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14 de Julho, 2017 - 16:57
Publicitária revela que ex-secretário realizou grampos nas eleições da OAB em 2012

A publicitária Tatiana Sangalli revelou em depoimento ao delegado Flávio Stringuetta, na sede do GCCO (Grupo de Combate ao Crime Organizado), que o ex-secretário da Casa Civil, Paulo Taques, realizou grampos ilegais antes do início da gestão do governador Pedro Taques (PSDB). O depoimento da publicitária ocorreu nesta quinta-feira.

Segundo Sangalli, a prática ocorreu no processo eleitoral da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de 2012. Na ocasião, Paulo Taques era coordenador de campanha do advogado José Moreno, derrotado por Maurício Aude.

"Durante a campanha para a eleição de presidente da OAB/MT de 2012, a depoente ouviu em conversas que Paulo Taques participava que havia gravações clandestinas aparentemente de telefones; que, a depoente ouvia as pessoas dizerem que já sabiam dos passos do adversário antecipadamente, pois já tinham ouvido em gravações”, diz trecho do depoimento divulgado pelo site Hipernotícias.

No depoimento, a ex-amante disse também que, desde aquela época, já era “vigiada” pelo ex-secretário. “Que, a depoente se recorda também que inclusive seus próprios passos eram antecipados por Paulo Taques, se recordando que em uma viagem que fez até Brasília para participar de um aniversário Paulo Taques sabia de coisas que a depoente não havia lhe dito", completa.

Sangalli contou que acredita que foi alvo das interceptações por conta de ciúmes do ex-secretário. Os grampos contra ela ocorreram antes do início da gestão de Pedro Taques. “Que, a depoente se recorda que Paulo Taques sabia das pessoas com quem a depoente “ficava“, e a acusava  de traição; Que, mesmo a depoente negando referidos relacionamentos com outras pessoas, Paulo Taques insistia dando a entender que sabia das coisas por meio de informações privilegiadas".

ESCLARECEDOR

Responsável por colher o depoimento da publicitária, o delegado Flávio Stringuetta classificou a oitiva como “esclarecedora”. Ele destacou que a ex-amante de Paulo Taques é “estratégica” para o desenrolar das investigações.

“Nós ouvimos ela. Era uma peça chave em vários procedimentos e ela trouxe informações muito esclarecedoras sobre a participação inclusive do Paulo Taques em alguns fatos aqui”, disse Stringueta em entrevista a Rádio Capital FM.

O delegado descartou qualquer relação da publicitária com uma suposta “trama” para atentar contra a vida do governador Pedro Taques ou do ex-secretário. “Inicialmente não existia esse risco [de prejudicar o governador]. No início das gravações da Tatiane Sangalli, no início de outubro de 2014, não existia risco a figura do governador [Pedro Taques] até porque ele não era governador. Ela estava grampeada desde outubro de 2014, sete ou oito meses antes”, sublinhou o delegado.


Fonte: folha max
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