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Bem Vindo ao Nortão Notícias, 28 de Abril de 2017
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LAVAGEM DE DINHEIRO:
     
15 de Abril, 2017 - 18:59
Empresa de Janaina Riva é citada na Lava Jato

A deputada estadual Janaina Riva (PMDB), o irmão dela José Geraldo Riva Júnior e o empresário Valdir Agostinho Piran foram citados em um inquérito da Operação Lava Jato, datado de junho do ano passado, em que o procurador-geral da República Rodrigo Janot pede a prisão preventiva do doleiro Lúcio Bolonha Funaro por conta de seu envolvimento com o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB). Atualmente, ambos estão presos.

No documento, o Ministério Público Federal (MPF) aponta crimes de lavagem de dinheiro que Funaro realizava por meio de empresas de fachada das quais era dono, entre elas a Viscaya Holding Participações, Intermediações, Cobranças e Serviços. No período de 26 de abril de 2013 a 28 de maio de 2013, essa empresa teria pago um débito no valor de R$ 300 mil para a empresa Floresta Viva Exportação de Madeira Terraplanagem, empresa da deputada e seu irmão.

Tal valor teve como origem o empresário Valdir Piran, que havia comprado um veículo Lamborghini preto de Lúcio Funaro. Ao citar Piran, Rodrigo Janot lembra que o mesmo é conhecido por ligação como o bicheiro João Arcanjo Ribeiro, o “Comendador”, e também por crimes contra o sistema financeiro, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, motivos pelos quais foi condenado a 17 anos de prisão na Operação Ararath.

Em seu pedido de prisão preventiva, o procurador-geral explica que antes de chegar até a empresa Floresta Viva, os R$ 300 mil oriundos de Piran teriam sido “lavados” na empresa de fachada de Funaro, a Viscaya.

Outro lado

Procurada pelo GD, a deputada Janaina Riva se manifestou através de sua assessoria de imprensa, dizendo que não tem conhecimento das transações da empresa Floresta Viva, uma vez que é o pai dela, o ex-deputado José Riva, quem a administra, por meio de procuração.

"Meu pai era quem administrava a empresa, através de procuração. Então todas as operações são assinadas por ele, nunca assinei um cheque sequer", afirma.

A deputada reforça ainda que não é investigada na Ararath ou qualquer outra operação em andamento

Por sua vez, José Riva, através de seu advogado Rodrigo Mudrovitsch, confirma a declaração da filha e reforça que já prestou esclarecimentos ao MPF.

"A empresa Floresta Viva sempre foi administrada por José Riva. Nessa qualidade, sempre foi ele quem tomou as decisões empresariais e prestou conta às autoridades a respeito da empresa. As operações mencionadas no inquérito referido já foram exaustivamente explicadas por José Riva ao MPF em investigações que tramitam sob sigilo. Atualmente, não há qualquer aspecto da vida de José Riva que não tenha sido explicado e documentalmente comprovado ao MPF", diz o advogado.

O GD também conversou com o filho de Valdir Piran, Valdir Agostinho Piran Júnior, que explicou que o negócio de R$ 300 mil entre o pai dele e Lúcio Funaro refere-se a uma Lamborghini que o doleiro estava vendendo no ano de 2013 e que foi adquirida por seu pai.

Ele ressaltou que Piran já prestou explicações ao Ministério Público Federal, comprovando a licitude do negócio por meio de comprovantes de transferência bancária do valor da compra e de transferência da documentação do automóvel, que até já foi vendido novamente, no ano passado.

Quem é Lúcio Bolonha Funaro

No pedido de prisão assinado em 8 de junho de 2016, o procurador-geral da República Rodrigo Janot afirma que Lúcio Funaro é “personagem antigo dos noticiários policiais nacionais, envolvido em grandes escândalos de corrupção do Brasil nos últimos tempos” .

No histórico criminal do doleiro, Janot destaca que Funaro apareceu no escândalo do Bancoop, afirmando que o tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT), João Vaccari Neto cobrava propina para intermediar negócios com fundos de pensão em favor do partido.

Também esteve envolvido no caso Banestado e na Operação Satiagraha, na qual chegou a ser preso. Ele também foi relacionado ao escândalo do Mensalão, como o responsável por repassar valores da SMP&B, de propriedade do publicitário Marcos Valério, ao antigo Partido Liberal (PL).

Janot também lembrou ao falecido ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, que era o relator da Lava Jato na época, que Funaro fez acordo de colaboração premiada com a Justiça em 2005, se comprometendo a não mais praticar novos crimes, sob pena de rescisão do acordo, o que não foi cumprido. “Apurou-se que o envolvimento de Funaro com negócios espúrios continua plenamente ativo”, ressaltou Janot.

Confira nota da deputada Janaina Riva na íntegra:

A deputada estadual Janaina Riva (PMDB) afirma que não tem conhecimento das transações da empresa Floresta Viva, uma vez que o pai dela, ex-deputado José Riva, por meio de procuração, é quem sempre administrou a empresa.

"Meu pai era quem administrava a empresa, através de procuração. Então todas as operações são assinadas por ele, nunca assinei um cheque sequer", afirma.

A defesa de José Riva, advogado Rodrigo Mudrovitsch, acrescenta que todas as operações mencionadas no inquérito já foram explicadas pelo cliente dele ao Ministério Público Federal (MPF).

"A empresa Floresta Viva sempre foi administrada por José Riva. Nessa qualidade, sempre foi ele quem tomou as decisões empresariais e prestou conta às autoridades a respeito da empresa. As operações mencionadas no inquérito referido já foram exaustivamente explicadas por José Riva ao MPF em investigações que tramitam sob sigilo. Atualmente, não há qualquer aspecto da vida de José Riva que não tenha sido explicado e documentalmente comprovado ao MPF", finaliza Mudrovitsch.

A deputada reforça ainda que não é investigada na Ararath ou qualquer outra operação em andamento.


Fonte: Gazeta Digital
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Política
     
15 de Abril, 2017 - 10:37
Membros da CPI das Obras da Copa defendem relatório final e discordam modificá-lo

O deputado estadual Mauro Savi (PSB), discorda da possibilidade de alterar o relatório final relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Obras da Copa, no qual é recomendado o rompimento do contrato entre o governo de Mato Grosso e o consórcio de empresas responsável pela implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande. Ele foi relator da CPI e avalia que o documento é baseado nas informações técnicas que a equipe de trabalho analisou e investigou durante mais de um ano.

A CPI havia sugerido a paralisação das obras e, em caso de insistência na continuidade, que o contrato com o consórcio responsável pela implantação do modal fosse rescindido, obrigando a contratação de outras empresas. O relatório final, com mais de 29 mil páginas, foi concluído em setembro do ano passado, após mais de um ano de investigação da CPI, que teve custo de quase R$ 3 milhões para a Assembleia Legislativa.

“O deputado Eduardo Botelho devolveu o relatório para nós com algumas recomendações. Agora nós vamos sentar e decidir de novo. Vamos analisar o que ele propôs e votar novamente. Mas, em minha opinião não tem que se mudar nada. O relatório foi baseado no trabalho da equipe técnica. No trabalho que fizeram com muita seriedade”, disse Mauro Savi nesta quarta-feira (12).

No entanto, Savi concorda que o relatório deve ser debatido amplamente na Assembleia. “Mas que bom que esse relatório esteja em evidência. Porque é isso que tem que ocorrer. Houve uma CPI que investigou e trabalhou. O relatório tem que ser bem debatido antes de votar. Esse é o nosso papel enquanto deputado”, avaliou.

Já o sub-relator da CPI, deputado Silvano Amaral (PMDB) foi responsável pela relatoria das investigações de contratos e licitações das obras da Copa. Para ele, uma possível mudança do relatório final pode até acontecer, mas considera “quase impossível” algum fato novo que mudaria o entendimento os membros da CPI. “Eu fui sub-relator e cuidei da parte das licitações e contratos. E realmente houve irregularidade que tornam o contrato nulo. Houve erros que é preciso aplicar multa e devolução de recursos. Eu já avisei o Wilson Santos que ele terá que fundamentar bem a defesa para mudar o relatório. Porque pra mim é quase impossível isso ocorrer”, explicou o peemedebista que diz ser a favor do VLT.

“Nunca fui contra. Sempre defendi a conclusão. Mas a CPI foi criada para investigar. E foi isso que fizemos”, conclui. Outros dois membros da Comissão, Oscar Bezerra (PSB) e Dilmar Dal’Bosco (DEM) também já defenderam o relatório final da CPI.

Já o presidente da Assembleia, deputado Eduardo Botelho (PSB) devolveu o relatório com duas recomendações à CPI: A primeira é que a obra continue e não fique paralisada como pede o relatório. E a segunda é que o Consórcio VLT possa continuar tocando a obra.

“Eu devolvi para que eles façam avaliação sobre dois aspectos. Uma eu o Relatório recomenda a paralisação dessas obras. E nós temos algumas situações aqui. Nós já gastamos mais R$ 1 bilhão nessa obra. Não temos que parar essa obra. Voltar atrás nessa obra. Então peço que eles reconsiderem isso. E a outra é que eles dizem no relatório, que se a obra continuasse que se afastasse o Consórcio. Também é uma recomendação que deveria ser revista. Porque o melhor caminho que o governo vem encontrando para retomar as obras é com o acordo. Porque se não, ficaremos na justiça por quatro, cinco anos parados. Então o melhor é chegar a um entendimento junto com o Ministério Público Estadual e Federal e tocar a obra. São as únicas mudanças que sugeri. Mas a Comissão tem autonomia e o que eles decidirem eu vou colocar em votação”, disse Botelho.

Sobre as irregularidades que a CPI aponta, Botelho diz que elas devem ser encaminhadas a Justiça para investigação. “Eu estou discutindo o mérito da obra. Sobre os desvios, multas e irregularidades, não tem como mudar. Isso é matemática. Se houve desvios terá que a justiça investigar e punir. Isso não diz respeito aos desvios. Isso vai pra justiça e ela investigará. O que não pode é essa obra ficar paralisada”, finalizou.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
15 de Abril, 2017 - 09:42
Neri diz que inquérito contra Blairo não vai alterar a rotina do ministério

O inquérito instaurado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP) sobre o suposto recebimento de R$ 12 milhões da Odebrecht para financiar a campanha pela reeleição ao Governo de Mato Grosso em 2006 não afeta a rotina da pasta.  

Instaurado pelo ministro do STF Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato, o inquérito aponta que Blairo foi citado na lista da Odebrecht com o codinome “Caldo”. Além disso, indica que a negociação que resultou no suposto repasse de R$ 12 milhões teria sido conduzida pelos ex-secretários de Estado Eder Moraes e Luiz Antônio Pagot,  condicionada ao pagamente de créditos do Executivo com a empreiteira.

Segundo o secretário nacional de Política Agrícola do Ministério da Agricultura Neri Geller (PP), a equipe segue trabalhando com tranquilidade porque Blairo assegura que não tem nada a ver com denúncia. Por isso, acredita no arquivamento do inquérito.  

“Somos muitos focados no trabalho. Fizemos um trabalho de resultados. Ajudamos muito Mato Grosso e o país. A agricultura é o que está dando certo. Eu, particularmente não consigo nem me envolver e pensar muito sobre isso porque demanda é muito grande. Estou tranqüilo porque Blairo está tranqüilo. Vamos tocar o ministério e pronto”, declarou Neri em entrevista ao Descrição: http://www.rdnews.com.br/images/logo-thumb.png na tarde desta quarta (12).

Para reforçar a argumentação, Neri utiliza o próprio exemplo. Lembra que em dezembro de 2014, foi alvo da Operação Terra Prometida da Polícia Federal e acusado de grilar terras em assentamento destinado à reforma agrária nos municípios de Itanhangá e Tapurah.

“A Terra Prometida também caiu como uma bomba. Foram oito mil matérias ao meu respeito e em menos de 60 dias saiu relatório conclusivo da Polícia Federal me inocentando. O importante é ter a consciência tranquila. Vamos seguir trabalhando”, completou o progressista.

Neri também minimiza o fato de o PP ser o partido mais citado nas investigações da Operação Lava Jato. Apesar de militar na sigla, afirma que está no cargo mais pela ligação com o setor agrícola do que por indicação política. “Estou no PP e fui   deputado federal, secretário nacional de Política Agrícola, ministro da Agricultura e novamente secretário  pelo apoio do setor. Quando foi nomeado, tive apoio de toda bancada federal de Mato Grosso. Então, partido A ou partido B não influência minha atuação. E hoje, qual dos grandes partidos está fora da Lava Jato?”, questiona.  


Fonte: RDNews
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Política
     
14 de Abril, 2017 - 19:52
“O Emanuel começa bem e está no rumo certo”, diz WS sobre 100 dias

Candidato derrotado nas eleições de 2016, o deputado estadual Wilson Santos (PSDB) afirmou que o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PMDB), está no “rumo certo” em sua gestão.

Passados 100 dias de mandato, o tucano ressaltou que o principal acerto foi a aproximação do prefeito com o governador Pedro Taques (PSDB). Na eleição, Taques foi ferrenho defensor de Wilson e chegou a comparar o grupo de Emanuel a “ratos”.

“Avalio como um bom começo, em que pese o momento econômico dramático que passa o País. Ele começa bem e está no rumo certo, principalmente nessa aproximação e parceria com o governo Pedro Taques”, disse Wilson.

Para o deputado, a parceria entre Prefeitura e Governo é importante para consolidação de projetos e investimento. Ele lembrou que todas as últimas grandes obras da Capital tiveram aportes financeiros do Executivo Estadual.

“De maneira inteligente e responsável, ele tem procurando consolidar uma parceria com o Governo do Estado. Cuiabá ainda depende muito dessa parceria. Se fizer um balanço das últimas décadas, as principais obras feitas na cidade foram realizadas com essa parceria. Então, quando ele se aproxima do governador, é uma atitude correta, responsável, de alguém que sinaliza querer o melhor para a cidade”, afirmou.

Wilson ainda revelou que o governador disse estar “satisfeito” com a gestão do peemedebista.

Relação

Durante a campanha eleitoral, Wilson e Emanuel trocaram diversas acusações. Emanuel expôs um áudio em que o irmão do tucano, Elias Santos, supostamente intimidava servidores da Metamat a participarem de uma reunião política, sob pena de exoneração. O episódio culminou com a exoneração de Elias da presidência da autarquia.

Em seguida, Wilson denunciou uma suposta propina recebida por Emanuel da empresa Caramuru Alimentos, que envolveu também o irmão e a cunhada do peemedebista.

Desde o fim das eleições, a dupla já se encontrou por diversas vezes, já que Wilson assumiu a Secretaria Estadual de Cidades.

Para o tucano, a amizade superou o período eleitoral e continua.

“Minha relação pessoal com ele está muito boa, temos falado quase que diariamente por telefone, por WhatsApp. Temos feito parcerias importantes para a cidade e é isso que a sociedade espera dos gestores. O partido é importante, a eleição é importante, mas mais importante é o cidadão. E amigo sempre será amigo”, disse.


Fonte: Midia News
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Política
     
14 de Abril, 2017 - 18:46
Ex-deputado de MT é acusado de pedir R$ 2 mi para delator da Odebrecht

O ex-funcionário da Odebrecht José de Carvalho Filho citou em colaboração premiada os nomes dos ex-deputados federais Sandro Mabel (PMDB-GO), Pedro Corrêa (PP-PE), Pedro Henry (PP-MT) e Mário Negromonte (PP-BA). Segundo Carvalho Filho, houve uma tentativa de pagamento de propina, de R$ 2 milhões, para aprovar uma emenda à Medida Provisória 183, de 2004.

Segundo o ex-funcionário da empreiteira, o pedido feito pelos quatro ex-parlamentares teria ocorrido durante uma reunião, em 2004. O colaborador afirmou aos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) que buscou Mário Negromonte, "que acatou a solicitação e promoveu emenda de relator relativa à MP 183/04".

Antes do processo de votação, porém, Carvalho Filho disse que o ex-deputado, ao lado de Mabel, Corrêa e Henry, solicitou o acerto de R$ 2 milhões para aprovação da emenda. O delator contou que Negromonte foi "veemente" em afirmar que o pagamento da propina deveria ser feito na mesma data. Carvalho Filho, no entanto, afirmou que o comportamento de Henry causou estranheza e que por esse motivo resolveu não concluir o negócio.

A medida provisória que segundo o colaborador foi negociada com os ex-parlamentares, mais tarde, também em 2004, foi sancionada lei federal. A norma reduzia as alíquotas do PIS/PASEP e da COFINS que incidem na importação e na comercialização do mercado interno de fertilizantes e defensivos agropecuários.

Na petição enviada à instância inferior, o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin determinou que fosse destacado que Mário Negromonte, atualmente, é conselheiro no Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia. Em 2015, o gabinete e casa de Negromonte já tinham sido vasculhados durante Operação Politeia, desdobramento da Operação Lava Jato naquele estado.

O advogado de Pedro Henry, Luiz Alberto Derze, disse que ainda não teve acesso às informações relacionadas ao ex-deputado federal e que a defesa deve se pronunciar assim que tiver conhecimento do teor das acusações.

O G1 tenta contato com Sandro Mabel, Pedro Corrêa e Mário Negromonte.


Fonte: folha max
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Política
     
13 de Abril, 2017 - 16:49
Comissão de Educação vai debater a reforma do ensino médio em MT

A Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto realizou a primeira reunião ordinária de 2017 nesta quarta-feira (12), para debater os principais projetos em tramitação e para apresentação de propostas para esta sessão legislativa.  Na oportunidade, o presidente da comissão, deputado Allan Kardec (PT) propôs a discussão, por meio da realização de audiências públicas, do projeto de reforma do Ensino Médio. O deputado Wancley Carvalho (PV), membro da comissão, aproveitou para apresentar um projeto para incentivar artistas locais.

A proposta apresentada pelo governo federal para a reforma do Ensino Média prevê a facultatividade das disciplinas de educação física, filosofia, sociologia, artes e espanhol o que seria, na opinião do deputado Allan Kardec, um retrocesso. De acordo com o deputado, o Estado precisa oferecer capacidade para construção de conhecimento e não se limitar à formação de pessoas para atender o mercado de trabalho.

“Esta proposta propõe a capacitação laboral em detrimento da formação laboral e vamos realizar audiências em todo o estado. O Ensino Médio precisa formar os jovens para a vida, para entrar em uma faculdade. Temos que nos preparar para desenvolver atividades de ponta”, defendeu Kardec.

O deputado Wancley Carvalho, que participou da reunião, também defendeu a discussão do projeto de reforma e afirmou que o Estado possui uma boa estrutura para a formação profissional com os Centros de Formação Tecnológica (Cefet’s).

Ainda sobre o ensino público, o deputado Allan Kardec defendeu a licença qualificação, que está suspensa pelo governo do estado e impedindo que cerca de 100 professores da rede estadual, aprovados em cursos de mestrado e doutorado, se qualifiquem. Segundo o deputado, estes profissionais foram deveriam iniciar o programa de capacitação stricto senso este ano, mas para isso precisariam abrir mão de seus salários durante o período de aulas.

“Estes profissionais estão aprovados, iriam contribuir para melhorar a qualidade do ensino público em nossas escolas, e por um decreto do governo teriam que abrir mão do salário para estudar. O que inviabiliza o processo. Estamos conversando com o secretário de Educação, Marcos Marrafon para reverter essa situação”.

Cultura

O deputado Wancley Carvalho (PV) falou sobre o Projeto de Lei (PL) 348/2015, que propõe a disponibilização de 50% dos recursos destinados para eventos cultura para a contratação de artistas regionais. O deputado pretende, a partir deste projeto, estimular jovens talentos, divulgar os artistas locais e ainda fazer com parte desses investimentos fique no Estado.

“Mato Grosso é um estado muito rico culturalmente, mas precisa fomentar mais sua produção cultural. Com a aprovação desta lei, quando for destinada uma emenda para uma realização de uma festa ou quando for promovido um festival que recebe investimento público, metade do recurso vai para contratação de artistas daqui”, defendeu Wancley Carvalho.

O PL 348/2015 recebeu parecer favorável do relator, deputado Professor Adriano (PSB), e deve ser apreciado na comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto na próxima reunião, agendada para 10 de maio.


Da Assessoria


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Política
     
13 de Abril, 2017 - 16:36
Ex-secretário de Silval é citado em delação da Odebrecht

O marqueteiro Carlos Rayel, ex-secretário de Estado de Comunicação de Mato Grosso durante a gestão Silval Barbosa (PMDB), voltou a ser citado por um alto executivo da Odebercht durante oitivas de delação premiada referentes a Operação Lava Jato. Dessa vez foi Benedicto Barbosa da Silva Junior,  ex-presidente de Infraestrutura da Brasil Odebrecht, que citou o envolvimento do marqueteiro.

De acordo com Benedicto Barbosa, Rayel negociou com a Odebrecht o envio de dinheiro ilegal para campanha de Lindbergh Faria (PT) à Prefeitura de Nova Iguaçu (RJ). Anteriormente, Rayel já havia sido citado por outro direto da empresa, Leandro Andrade Azevedo, como articulador dessa negociata.

“Ele postulava uma eleição (Lindbergh). Como eu não tinha uma relação pessoal com ele, foi através de uma pessoa que eu conheço, um marqueteiro de São Paulo chamado Carlos Rayel”. Afirmou Benedicto. Rayel foi secretário de Silval Barbosa, atualmente preso acusado de corrupção, por um ano, em 2010

Conforme citado nas delações, até o momento, Rayel teria conseguido R$ 3,2 milhões para Lindbergh em duas eleições. Primeiro na disputa pela prefeitura ele conseguiu R$ 698 mil. Em 2010, na campanha do petista ao Senado, ele articulou o recebimento de aproximadamente R$ 2,5 milhões.

O senador petista recebeu as verbas irregulares para campanha da Obedrecht, segundo explicam os diretores da empresa, porque era considerado m político promissor, com potencial para chegar ao Palácio do Planalto.


Fonte: hiper noticias
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Política
     
13 de Abril, 2017 - 11:04
Ezequiel alega perseguição e diz que foco é inviabilizar Blairo a presidente

Presidente do PP em Mato Grosso, o deputado federal Ezequiel Fonseca  acredita que o inquérito contra o ministro da Agricultura Blairo Maggi (PP), instaurado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin para investigar o suposto recebimento de R$ 12 milhões da Odebrecht na campanha pela reeleição ao Governo do Estado em 2006, está relacionada à possível candidatura a presidente da República em 2018.

O inquérito aponta que Blairo foi citado pelos delatores da Odebrecht com o codinome “Caldo”. Além disso, os R$ 12 milhões teriam sido requisitados pelo então secretário de Estado Eder Moraes como condição para a liberação de créditos que a empreiteira tinha para receber do governo estadual.

“Quando existe uma candidatura a governador ou até mesmo a  prefeito, já existem muitos ataques. Imagine uma candidatura à presidência da República. Não tenho dúvida nenhuma que esse inquérito já é efeito dessa candidatura majoritária que o PP tem colocado. O PP nacional está firme neste propósito e o nome escolhido é o de  Blairo Maggi. A candidatura já nasceu muito forte”, declarou Ezequiel em entrevista à Rádio Capital FM, na manhã desta quarta (12).

Segundo Ezequiel, o nome de Blairo é forte e, por isso, os ataques são naturais. Embora não cite nenhum adversário ou partido político, ele acredita que a denúncia partiu de pessoas descontentes com o Governo Temer (PMDB) e com a atuação do correligionário no Ministério da Agricultura.

“Quem está  contra o Governo Temer fará de tudo para que o nome de Blairo Maggi não continue sendo forte.  É um cidadão de Mato Grosso, Estado ainda pequeno com densidade eleitoral mínima. Lideranças de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia não vêem com bons olhos. É lógico”, complementou Ezequiel.

Além disso, Ezequiel confirma que Blairo está “chateado” com a abertura do inquérito. Afirma ainda que o ministro da Agricultura está tranqüilo porque tem certeza que comprovará a própria inocência e garante que não tem participação no esquema da Odebrecht.

Wellington

O senador Wellington Fagundes (PR), que preside o PR, partido pelo qual Blairo se reelegeu governador em 2006, também acredita na inocência do político. Em sua opinião, a sociedade não deve se precipitar e fazer julgamento antes da conclusão do inquérito.

Wellington também negou proximidade política com Eder Moraes, apontando no inquérito como responsável pela obtenção dos 12 milhões.  “Eder não foi indicação minha. Nunca tive aproximação política, apesar de conhecer sua capacidade. Sei que trabalhava com Blairo Maggi e exercia papel relevante na administração”, concluiu em entrevista à Rádio Capital FM.


Fonte: RDNews
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COMENTÁRIOS
  Nome: Sergio Gallo
  E-mail: kamariat@bol.com.br
  Publicado às: 13/04/2017 - 14:28:10
  Cidade: Cuiaba

Parece que o LULA fez escola. Teoria da conspiração como tese de defesa. Lamentável!
Política
     
13 de Abril, 2017 - 10:22
Projeto de lei prevê melhor atendimento aos acidentados no trânsito

Em sessão plenária nesta quarta-feira (12), recebeu o aval do Plenário o Projeto de Lei n º 411/2016, de autoria do deputado Ondanir Bortolini (PSD)- Nininho (1ª votação). A matéria determina que pessoas feridas em acidentes de trânsito que possuam plano de saúde possam ser encaminhadas pelo Corpo de Bombeiros Militar, ou sistema de atendimento de emergência assemelhado, aos hospitais particulares conveniados aos seus planos de saúde, na forma que específica, desde que não comprometa a qualidade e agilidade do primeiro atendimento.

De acordo com o deputado Nininho a proposta visa facilitar e direcionar o atendimento do acidentado. “Com a aprovação do projeto será possível diminuir o superlotamento dos hospitais públicos, o tempo de espera em caso de deslocamento de um hospital para outro, e comodidade, qualidade e agilidade no atendimento às vítimas”, explicou o parlamentar.

O autor do projeto ainda ressaltou a problemática de ter o atendimento público como único local de recepção de emergência. “Essa lei se faz necessária para desafogar os hospitais públicos, direcionando os pacientes que estão amparados por planos de saúde particulares e, automaticamente, garantindo a manutenção de vagas disponíveis para as pessoas que dependem exclusivamente da rede pública de atendimento”, completou Nininho.

O projeto dispõe que o encaminhamento do acidentado será feito, caso seja possível identificar imediatamente o hospital particular mais próximo que o acidentado tenha direito e que ofereça atendimento de emergência. E quando a identificação do hospital privado for feita após a entrada do paciente em hospitais da rede pública, o mesmo só será transferido quando seu quadro de saúde permitir, e mediante autorização do médico responsável.  

Vale ressaltar que em sua redação o projeto buscou não comprometer a qualidade e agilidade do primeiro atendimento, bem como o encaminhamento que só será feito caso seja possível identificação imediata do hospital particular conveniado ao plano de saúde do acidentado.

TRAMITAÇÃO

Em 2016 o projeto teve parecer favorável da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social. O relator da comissão, deputado estadual Dr. Leonardo foi favorável, assim o projeto foi encaminhado para o Núcleo Social e posteriormente votado em plenário e aprovado em 1ª votação. Agora, o projeto segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) para verificar sua constitucionalidade. Se tiver parecer favorável, o projeto volta para o plenário onde será submetido a 2ª votação e encaminhado à sanção do Executivo.​


Da Assessoria


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Política
     
13 de Abril, 2017 - 08:58
PRG aponta que Pagot mediou acordo entre Maggi e Odebrecht

Ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, participou da negociação envolvendo a Construtora Odebrecht e o atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP), para o pagamento de uma dívida que o Estado de Mato Grosso tinha com a empreiteira.

Do acordo, surgiu o pedido de R$ 12 milhões em propina, feito pelo ex-secretário Eder de Moraes Dias, para a campanha de Maggi à reeleição.

As informações fazem parte do pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) de abertura de inquérito contra o pepista, assinado por Rodrigo Janot e aceito pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin.

A revelação da participação de Pagot foi feita pelo engenheiro Pedro Leão, subordinado ao ex-diretor da Odebrecht, Joao Antônio Pacífico, ambos delatores da Operação Lava Jato. Para o procurador-geral Rodrigo Janot, o episódio faz com que haja a suspeita dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

No decorrer da investigação ele defende, inclusive, que tanto Eder quanto Pagot sejam ouvidos.Consta no pedido que a Construtora Norberto Odebrecht (CNO) tinha créditos a receber por conta da obra da MT-010, entre Diamantino e São José do Rio Claro. Ele designou Leão para buscar, junto ao governo, o recebimento destes recursos, reconhecidos administrativamente pelo governo de Mato Grosso.

Em meados de 2004, ele se reuniu com Blairo e, por conta de outros créditos, com o então governador do Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, para tratar de um problema semelhante.

Segundo o engenheiro, enquanto Zeca do PT participava ativamente das negociações, “Maggi colocou o Secretário de Infraestrutura dele, Luiz Antônio Pagot, para representar o Estado”. No caso dos dois estados, a promessa era a de que a liberação de recursos da União devidos por questões relativas a divisão representaria o pagamento das dívidas. Após o trabalho de uma Comissão Especial, os pagamentos começaram a ser feitos.

Em meados de 2006, Leão disse ter sido procurado por Eder. “Este pediu expressamente o pagamento de propina no valor de R$ 12 milhões, equivalente ao percentual de 35% do crédito da CNO, aproximadamente, a pretexto de contribuição para a campanha de reeleição”. Nesta oportunidade, segundo os procuradores, Eder teria afirmado que o pedido era de conhecimento de Blairo e de Pagot. Os detalhes dos pagamentos eram combinados com os beneficiários, como a senha e o local onde ocorreria o repasse.

A reportagem tentou contato com Pagot, mas ele não atendeu as ligações nem respondeu as mensagens enviadas. Já Blairo havia se manifestado na terça, negando ter recebido qualquer doação ou mantendo relação com dirigentes da empresa.


Fonte: A Gazeta
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