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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 23 de Agosto de 2017
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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 18:12
Ex-deputado articula delação e promete revelações sobre VLT

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso José Riva, também conhecido como o maior ficha-suja do país, está para fechar acordo de delação premiada.

Riva comandou a assembleia durante o governo de Silval Barbosa, aquele cuja delação Luiz Fux classificou como "monstruosa".

Vai dar a sua versão de alguns fatos que também estão na delação do ex-governador. Um deles é o esquema envolvendo a construção do VLT em Cuiabá, para a Copa do Mundo.

Uma empresa da qual a mulher de Riva era sócia, a Multimetal Engenharia de Estruturas, teria sido subcontratada no valor de R$ 11 milhões. A empresa já foi alvo da Operação Descarrilho, da PF.


Fonte: O Globo
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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 17:42
Com caos na Saúde de MT, Wellington pede ajuda a ministro e volta a cobrar prioridade do Governo

Diretores de hospitais filantrópicos e universitários de Mato Grosso se reunirão, em Brasília,  com o ministro da Saúde, Marcelo Barros, na próxima quarta-feira, 16, para tratar do caos em que se transformou o setor no Estado. Atualmente, quatro hospitais paralisaram atendimento de pacientes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), alegando falta de repasse por parte do Governo estadual. Os atrasos, segundo a Federação dos Hospitais Filantrópicos de Mato Grosso (FEHOS), superam os R$ 10 milhões.

A audiência foi intermediada pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), a pedido dos dirigentes hospitalares. "Eles querem uma solução e vamos trabalhar nesse sentido, já que o Governo parece não estar disposto a um entendimento" – frisou o senador. Do encontro também vão participar os demais integrantes da bancada federal e o suplente José Augusto Curvo, "Tampinha", que também é médico.

Crítico  da situação, Wellington Fagundes relatou ao Ministério da Saúde o difícil quadro da saúde no Estado. Ele explicou que, atualmente, cerca de 5 mil pessoas deixaram de ter atendimento com a paralisação em quatro centros de saúde: o Hospital Geral Universitário, a Santa Casa de Misericórdia e o Hospital Santa Helena de Cuiabá, além da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis. As quatro unidades juntas atendem por mês mais de 30 mil pacientes, uma média de mil por dia.

Não bastasse isso, o senador de Mato Grosso disse que é preocupante o fato de que profissionais já começam a abandonar seus postos de trabalhos por causa da falta de pagamento. A queixa é de que estão recebendo salários de dois em dois meses. Muitos desses profissionais, segundo relatos da FEHOS, são contratados por dedicação exclusiva.

Wellington explicou ainda ao Ministério que o Governo do Estado afirma não existir qualquer dívida com os hospitais filantrópicos. Alega que fazia ajuda emergencial por causa da crise dos hospitais e que, devido à inviabilidade orçamentária, o Estado não deve repassar mais estes valores. O governador Pedro Taques chegou a dizer que a possibilidade de ajuda só ocorrerá com a melhoria do caixa do Estado "mais para frente". A versão do Governo é contestada pela direção dos hospitais.

Para Wellington, no entanto, a questão é de gestão. "Administrar é eleger prioridades, e a vida das pessoas, eu acredito, é a maior delas. É a sensibilidade que qualquer administrador precisa ter" – disse o senador republicano, que voltou a criticar os gastos do Governo com publicidade – cerca de R$ 84 milhões – quando, segundo ele, o certo seria utilizar recursos para ajudar os hospitais a atender as pessoas que tanto precisam.  "Vamos buscar uma solução, mas é preciso que o Governo priorize recursos, principalmente para salvar vidas" – assinalou.


Da Assessoria


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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 17:27
José Domingos defende redução da alíquota do ICMS do milho para 4%

O fato de o agronegócio ser a mola propulsora do estado, e do milho se constituir numa das commodites que mais avançará em produção e produtividade nos próximos anos, levou o deputado José Domingos Fraga Filho (PSD), a indicar ao governo estadual a necessidade de adoção de medidas para reduzir de 7% para 4%, a alíquota do ICMS incidente nas operações internas com o cereal que é destinado à industrialização.

Esse ano o estado deve produzir cerca de 30 milhões de toneladas de milho, dos quais, apenas 3 milhões são consumidos em Mato Grosso. “O estado está perdendo a oportunidade de gerar mais riqueza, empregos e renda por falta de verticalização da produção, ou seja, pela incapacidade de transformar a matéria prima em produto industrializado no mercado interno”, observa o parlamentar. “A concessão de incentivos é uma forma de reverter o quadro atual e garantir a verticalização”, disse.

Conforme o deputado, a implantação da primeira indústria do Brasil a operar exclusivamente com milho, em Lucas do Rio Verde-MT, vai abrir o processo de industrialização do milho mato-grossense. A Fiagril, originadora de grãos que já produz biodiesel em Lucas do Rio Verde, agora também é a primeira usina de etanol feito exclusivamente de milho do Brasil.

A fábrica da FS Bioenergia é apenas a primeira, do que promete se tornar uma alternativa importante para o beneficiamento e o escoamento de safras que tendem a ficar ainda maiores. O deputado entende que a produção de etanol de milho no Estado vai agregar valor.

Ao contrário da cana-de-açúcar, conforme o deputado, o milho pode ser estocado e há uma boa brecha para que esse tipo de combustível ganhe mercado. “Mato Grosso é campeão na produção de milho. São tantos grãos que, quando se anda pelas principais regiões produtoras do estado,  é difícil não os encontrar armazenados ao ar livre ou em silo bags – sacos feitos de um plástico especial – com até 90 metros de comprimento, nos quais o cereal pode ficar guardado por até um ano”, diz o deputado.

Atualmente há dez usinas que processam cana-de-açúcar em Mato Grosso. A produção é de um bilhão de litros por safra, para um consumo médio de 500 milhões de litros. Porém, são consumidos 1,1 bilhão de litros de gasolina.

A FS Bioenergia vai processar 600 mil toneladas de milho e produzir cerca de 240 milhões de litros de etanol por ano. Essa capacidade pode ser duplicada. Até então, o etanol de milho produzido no país saía de usinas flex, que fabricam tanto etanol de cana, quanto do grão.

Segundo estimativas da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única), o Brasil precisará de 100 novas usinas de etanol até 2020 para atender a demanda que surgirá pelo combustível renovável. “Com excesso de produto, como é o caso de Mato Grosso, é preciso buscar soluções que sejam lucrativas aos produtores e fonte de geração de divisas e até de empregos”, diz o deputado.

Para o deputado, o milho surge como opção para a produção de etanol no Brasil, “pois oferece características e particularidades que vão ajudar a atender as demandas do mercado no período da entressafra da cana”. Segundo José Domingos Fraga, algumas usinas estão com dificuldades de produção e a cana possui restrições para poder alcançar um patamar maior de produtividade. “Além disso, a cana precisa ser processada de imediato para a produção de etanol, enquanto o milho pode ficar mais tempo armazenado para ser feita a conversão”.


Da Assessoria


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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 17:15
Governadores assinam Carta Cuiabá para criação do Consórcio da Amazônia Legal

Após dois dias de debates, os governadores dos estados da Amazônia Legal, Pedro Taques (Mato Grosso), Tião Viana (Acre), David Almeida (Amazonas), Simão Jatene (Pará) – representado pelo secretário de Meio Ambiente Luiz Fernando Rocha – Carlos Brandão, (vice-governador do Maranhão), Confúcio Moura (Rondônia), Marcelo Miranda (Tocantins), Papaléo Paes (vice-governador do Amapá) e Maria Suely Silva Campos (representada por Rogério Martins Campos), assinaram a Carta Cuiabá, com o posicionamento estratégico dos Estados em torno de esforços comuns nos termos propostos durante as câmaras temáticas.

Na ocasião, os governadores e seus representantes reafirmaram a união dos Estados Amazônicos pelo desenvolvimento sustentável, com a criação do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável, para a ordenação de investimentos e captação de recursos direcionados e de interesse coletivo dos respectivos estados envolvidos.

Carta Cuiabá reafirma o que os outros encontros entre os governadores vinham discutindo e buscando, especialmente no que diz respeito a integração de dados e informações para consolidação de políticas públicas por meio de projetos estratégicos, voltados para meio ambiente, segurança pública e comunicação.

Pedro Taques pontou que Mato Grosso quer resultados não penas na sustentabilidade ambiental, mas também na sustentabilidade econômica e social.

“Esse é um trabalho que começou a bastante tempo e todos estamos imbuídos em encontrar soluções comuns para esses estados da Amazônia Legal. A ideia de nós formarmos o Consórcio significa que esses estados poderão atuar conjuntamente”, explicou Taques.

Tião Viana salientou a emergência na criação do consórcio, pedindo ainda que todos os governadores se empenhem em fazê-lo. “Penso que não podemos mais esperar para avançar na efetivação do consórcio. Não podemos adiar a integração da inteligência para combater o narcotráfico de forma nacional”, disse.

O governador do Tocantins reiterou a fala de Tião, lembrando que seu estado não tem divisas internacionais, mas que o problema é grave e, independente de por onde as drogas entrem no pais, chegam ao seu estado.

“O que os estados têm de bom, que posam transferir para outros. Queremos mostrar que nem tudo é desmatamento e queimadas e seria muito bom se tivéssemos independência para iniciativas”, enfatizou o governador de Rondônia.

O governador do Amazonas elogiou Pedro Taques dizendo ainda que não entende como é possível que Mato Grosso faça as coisas e o Amazonas não, se referindo especialmente a falta de infraestrutura logística, com poucas estradas. “No Amazonas as nossas estradas são nossos rios, nossa realidade é totalmente diferente. Esse consórcio nos dá a oportunidade de buscar soluções e tirar o Amazonas do isolamento”.

O próximo Fórum será realizado entre os dias 26 e 27 de outubro, em Rio Branco, no Acre.


Da Assessoria


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LUCAS DO RIO VERDE:
     
11 de Agosto, 2017 - 13:37
Em evento com Temer, governador de MT o elogia por reformas: 'Tem visão de futuro'

O governador Pedro Taques (PSDB) elogiou o presidente da República, Michel Temer (PMDB), pelas reformas trabalhista e da Previdência, durante a inauguração da usina de etanol de milho, em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, nesta sexta-feira (11). Ele afirmou que as reformas são necessárias para o país.

"Temer é um homem sério, digno e que tem visão de futuro. Tenho certeza que fará as reformas necessárias para o Brasil", declarou o governador, se referindo à reforma trabalhista, que foi 
aprovada pelo Congresso Nacional no dia 11 de julho e sancionada por Temer dois dias depois, e à Reforma da Previdência, cujo projeto tramita na Câmara dos Deputados.

Ele defendeu a aprovação da Reforma da Previdência. "A reforma trabalhista foi e é muito importante e precisamos da Reforma da Previdência. Viemos aqui para ouvi-lo e para dizer que acreditamos nas reformas que vossa excelência está fazendo", pontuou.

Taques também fez algumas reivindicações ao presidente, pediu que o governo federal olhe para o estado de forma diferente e destacou a contribuição de Mato Grosso para o país.

"Mato Grosso tem ajudado muito o Brasil. O estado está superando os desafios para que, quem sabe (produzir), produza cada dia mais. Precisamos do asfaltamento da BR-163 até o porto de Miritituba, no município de Itaituba (PA)", cobrou. Nesse porto, os produtos são embarcados para mercados internacionais, como o da China e Europa.

Contudo, o governador afirmou, em outras palavras, que, em Mato Grosso, o que se quer é solução para os problemas: "presidente, aqui nós não choramos, mas vendemos lenços para quem quer chorar".

Último a discursar no evento lotado de políticos, Temer também defendeu as reformas que vêm fazendo em seu governo, falou da contribuição do setor agropecuário para o país sair da crise e avaliou que a "animosidade" entre os brasileiros não é benéfica.

"As reformas são fundamentais para as nossas finanças, pegamos o país em uma das piores recessões. Precisamos caminhar para o desenvolvimento, mas tudo isso envolve o setor agropecuário e por isso é um orgulho visitar uma usina de etanol de milho do país, porque isso significa que muitas outras virão", declarou.

Temer visitou Mato Grosso em meio a um protesto de caminhoneiros contra a alta no combustível. Os manifestantes bloquearam no início desta sexta-feira trecho da BR-163, em Lucas do Rio Verde. Mas o presidente se deslocou de helicóptero do aeroporto de Sinop, a 503 km de Cuiabá, até os locais dos eventos. Em seu discurso, ele não comentou sobre a manifestação.

Colheita de algodão

Acompanhado do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, Michel Temer participou do lançamento simbólico da colheita do algodão na Fazenda Boa Vista, em Lucas do Rio Verde, antes de seguir para o evento de inauguração da usina de etanol de milho. Na propriedade rural, ele entrou na lavoura e subiu em uma colheitadeira de algodão.

Fonte: G1MT
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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 10:10
Apontamentos da PF estavam em relatório da CPI da Copa

O deputado estadual Oscar Bezerra (PSB) afirmou que a CPI das Obras da Copa, que ele presidiu, revelou grande parte das irregularidades apontadas pela Polícia Federal, na Operação Descarrilho, sobre o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

A operação apura crimes de fraude a procedimento licitatório, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais, em tese ocorridos durante a escolha e execução das obras do modal de transporte.

“Quase todos aqueles apontamentos da Polícia Federal, a CPI disse antes que eram irregulares, como, por exemplo, sobreposição de preços. Exceto a Multimetal, que eu não tinha detectado no processo de investigação, todas as outras empresas estão no relatório”, disse.

O deputado acredita que a investigação da PF demonstra a lisura do relatório final da Copa. À época, chegou a circular nos bastidores comentários de que a comissão não teria uma conclusão satisfatória, pois parlamentares estariam tentando blindar o Consórcio VLT.

“Me deixa feliz, de um certo modo, porque prova que o trabalho foi extremamente sério, competente e que ajudou, inclusive, no processo de investigação da Polícia Federal”, afirmou.

“À época da votação do relatório, apresentei uma alteração no texto para garantir que não tocariam obra com o atual consórcio. Foram contra. Mas aí veio a Polícia Federal e confirmou a segurança que queria dar ao Governo, de não continuar a obra com esse consórcio, pois ele está envolvido até o pescoço”, disse.

Oscar acredita que a única forma de se concluir o projeto seria por meio de uma parceria público-privado (PPP). Para ele, o Executivo não tem condições de tocar a obra.

“Para funcionar, o VLT aqui em Cuiabá terá que ter uma PPP. É a única forma de viabilidade. Caso contrário, direto pelo Governo, é impossível, porque o Estado não tem condição de tocar uma obra como esta em função da complexidade”, completou.

A operação 

A operação Descarrilho foi deflagrada na manhã desta quarta-feira (9), pela Polícia Federal, e apura crimes de fraude a procedimento licitatório, associação criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de capitais, em tese ocorridos durante a escolha e execução da obra do VLT.

A operação é resultado de investigação conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela PF.

Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Petrópolis, São Paulo e Curitiba, além de um mandado de condução coercitiva na Capital.

O ex-secretário da Secopa (Secretaria Extraordinária das Obras da Copa), Maurício Guimarães, foi conduzido à PF para prestar depoimento.

A operação foi realizada com base no depoimento do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), que confessou que seu grupo político fez um acordo para receber R$ 18 milhões de propina da empreiteira CR Almeida, que integra o consórcio.

Há ainda indícios de desvio de recursos por intermédio de sociedades empresariais subcontratadas pelo consórcio.


Fonte: Midia News
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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 10:04
Taques ajusta liberação de emendas e avisa que disputará reeleição em 2018

Em um jantar realizado na noite de quarta-feira (9) na residência do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Eduardo Botelho (PSB), localizada no bairro Bosque da Saúde em Cuiabá, o governador Pedro Taques (PSDB) se posicionou claramente pela primeira vez que será candidato à reeleição.

Durante o diálogo, Taques se comprometeu em apoiar cada um dos parlamentares da base aliada, comparecendo nas bases eleitorais de cada um com ações políticas e pedidos de votos.

"Pedro Taques é candidato à reeleição em 2018 e falou abertamente sobre isso. Houve uma conversa amistosa sobre a possibilidade de caminhar com ele. Saímos unidos para trabalhar e ajudar a melhorar o Estado. Todos os deputados presentes saíram com projeto de trabalhar à reeleição de Pedro Taques", disse Botelho.

No total, compareceram 15 deputados da base aliada. Os únicos ausentes foram Guilherme Maluf (PSDB), licenciado por motivos de saúde, Adalto de Freitas, o Daltinho (SD), que estava em um compromisso político em Barra do Garças, Wancley Carvalho (PV), que compareceu a um evento em Pontes e Lacerda, sua base eleitoral, e o deputado Romoaldo Júnior (PMDB), que estava em São Paulo por motivo de saúde.

Os parlamentares saíram satisfeitos do diálogo que durou mais de três horas. Em meio ao cardápio regado a comidas típicas cuiabana como Maria Isabel, farofa de banana, feijão empamonado e paçoca, Taques firmou outro compromisso que é a liberação de emendas.

Nos últimos anos, sob a alegação de insuficiência de caixa, o Executivo não autorizou os pagamentos de emendas parlamentares, o que totalizou uma pendência de R$ 130 milhões.

Foi apresentado aos parlamentares um cronograma de pagamentos que prevê a liberação mensal de recursos até a sua quitação a partir do mês de agosto.

“Houve uma evolução muito boa na relação do Legislativo com o Executivo. Em meio as dificuldades enfrentadas pelo Estado nas finanças, o governador deixou claro que não há como tomar soluções isoladas e vê os deputados como imprescindíveis para a gestão”, diz o deputado Leonardo Albuquerque (PSD).

O vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), elogiou a transparência do governador Pedro Taques ao detalhar suas ações.

“Taques tem crédito com o Parlamento porque sempre agiu buscando a conciliação e uma relação cordial com o Parlamento. A respeito das emendas parlamentares, acredito que será um compromisso honrado assim como foi o pagamento aos servidores públicos”, destaca.

O deputado Oscar Bezerra (PSB) também se mostrou satisfeito com as conversas do jantar e acredita que o principal entrave, a liberação de emendas parlamentares, será enfim resolvida.

“Recebemos muitos pedidos de nossas bases eleitorais e não podemos continuar negando recursos para melhoria de estrutura e serviços. Agora, acredito que avançaremos”, afirma.

Diante do compromisso de estreitar e aperfeiçoar a relação com o Parlamento, Taques entregou ao presidente do Legislativo uma minuta da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que vai impor limite aos gastos públicos e será entregue oficialmente ao Legislativo nas próximas semanas bem como as reformas administrativas e tributárias.

“É um esboço da PEC que será apresentada. Ainda falta fechar detalhes com o Tribunal de Justiça e Tribunal de Contas. O mais importante é que toda a bancada se comprometeu em garantir a celeridade necessária nas votações diante da importância destes temas”, disse Botelho.

Ainda participaram do jantar com os parlamentares os secretários de Estado José Adolpho (Casa Civil), Guilherme Muller (Finanças), Gustavo Oliveira (Fazenda), Max Russi (Assistência Social), Wilson Santos (Cidades) e Suelme Evangelista (Agricultura Familiar). 


Fonte: folha max
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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 08:07
Presidente Michel Temer desembarca em Sinop e segue para Lucas

O presidente da ®república, Michel Temer desembarcou agora a pouco no aeroporto João Batista Figueiredo, em Sinop, juntamente com sua comitiva composta pelo ministro da agricultura, Blairo Maggi, senadores e o deputado federal Nilson Leitão.

O presidente foi recebido pela prefeita Rosana Martinelli, PR e depois seguiu para Lucas em um helicóptero.

A comitiva será recebida pelo prefeito Luiz Binotti e depois segue para a fazenda Cortesia onde ele participa do primeiro que é o lançamento simbólico da colheita de algodão no Estado.

Depois do ato na fazenda, a comitiva de Temer segue para a inauguração de uma indústria de etanol a base de milho, que pertence a investidores americanos. Ela terá capacidade para produzir 200 milhões de litros de etanol de milho por ano. Foi criada para aproveitar a larga escala de produção de milho e sorgo da região. O investimento é de US$ 115 milhões, cerca de R$ 350 milhões.

Essa não é a primeira vez que Lucas do Rio Verde recebe um presidente da República. 
Em fevereiro de 2014 Dilma Rousseff (PT) esteve na cidade-pólo, onde participou do lançamento do Plano Safra. À época, Dilma fez o lançamento da colheita 2013/2014 e simbolicamente do início do plantio da segunda etapa de milho e algodão.


Fonte: Marcia jordan
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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 07:55
Sinop: Grupo CAR faz a prisão de homem com droga

Policiais militares fizeram a prisão de um homem de 33 anos, ontem à noite, no bairro Sebastião de Matos II. Com ele foi apreendido algumas porções de pasta base de cocaína.

O Comando de Ações Rápidas (CAR) estava em rondas pelo bairro quando avistou o homem em atitude suspeita em frente a residência e quando fizeram a revista foi encontrado uma porção e ao ser indagado ele disse que teria mais droga na casa.

Os militares fizeram a apreensão do produto e prisão do homem que foi encaminhado para a delegacia onde o caso continua sendo investigado.


Fonte: Visão noticias
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Política
     
11 de Agosto, 2017 - 07:52
Antônio Joaquim vai deixar TCE para disputar eleição

O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), conselheiro Antônio Joaquim, vai buscar uma candidatura para o cargo de governador na eleição de 2018. A informação foi confirmada em um grupo de WhatsApp onde estão presentes personalidades da política e da imprensa.

Como o cargo que ele ocupa atualmente não permite a atividade político-partidária, o conselheiro terá que deixar de vez a função que exerce há 14 anos. Em janeiro deste ano, o GD já havia adiantado que Antônio Joaquim tinha planos de se aposentar ainda em 2017 e que já havia até mesmo manifestado ao governador Pedro Taques (PSDB) o desejo de retornar à política.

Por conta disso, ele deixa o Tribunal nos próximos dias, de férias até o dia 30 de setembro. Em outubro, de retorno ao TCE, ele deve pedir a saída definitiva. A decisão teria sido tomada após muita discussão junto à família e também por estar motivado a viver novos desafios, conforme apurou a reportagem.

Aos 61 anos de idade e com dois mandatos de deputado estadual (1986 e 19994), dois de deputado federal (1995 e 2000), duas passagens pelo Executivo, como secretário de Estado de Infraestrutura (1996) e de Educação (1999), além da experiência enquanto conselheiro de contas e presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), o agente público se vê preparado e maduro para buscar novos desafios, contrariando especulações de que a possível candidatura seria um blefe.

Nos bastidores da política, as citações do nome de Antônio Joaquim como virtual candidato ao governo do Estado já vem ocorrendo desde o ano passado e se intensificaram em abril deste ano, quando surgiram rusgas entre o governo e o TCE por conta de uma auditoria sobre controle de exportações que o tribunal estaria sendo impedido de realizar por não obter as informações junto à Secretaria de Estado de Fazenda.

Á época, Antônio Joaquim chegou a dizer que Pedro Taques era "arrogante, injusto e desrespeitoso". Já o governador argumentou que não aceitaria ingerências em seu governo.

Outra especulação de bastidores acerca da candidatura de Antônio Joaquim é de que isso ocorreria pelo PMDB, o que significa assumir postura de oposição frontal a Taques, tanto por conta da bancada peemedebista na Assembleia Legislativa, quanto pelo fato de ser o partido do ex-governador Silval Barbosa, que é um dos mais corriqueiros alvos de críticas do chefe de Estado. 


Fonte: Gazeta Digital
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