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30 de Setembro, 2020 - 10:37
Fazendeiro de Colniza tem R$ 4,5 mi bloqueados por desmatamento na Amazônia

Um fazendeiro de Colniza (1.065 km a noroeste de Cuiabá) teve R$ 4,5 milhões bloqueados por desmatar 204 hectares da Floresta Amazônica. O bloqueio faz parte de uma força-tarefa da Advocacia-Geral da União, em uma ação civil pública ajuizada em uma na segunda fase de processos focada na Amazônia. O valor é pela área desmatada e também a título de reparação integral pelo desmatamento.

A infração ambiental foi descoberta em 2016 durante investigação realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), através de vistoria e do monitoramento e comparação de imagens de satélites.

O órgão identificou que houve, ao longo dos anos, o desmatamento de mata nativa Amazônica destinada à reserva legal dentro da propriedade rural do acusado. O exame das imagens de satélite revelou que, de 2016 até 2019, o desmatamento no local foi agravado pelo infrator, que terminou de degradar pequenos remanescentes de mata nativa ainda existentes.

De acordo com informações do Ibama, durante uma ação de fiscalização, o próprio dono das terras teria confirmado a infração ambiental, tendo dito ainda que não teria licença nem autorização para a retirada da vegetação. Mesmo com a aplicação de uma multa de R$ 1 milhão, ele continuou a devastar a área.

Além do bloqueio de bens, o proprietário não poderá ser beneficiado de linhas de beneficiamento oferecidas pelo Poder Público, seja do governo federal, estadual ou do município. Caso a medida seja insuficiente, o juiz autorizou a constrição de veículos (restrição de transferência e circulação) e a indisponibilidade de imóveis.


Fonte: Gazeta digital
30 de Setembro, 2020 - 10:26
Polícia Civil prende acusados da morte de agrônomo em MT

Nove meses após o crime que tirou a vida de Vinícius Augusto de Souza, 26 anos no município de Colíder, a Polícia Civil conseguiu prender os autores do crime.

Conforme investigação conduzida pelo delegado Eugênio Rudy, os suspeitos foram contratados para cometer o crime. Duas equipes da Delegacia de Colíder deflagraram ontem, terça-feira (29), a "Operação Sicarius" e cumpriram dois mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra os suspeitos.


Um dos suspeitos foi detido em Colíder e outro em Itanhangá, este era considerado foragido, pois após o depoimento evadiu-se da cidade de Matupá, onde residia. Ambos tem 22 anos.


Conforme investigação a princípio os dois presos são executores mediante pagamento ou promessa de recompensa.


Os suspeitos já têm passagens pela Polícia por tráfico de drogas e homicídio qualificado. Diligências continuam sendo realizadas e outras pessoas serão ouvidas. Armas apreendidas pela Polícia passaram pela perícia e é aguardado o resultado da confrontação balística.


O Crime


O engenheiro agrônomo Vinícius Augusto foi morto em dezembro de 2019 em uma lanchonete. Duas pessoas chegaram em uma moto. Um dos assassinos, portava arma em punho e atirou várias vezes contra a vítima.


Apesar de ferido, Vinícius tentou sair do local, mas acabou caindo dentro de um estabelecimento, onde voltou a ser alvejado.


Nome da Operação


O nome dado a operação tem origem do latim "Sicarius" ou "Sicário" que também é usada para designar assassinos contratados, numa referência às pessoas que matam em troca de dinheiro ou mesmo de promessas de grande recompensas. Hoje esta palavra é empregada para designar o homicida.

Fonte: noticia exta
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