) chegam ser tão graves que as mulheres ficam transtornadas e até desmaiam de dor.

O autor da proposta explica que para usufruir da licença médica de três dias, a mulher deverá apresentar atestado e laudo médico. “São poucas mulheres que tem a TPM em grau elevado, mas tem, existe. Alguns estão desdenhando este projeto. Mas como a emenda das domésticas, muitos desdenhavam e hoje estão trabalhando com todas as garantias trabalhistas”, garantiu.

Bezerra garante que, apesar da resistência empresarial, este é um projeto que será aprovado e que tem a simpatia dos parlamentares. “Os empresários estão se mobilizando para inviabilizar o projeto. Eles são todos contras, acham que não é o momento, o país está em crise, que gerará ainda mais desemprego entre as trabalhadoras. Esse é o argumento. Só pensam no lucro”, frisou.

O parlamentar também rebate opiniões de que este tipo de projeto constrangem as mulheres. “Não, ao contrário, ele protege as mulheres. Forçar a mulher a trabalhar em questões desumanas e forçadas, isso sim expõe a mulher”, pontuou. “Há vários estudos médicos no país e no mundo que tem demonstrado que neste caso de TPM, a mulher fica totalmente improdutiva e impossibilitada de executar qualquer tarefa. Então não é justo que ela não tenha essa proteção da lei”, reforçou.

Bezerra parece não se incomodar com a polêmicas e com as brincadeiras. Ele é veterano na Câmara Nacional, é considerado um campeão de projetos apresentados e aprovados, e não é qualquer um que conseguiria aprovar um projeto como este. 


Fonte: hiper noticias
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